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Resultados da pesquisa
O mundo do design de interiores e decoração está em constante evolução, à medida que os designers procuram criar espaços únicos e atraentes que atendam às necessidades e desejos de cada um é possível vermos que existe uma maior sensibilidade no que toca ao assunto sustentabilidade.
Acaba de ser iniciada, ainda em planta, a comercialização de um futuro empreendimento residencial que pretende ser um "ícone" numa das zonas mais nobres da cidade do Porto. O edifício Prisma vai iniciar a sua construção no primeiro trimestre de 2024, em frente ao hotel Crowne Plaza Porto, no cruzamento entre a Avenida da Boavista e a Rua de António Cardoso.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) classifica as medidas do Governo português para aliviar o impacto das taxas de juro no crédito à habitação como “provisórias” e que não solucionam a crise, pedindo que sejam temporárias e dirigidas aos vulneráveis.
“São medidas provisórias, não são uma solução
Em agosto de 2023, movimentaram-se nos aeroportos nacionais 7,2 milhões de passageiros, +13,2% que no período homólogo e mais 11% que em agosto de 2019, ou seja, no período pré-pandemia Covid-19. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), continuam a verificar-se, este ano, máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos portugueses.
A decisão já está tomada: o regime dos residentes não habituais (RNH) vai mesmo acabar em Portugal a partir de 2024, tendo sido criado um novo incentivo fiscal para a investigação científica e inovação nos mesmos moldes, mas “mais restrito”. O Governo decidiu, portanto, não prolongar “uma medida de injustiça fiscal, que já não se justifica e que é uma forma enviesada de inflacionar o mercado de habitação, que atingiu preços insustentáveis”, tal como argumentou António Costa. Mas, afinal, quem são estes RNH e como é que vivem em Portugal? Como é que a sua presença afeta o mercado da habitação? Na ausência de estudos divulgados sobre a relação entre os RNH e a subida dos preços das casas, o idealista/news questionou vários especialistas para descobrir se, afinal, há ou não uma ligação. Admitem que há um impacto “residual” dos RNH na compra de casa e que, por isso, o fim deste estatuto não vai resolver o problema de acesso à habitação em Portugal.
No primeiro trimestre deste ano, o volume de créditos não produtivos em Portugal – um cenário financeiro também conhecido como crédito malparado ou non-performing loan (NPL) – desceu para cerca de 6.400 milhões de euros, face aos 7.800 milhões de euros verificados no ano passado. Em causa estão dados da agência de rating DBRS.
São muitas as mudanças que ocorreram na sociedade nos últimos anos, e a habitação é um território que não escapou.
O Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, vai abrir em outubro um novo concurso internacional para avançar com a construção e exploração de um hotel, escritórios e zona comercial nos módulos que faltam ao edifício original.
Em nota de imprensa explica que a 10 de outubro haverá uma apresentação
A Level Constellation (LC), empresa de capitais chineses, aterrou em Portugal em 2014 e investiu, desde então, em vários projetos imobiliários em Lisboa. Surgiu, entretanto, a pandemia e agudizou-se a crise habitacional com a subida da inflação e consequente aumento das taxas de juro. O mercado nacional tem um problema generalizado de stock residencial, tanto para comprar como para arrendar, e vários players do setor reclamam, há muito, o aumento da oferta de casas, mas o contexto nacional dificulta o objetivo, a vários níveis, e as constantes alterações legislativas estão a deixar marcas. “Um país com instabilidade nas políticas terá muita dificuldade em ganhar a confiança dos investidores”, avisa Qinglei Dai, vice-presidente e cofundadora da promotora imobiliária, em entrevista ao idealista/news.
A venda de casas em Portugal está a arrefecer. E o mercado de luxo não é imune a este movimento. Na Quinta Marques Gomes, que está a ser desenvolvida pelo grupo United Investments Portugal (UIP) junto à foz do rio Douro em Vila Nova de Gaia, tem-se sentido uma “retração” de novos compradores portugueses, devido aos elevados juros no crédito habitação, a par da subida dos preços das casas de luxo. Mas será que reduzir o preço destas habitações a melhor estratégia a seguir para aumentar as vendas? Não, pelo contrário. Mesmo com a venda de casas a cair, Daniel Correia, diretor de real estate da UIP, diz que a estratégia passa por “garantir aos compradores que o valor do imóvel está protegido, segurando o preço e nunca desbaratando as unidades que ainda estão à venda”, disse em entrevista ao idealista/news.
Uma casa mobilada e decorada, pronta a habitar, é uma forma de valorizar um produto imobiliário, seja para comprar ou arrendar.
O hábito de tirar os sapatos e deixá-los na entrada de casa, principalmente após os momentos mais críticos da pandemia que vivemos, tem se tornado uma prática cada vez mais comum. É uma escolha que aumenta não só a limpeza na casa, mas também a higiene. A "contraindicação", no entanto, pode ser desordem. Vamos descobrir como manter a entrada arrumada com a ajuda dos especialistas da Ikea.
O ambiente macroeconómico continua a ser uma realidade desafiante para os investidores e arrendatários dos imóveis industriais de logísticos na Europa. O aumento dos custos, a incerteza económica e a falta de mão de obra são três dos principais fatores que afetam os inquilinos em 2023. Alguns arrendatários destes espaços logísticos estão mesmo a adiar os seus planos de expansão no curto prazo, até porque há falta de ativos novos. Mas, ainda assim, a procura por imóveis industriais e de logística por parte dos inquilinos tem-se mantido saudável, com novos negócios de ocupação a florescer pelo espaço europeu.
O aumento das taxas de juro teve impacto em todos os níveis do mercado imobiliário mundial, e o segmento de luxo também não está imune. No segundo trimestre de 2023, realizaram-se 422 vendas residenciais acima dos 10 milhões de dólares nas 12 cidades analisadas pelo Knight Frank Global Super-Prime Intelligence Report. Este número ficou 11% abaixo das 475 vendas registadas no primeiro trimestre deste ano e 13% abaixo das 483 efetuadas no segundo trimestre de 2022.
O grupo espanhol Meliá Hotels International vai construir no Parque da Cidade, em Viana do Castelo, um hotel de quatro estrelas, com 129 quartos, revelou esta quinta-feira, 28 de setembro, a câmara municipal, que emitiu o respetivo alvará.
Arrendar casa é uma tarefa cada vez mais difícil em Portugal. Seja pela escassa oferta, que não consegue dar resposta à procura, seja pelos preços, que continuam a subir mês após mês. No segundo trimestre de 2023, as rendas das casas voltaram a aumentar, desta vez 11% em termos homólogos, fixando-se no valor mediano de 7,27 euros por metro quadrado (m2), um novo recorde nacional. Em sentido contrário, foram celebrados menos contratos de arrendamento. Trata-se de uma quebra de 1,2% no número de documentos assinados, face a igual período do ano passado.
A ligação de Carlos Cercadillo ao imobiliário português é antiga. O investidor espanhol chegou ao país há 20 anos, através da empresa Hercesa, que vendeu em 2006. Nesse ano, criou a Cerquia e mais tarde, em 2018, a CleverRed, e também a Clever Real, spin off, gestora que teve como parceiro a Acciona, uma empresa de referência espanhola ligada à construção, energia e imobiliário, com o objetivo de expandir a sua presença em Portugal no setor residencial e assumir-se como um promotor de referência no país. Agora, com o país mergulhado numa crise habitacional, Carlos Cercadillo faz-se valer da experiência adquirida ao longo dos anos no setor do imobiliário e mete o dedo em algumas feridas, como por exemplo a incerteza gerada com os processos de licenciamento. “O que está a acontecer é que há um bloqueio no urbanismo”, denuncia em entrevista ao idealista/news, avisando que “os investidores imobiliários já estão a questionar os investimentos em Portugal”.
Há mais de 14 anos, a família Borralho vivia no Chiado, em plena Baixa de Lisboa. E a vida seguia na agitação “divertida” da capital, apesar de morarem num apartamento sem garagem e sem elevador. Mas o que futuro lhes reservava não cabia naquelas quatro paredes. Foi aos 40 anos, a pensar no futuro da filha que vinha a caminho e dos outros filhos que queria ter, que José Borralho, CEO da Escolha do Consumidor, decidiu mudar-se para a Ericeira, onde comprou uma moradia com cinco quartos, espaço exterior, perto do mar, da vida local e de Lisboa. “A Ericeira é o melhor dos mundos para nós”, resume em declarações ao idealista/news.
A Meta gastou 149 milhões de libras (cerca de 172 milhões de euros) para por fim a um contrato de arrendamento de um escritório em Londres para o qual nunca se mudou. A empresa-mãe do Facebook e do Instagram tinha mais 18 anos de contrato na 1 Triton Square, e pagou cerca de sete anos rendas para encerrar a obrigação mais cedo.
O mercado imobiliário de 2023 estará longe da “explosão” pós-pandemia. Mas o futuro será mais brilhante, mesmo que nenhum boom esteja no horizonte. Esta é uma das conclusões do retrato do mercado imobiliário europeu traçado pelo European Outlook 2024, apresentado no 31° Forum di Scenari Immobiliari, em Itália. Em entrevista ao idealista/news, o presidente Mario Breglia antecipa as perspetivas para o mercado imobiliário nos próximos anos.