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O imobiliário no Grande Porto tem vindo a viver momentos de forte dinamismo nos últimos anos, e nem a pandemia ou a Guerra da Ucrânia parecem estar a afetar, até agora de forma significativa, esta performance - apesar de haver desafios identificados pelos players do setor, como os altos cu
O Porto está nas bocas do mundo pelos melhores motivos. É uma cidade cosmopolita, que oferece emprego e lazer na dose certa. E onde não faltam bons acessos, escolas, serviços e espaços verdes. É, portanto, uma cidade que atraí cada vez mais famílias para viver. E esta dinâmica reflete-se nos preços das casas que não param de crescer, tanto no concelho da Invicta e como no Grande Porto. Também são cada vez mais empresas que se têm deixado levar pelos encantos desta cidade. E muitas do ramo do imobiliário e da domótica vão estar reunidas no Imobinvest – Salão do Imobiliário que vai arrancar esta sexta-feira, dia 25 de março de 2021, na Alfândega do Porto. A propósito do evento, o idealista/news foi medir o pulso ao mercado residencial do concelho da Invicta e também do Grande Porto. Vem daí nesta viagem pelos dados.
Acontece duas vezes ao ano, mas é uma data do calendário que é fácil de esquecer para os mais distraídos.
O Pérola do Oriente, um dos mais emblemáticos arranha-céus de Xangai, encerrou esta terça-feira, dia 23 de março de 2022, devido a um surto de Covid-19 detetado na “capital” económica da China, que mantém uma política de “tolerância zero” a casos da doença.
Se é verdade que os preços das casas continuam a subir em Portugal – em 2021, mesmo em tempos de pandemia, cresceram 9,4% –, também é verdade que se compram e vendem mais casas no país. No ano passado, foram transacionadas 165.682 habitações, mais 20,5% que em 2020 e mais cerca de 7% que em 2019, sendo que a maioria das casas foi comprada por famílias residentes (85,6%), o que significa que cerca de 14% das habitações foram adquiridas por entidades coletivas (empresas, associações, cooperativas etc.), ou seja, uma em cada sete. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (23 de março de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A procura de casas nos Alpes franceses por parte de investidores portugueses ou estrangeiros a residir em Portugal está a crescer e tende a aumentar nos próximos tempos. Esta é a visão da consultora imobiliária Athena Advisers, que realizou esta terça-feira (22 de março de 2022) um evento em Lisboa destinado a promover o destino e a captar o interesse dos investidores. Entre os atrativos estão, por exemplo, incentivos fiscais.
Os preços das habitações continuam a subir mais rápido do que os salários na maioria dos 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). E Portugal aparece em quinto lugar nesta lista, com os preços das casas a superarem os salários em quase 40%.
Comprar casa em Portugal está cada vez mais caro. Esta é uma realidade confirmada pelos dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Só na reta final de 2021, os preços das casas deram o salto de 11,6% face aos últimos três meses de 2020.
Vai nascer em Miraflores, no concelho de Oeiras, um novo projeto imobiliário multiusos pela mão da promotora portuguesa SOLYD Property Developers.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, não prevê um cenário de estagflação, mas reconhece que a curto prazo o encarecimento da energia e a aceleração da transição energética vão subir os preços.
Os moradores dos prédios na Rua do Benformoso, em Lisboa, sujeitos a expropriação para construção da nova praça da Mouraria, têm que desocupar os imóveis e entregar as chaves a 30 de novembro, segundo notificação da câmara municipal.
A comunicação aos moradores, com data de 15 de fevereiro, foi fei
A Finlândia é o país mais feliz do mundo pelo quinto ano consecutivo, segundo o Relatório de Felicidade Mundial 2022 (World Hapiness Report 2022), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destinado a Portugal terá 16,6 mil milhões de euros para investir, 14 mil milhões dos quais a fundo perdido e 2,6 mil milhões em empréstimos. E as verbas a fundo perdido deverão crescer ainda mais.
Por motivos comerciais, legais e de honorários, as empresas de mediação imobiliária tendem a focar-se no cliente vendedor.
A escalada de tensão entre a Ucrânia e a Rússia está a acelerar o agravamento dos preços da energia em Portugal e na Europa. Famílias e empresas enfrentam uma nova crise energética, com as subidas dos preços da luz e do gás a colocarem pressão nos orçamentos dos portugueses.
O regresso aos escritórios já se faz sentir em Lisboa e no Porto, cidades que têm atraído novas empresas para se instalarem, sobretudo, na área das tecnologias e telecomunicações.
O conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia está nas bocas do mundo e a deixar milhões de famílias desalojadas. Muitas fogem para o Ocidente em busca de paz. E Portugal é um dos países escolhidos para recomeçarem as suas vidas. E antes da guerra?
Há falta de casas para arrendar no mercado residencial português para tanta procura. E, em resultado, as habitações ficam pouco tempo no mercado. Em concreto, cerca de 30% das casas arrendadas em fevereiro através do idealista estiveram menos de uma semana no mercado português. Já 22% demorou entre duas semanas e um mês, 21% entre um mês e três meses, 10% entre três meses e um ano e 17% mais de um ano, mostra o estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
O ano arrancou de forma dinâmica para o mercado imobiliário português e vem confirmar o apetite dos investidores para a aquisição de ativos para desenvolvimento. Exemplo disso são os dois edifícios vendidos no centro de Lisboa, que estão prontos para ganhar uma nova vida.
A pandemia da Covid-19 veio alterar, e muito, a forma como as pessoas fazem compras, apostando cada vez mais no comércio online. Ainda assim, resiliência é palavra de ordem no setor de conveniência alimentar (retail parks, armazéns para retalho, supermercados e hipermercados) e retail parks em Portugal, que continua a ser “alvo do interesse dos investidores”, refere Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal, em comunicado.