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O ano ainda não vai a meio, mas a habitação em Portugal já podia ser eleita como tema central de 2023. A crise agudizou-se com a escalada inflacionista e subida repentina dos juros, e o mercado não está a conseguir dar resposta às necessidades da procura. O imobiliário continua a viver dias de dinamismo, mas também de incerteza. As casas já demoram mais tempo a vender-se, ainda assim, os preços mantêm-se estáveis – quer nos imóveis novos, quer usados –, e é provável que assim permaneçam, até porque o país continua a debater-se com um grande problema: a falta de oferta quer para comprar, quer para arrendar.
Trinta anos depois da erradicação de barracas através do Programa Especial de Realojamento (PER), a Câmara de Lisboa reconhece que persistem “situações informais” de habitação, provando que hoje o “grande desafio” é erradicar a pobreza na cidade.
Já são conhecidos os vencedores dos Prémios SIL do Imobiliário 2023. Destaque para o empreendimento Unique Belém, do Grupo Libertas, que arrecadou o prémio de Melhor Empreendimento Imobiliário de Construção Nova de Habitação. O imóvel, já concluído, encontra-se entre o Palácio da Ajuda e o Palácio Presidencial de Belém, em Lisboa. Trata-se de um condomínio privado que dispõe de piscina, jardim e ginásio, bem como de vistas deslumbrantes sobre o Tejo. O projeto tem a assinatura do conceituado arquiteto Frederico Valsassina e está praticamente vendido, segundo se lê no site da promotora imobiliária.
O Ministério da Habitação considera que o intervalo de tempo entre o Programa Especial de Realojamento (PER), criado há 30 anos, e o programa 1.º Direito, criado em 2018, ajuda a explicar as atuais “situações de carência habitacional”.
Hoje, o contexto económico está marcado pela alta inflação, pela subida dos juros nos créditos habitação e pela recente instabilidade financeira. O mercado imobiliário não é imune ao seu cenário envolvente, mas tem vindo a dar provas de resiliência nos últimos anos.
A Câmara Municipal do Porto revelou que as componentes de habitação e comércio previstas no projeto do quarteirão da Praça D. João I só deverão estar concluídas em setembro e a componente hoteleira no início do próximo ano.
O Passaporte Eletrónico Português (PEP) é um documento de viagem individual. Ele contém todos os dados essenciais para identificar os viajantes que pretendam deslocar-se para fora do Espaço Schengen e da União Europeia.
Os CTT e a Sonae Sierra juntaram-se na criação de um veículo de investimento para gerir o portfolio imobiliário da empresa liderada por João Bento, que inclui cerca de 400 imóveis de logística, retalho e uso misto.
A arquiteta Helena Roseta defende a existência de “programas permanentes” na área da habitação e afirma que desde o Programa Especial de Realojamento (PER), lançado em 1993, o Estado se demitiu de promover habitação pública.
Faltou diálogo entre o Governo e os municípios do país ao desenhar o Mais Habitação, acusam os autarcas em coro. E, deste programa, saíram dois “presentes envenenados” que criaram a miragem de dar mais autonomia às autarquias, nomeadamente as medidas referentes ao arrendamento coersivo e ao Alojamento Local, afirmou Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, no primeiro dia do Salão Imobiliário de Portugal (SIL).
A crise habitacional é transversal a quase todo o território nacional. E, ao longo dos anos, o atraso nos licenciamentos tem sido apontado como um dos principais problemas que trava a colocação de mais casas no mercado e que gera a subida dos preços das habitações. Por isso mesmo, o Governo de António Costa quer avançar com a simplificação dos licenciamentos no Mais Habitação, que vem também uniformizar e digitalizar todo o processo. Esta medida - já há muito reclamada pelo setor - tem sido aplaudida pelos especialistas do mercado imobiliário. Mas os autarcas presentes no primeiro dia do Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2023) alertam que a simplificação dos licenciamentos traz perigos e que, por isso, é necessário apostar na fiscalização.
Cinco arquitetos de Portugal, dos ateliês OODA Arquitetura e Pablo Pita Arquitetos, integram a lista “Europe 40 Under 40”, anunciada esta semana, que pretende distinguir os mais promissores profissionais da área. A lista de 2022/2023 inclui os arquitetos Diogo Brito, Julião Pinto Leite e Francisco Lencastre, do ateliê OODA Arquitetura, com escritórios em Matosinhos e Lisboa, e Pedro Pita e Pablo Rebelo, do ateliê Pablo Pita Arquitetos, do Porto.
O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) e a Tektónica – Feira Internacional de Construção, as duas feiras mais importantes do país nos setores imobiliário e da construção, respetivamente, abriram portas esta quinta-feira (dia 04 de maio) e decorrem até domingo (07 de maio de 2023),
Quantas vezes procuraste um apartamento de rés do chão com um amplo terraço, que te permitisse construir um autêntico oásis?
O novo regulamento do Alojamento Local (AL) do Porto, que passa a diferenciar áreas de crescimento sustentável e áreas de contenção mediante a pressão de cada freguesia, foi publicado em Diário da República esta quarta-feira e entra em vigor já esta quinta-feira (4 de maio de 2023).
Investir no conforto de uma casa, com espaços exteriores e em pleno contacto com a natureza, é investir em qualidade de vida. É com esta perspetiva em mente que cada vez mais famílias procuram uma casa para comprar em Portugal, até porque fora dos grandes centros urbanos os preços das casas são, geralmente, mais económicos. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam precisamente que é no interior do país onde se encontram os 10 municípios mais baratos para comprar casa. Vem daí descobrir onde é que é possível adquirir uma habitação de 100 metros quadrados (m2) por menos de 30 mil euros.
O litoral de Portugal pinta-se de verde bem escuro, refletindo onde comprar casa é mais caro.
A habitação é a principal componente de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) - há mais de 1.200 milhões de euros disponíveis -, mas vários investigadores temem que as famílias a viver em situação de carência habitacional continuem sem resposta. O apoio continua a demorar a chegar ao terreno e, na corrida aos fundos, as autarquias mais pobres estão em desvantagem, enfrentando maiores dificuldades em aceder a este dinheiro.
O mercado de arrendamento é uma alternativa para cada vez mais famílias em Portugal, num momento em que comprar casa está cada vez mais caro, devido aos altos preços e à subida dos juros no crédito habitação. A questão é que a procura é muito superior à oferta de casas para arrendar no nosso país. E, por isso mesmo, o custo mediano de arrendar casa em Portugal fixou-se em 13,9 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril, um valor 1,6% superior face ao mês anterior, aponta o índice de preços do idealista. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 5,5% e a anual de 25,1%.
A venda de casas em Portugal segue caminho a bom ritmo, apesar da alta inflação e da subida dos juros nos empréstimos bancários. E como há falta de oferta para a procura existente, os preços das casas à venda no nosso país subiram 1,2% em abril face ao mês anterior, aponta o índice de preços do idealista. E este cenário é visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 15 capitais de distrito, entre março e abril, com Vila Real a liderar as subidas (5,7%). Em Lisboa, os preços das casas subiram 1,8% e no Porto 1,7%.