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A instabilidade económica e financeira continua a assombrar os mercados. Os juros no crédito habitação e financiamento às empresas estão a subir, mas os depósitos a prazo continuam a apresentar baixas rentabilidades. É neste contexto que quem tem poupanças deve pensar muito bem onde investir para não perder dinheiro com a alta inflação, que ainda se faz sentir. Aqui, o imobiliário surge como um refúgio, dada a sua resiliência a situações de crise, segundo dizem os especialistas. E comprar casa para, depois, colocá-la a arrendar continua a ser uma alternativa de investimento fortemente enraizada no sul da Europa. Aliás, um estudo recente mostra que Portugal, Espanha e Itália são os países onde há mais pessoas a mostrar interesse por rentabilizar as poupanças dessa forma.
A Câmara Municipal do Porto vai reabilitar um conjunto de 19 casas devolutas, localizadas no Bairro Social da Arrábida e na Colónia Viterbo de Campos. A Domus Social, empresa municipal responsável pelo projeto de requalificação, prevê um investimento de três milhões de euros. Situados na freguesia de Lordelo do Ouro e Massarelos, os dois complexos habitacionais partilham, além da localização, uma origem comum: foram construídos para alojar a classe trabalhadora, no início do século XX.
A história do fabrico de materiais cerâmicos na freguesia de Alvarães, Viana do Castelo, que remonta ao século XVI, deu origem à Rota da Cerâmica que, agora, passa a integrar a rede nacional do Turismo Industrial. O percurso interpretativo, o primeiro no distrito de Viana do Castelo, tem uma ex
O Governo quer por um travão no Alojamento Local (AL), tendo avançado com medidas nesse sentido no programa Mais Habitação – caberá aos municípios avaliarem se avançam com a suspensão de novas licenças. A verdade é que em menos de dois meses, desde 16 de fevereiro, quando o Executivo anunciou restrições na atividade de arrendamento de casas para fins turísticos, os novos registos dispararam: foram feitos em Portugal 5.390, mais do dobro face aos 2.090 contabilizados no mesmo período do ano passado.
Está a nascer em Vila Nova de Gaia, junto à Marina da Afurada, um empreendimento residencial com 11 moradias, de tipologia V4 (Garden Houses) e V5 (Panoramic Houses). O Splendouro, como se chama, tem vistas para o rio Douro e sai do papel após um investimento de 15 milhões de euros da promotora imobiliária Sharp Developers, que foi fundada em 2018 e “assumiu o desafio de ser uma referência no mercado imobiliário português”, como é possível ler no seu site.
As garagens dos apartamentos não podem ser apenas espaços desorganizados para arrumar o carro após um longo dia de trabalho ou idas às compras.
O quarteirão onde esteve instalada a fábrica da Mecanor, no Porto, vai ganhar nova vida e renascer com um empreendimento residencial destinado a jovens profissionais. Em causa está o projeto Fábrica 1943 Cool Living, que sairá do papel após um investimento de mais de 10 milhões de euros por parte da promotora imobiliária vimaranense Emblezart Property Investors.
Oito obras do arquiteto Álvaro Siza em Portugal compõem uma candidatura a Património Mundial da UNESCO, que foi submetida na passada quinta-feira, depois de revista, disse esta terça-feira (11 de abril de 2023) o diretor da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP).
Após o ano histórico de 2022, com Portugal na 4ª posição de melhor performance no contexto europeu e o volume de absorção a atingir o pico, a procura de escritórios parece manter-se resiliente aos fatores externos adversos, mas com um “arranque gradual e ponderado”, segundo a Worx.
Os custos da construção em alta. As exigências técnicas. A carga de impostos. Os atrasos nos licenciamentos. Todos estes fatores estão por detrás da subida a pique dos preços das casas em Portugal nos últimos anos, sem esquecer do desequilíbrio entre a alta procura e escassa oferta existente. Para aumentar a oferta de habitação e reduzir preços, o Governo de António Costa lançou um conjunto de medidas com o pacote Mais Habitação, no qual inclui a simplificação dos licenciamentos. Esta medida que pode ser mesmo uma “grande ajuda para a área da promoção imobiliária e terá, seguramente, reflexo no que é o preço final das casas", acredita Severino Ponte, CEO do grupo Construções Vila Maior (CVM) em entrevista ao idealista/news. Mas alerta que falta “clarificar” a generalidade das medidas do Mais Habitação para que haja um trabalho coordenado entre o público e o privado na colocação de mais casas no mercado.
A tecnologia, a pandemia, a inflação, a subida dos juros, a instabilidade legislativa. Todos os ventos que sopram no panorama económico e social vão tocando no imobiliário, ditando tendências. Hoje, a procura de casas já não é igual a antes: as atenções estão voltadas para casas com menores áreas, mais modernas e eficientes, com maior luminosidade e espaços exteriores. E já não se procuram casas para a vida. Agora, Severino Ponte, CEO do grupo Construções Vila Maior (CVM), não tem dúvidas que a evolução da construção passará por "casas mais standard, menos personalizadas", que permite "um custo de construção mais acessível". E ainda que “o mercado de arrendamento é o grande mercado do futuro”. E, por isso mesmo, este grupo, que reúne uma equipa de "alfaiates da construção" bem a norte do país, já está a desenhar aquele que será o seu primeiro projeto build to rent em Espinho.
O megaempreendimento residencial Jardins da Seara começou a sair do papel em fevereiro. Serão ao todo cerca de 700 apartamentos divididos em 10 lotes que vão nascer em Gaia pela mão do Grupo SPintos, após um investimento superior a 100 milhões de euros. O primeiro lote a ser construído, o lote 6, é composto por 135 apartamentos, dos quais 60% já se encontram comercializados, revela a empresa, adiantando que ficará concluído e pronto a habitar no início de 2025.
É mais um empreendimento que vem comprovar que o negócio da venda de casas em planta, nomeadamente de luxo, está em alta em Portugal. O PURE, o mais recente projeto de habitação do segmento alto desenvolvido pela promotora imobiliária Fercopor na Boavista, no número 489 da Rua Ciríaco Cardoso (Porto), já saiu do papel. As obras arrancaram e o empreendimento deverá estar concluído em 2025, mas os 34 apartamentos que o compõem já têm dono.
A qualidade de vida, o sol, o mar e a segurança têm atraído cada vez mais famílias dos EUA para viver em Portugal. Mas não só. A recente valorização do euro face ao dólar tornou as casas ainda mais acessíveis aos bolsos dos norte-americanos. Foi por tudo isso, a par da normalização do teletrabalho durante a pandemia, que nos últimos dois anos as famílias norte-americanas reforçaram – e muito - a procura de casas para comprar e arrendar no nosso país, tendo a mira apontada, sobretudo, aos municípios de Lisboa, Porto e Cascais, segundo mostram os dados do idealista/data. Agora, resta saber se a procura de casas por norte-americanos em Portugal continuará em alta depois da recente instabilidade financeira que eclodiu os EUA e rapidamente se fez sentir na Europa.
Os salários pagos pelas empresas aos trabalhadores variam muito consoante a localização da empresa. E o fosso existente entre as duas maiores cidades portuguesas é grande, com os trabalhadores de Lisboa a ganharem bem mais que os do Porto nas carreiras até cinco anos, entre seis a dez anos e com mais de dez anos. Era assim em 2019, antes da pandemia, e o cenário mantém-se agora, em 2023, tendo a diferença até aumentado em alguns casos.
A falta de oferta no mercado de arrendamento português é um problema estrutural que o Governo está focado em solucionar com o Mais Habitação, tendo mesmo avançado com a proposta de lei que prevê a redução das taxas de IRS sobre os rendimentos prediais. Portanto, se o diploma vir luz verde por parte do Presidente da República, quem estiver a ponderar comprar casa para, depois, colocá-la a arrendar terá de fazer novas contas à rentabilidade do negócio. Em Portugal, comprar casa para arrendar rendeu, em termos brutos, 6,6% no primeiro trimestre de 2023, um valor superior ao calculado no mesmo período de 2022 (5,6%), mostra estudo do idealista.
É verdade que as casas para arrendar em Portugal estão a ficar cada vez mais caras. E é precisamente nos grandes centros urbanos, como Lisboa e o Porto, onde se encontram as rendas mais elevadas de todo o país. Comparando-as com 24 cidades europeias, salta à vista que Lisboa é mesmo a 3ª cidade mais cara para arrendar casa no início de 2023, apresentando uma renda mediana de um apartamento T1 de acima dos 2.000 euros. À frente da capital portuguesa ficou só Amesterdão e Reykjavik, aponta estudo.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai sortear mais 27 casas em várias regiões do país, no âmbito da promoção de respostas públicas de arrendamento acessível. Os concursos arrancaram no dia 3 de abril e estendem-se até 28 de abril de 2023.
A crise da habitação está a fazer nascer novos movimentos, sobretudo locais, de bairro e comunitários, e a aumentar o foco de organizações já existentes sobre este tema, que levou dezenas de milhares de pessoas às ruas no passado sábado.
Há cada vez mais municípios a participar no SIL Cidades. Nesta edição estão já confirmadas as presenças de Lisboa, Porto, Matosinhos, Funchal, Seixal, Loures e Santarém. As cidades estarão em destaque tanto na exposição, como no âmbito das Conferências “SIL Investment Pro” powered by APPII.