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O mercado imobiliário abraçou a era digital. As famílias estão a tornar-se mais exigentes, procurando soluções de domótica para melhorar o conforto, a eficiência energética e a segurança das suas casas. E esta tendência está a fazer com que construtoras e promotoras imobiliárias tenham de desenvolver, cada vez mais, casas inteligentes em Portugal. Ainda que esteja a dar os primeiros passos, este é, sem dúvida, um mercado em crescimento e com forte potencial no nosso país. De mãos dadas com a inovação tecnológica e de olho nos desafios de economia e do imobiliário, os especialistas do mercado da domótica revelam ao idealista/news qual é o estado da arte das casas inteligentes em Portugal.
A Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) lança na sexta-feira o programa "Mais do que Casas" que, nos próximos dois anos, vai unir estudantes de 25 instituições em torno dos desafios que enfrenta a habitação em Portugal.
O programa "Mais do que Casas" arranca este mês e, ao longo
O novo The Editory Garden Porto Hotel, da Sonae Capital, abrirá portas no próximo dia 3 de maio, após um investimento de cerca de 10 milhões de euros feito em conjunto com a PCInvest. A nova unidade hoteleira localiza-se na Rua da Firmeza, e o projeto de arquitetura foi assinado por Miguel Cardoso, contando ainda com um mural da artista Teresa Rego no 'lobby'.
Arrendar casa é mais flexível, menos burocrático e exige menos poupanças do que comprar uma habitação. É por isso mesmo que, num momento de alta inflação e subida de juros nos empréstimos habitação, arrendar casa surge como uma opção do agrado de muitas famílias. A questão é que há falta de casas para a tanta procura e as rendas estão cada vez mais elevadas. Segundo um estudo do idealista, a oferta de casas para arrendar em Portugal desceu 30% no primeiro trimestre de 2023 face ao stock que estava no mercado no mesmo período de 2022, aponta o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Com o Mais Habitação, o Governo traz uma série de novidades sobre o Porta 65. Não só vai atualizar as rendas máximas, como também colocará este programa de apoio ao arrendamento jovem a funcionar de forma contínua durante todo o ano com regras simplificadas. Mas têm surgido dúvidas no mercado quanto à acumulação entre apoios municipais e os atribuídos pelo Governo. Sobre este ponto, Marina Gonçalves, ministra da Habitação, esclarece que “não há problema de coexistência” no decreto-lei entre apoios estatais e locais.
O Alojamento Local (AL) continua a fazer correr muita tinta em Portugal, sobretudo nas duas principais cidades do país, que se debatem com este tema há bastante tempo. No Porto, a autarquia aprovou por maioria, dia 22 de abril de 2023, o novo regulamento municipal do AL. Uma das novidades é que se passa a diferenciar áreas de crescimento sustentável e áreas de contenção mediante a “pressão” urbanística de cada freguesia. Fica a saber o que muda na Invicta no negócio do arrendamento de casas de curta duração a turistas.
Mesmo com a alta inflação, subida dos juros no crédito habitação e a recente instabilidade financeira, as famílias continuam a comprar casa em Portugal, tendo registado até o maior número de transações de sempre em 2022.
Bairros de lata. Bairros clandestinos, sobrelotados, sem luz, água potável ou saneamento básico, onde a saúde era colocada em risco e o conforto térmico era uma miragem. Assim vivia parte substancial da população portuguesa na altura do 25 de abril de 1974, a data que marcou a Revolução dos Cravos, pela democracia e liberdade de expressão. E também marcou o início da reivindicação pelo direito à habitação, numa altura em que quase tudo estava por fazer ao nível político. De lá para cá, o país evoluiu e a qualidade das casas também. Mas milhares de portugueses continuam a viver em condições indignas, em situação de pobreza energética. E o acesso à habitação por parte da classe média voltou para o centro do debate público com o Mais Habitação. Nesta viagem entre o passado e o presente, o idealista/news explica como era a habitação em Portugal no 25 de abril e o que mudou (ou não) em quase 50 anos de democracia.
Viver numa luxuosa mansão, unir a privacidade e o entretenimento numa herdade de 4300 m², é o sonho de muitos de nós.
As casas para comprar em Portugal têm vindo a ficar mais caras trimestre após trimestre. Mas a subida dos preços das habitações está a desacelerar. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira divulgados revelam que nos últimos três meses de 2022, o preço das casas vendidas no nosso país subiu 10,7% em termos homólogos, menos 2,8 pontos percentuais (p.p) do que no trimestre anterior. Esta é uma realidade também visível em 14 dos 24 municípios mais populosos do país, com destaque para Barcelos, Maia e Matosinhos. Isto quer dizer que os preços das casas em Portugal estão a subir, mas um ritmo bem mais lento.
Há um novo projeto imobiliário a nascer no Porto. Com a assinatura do gabinete de arquitetura OODA, o empreendimento "As Camélias" fica localizado numa das zonas nobres da cidade, Boavista, ocupando um terreno de 5.350 metros quadrados (m2), anteriormente residência dos Graham, proprietários da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos da Boavista, mais conhecida por Fábrica dos Ingleses.
Vai nascer num terreno localizado no gaveto entre as ruas de Faria Guimarães e do Covelo, no Porto, um edifício com 80 fogos destinados ao mercado de arrendamento acessível, estimando-se o investimento total em mais de 14,5 milhões de euros. O anúncio de abertura de um concurso público de conceção com o objetivo de selecionar o projeto que irá ser construído foi publicado em Diário da República no dia 17 de abril de 2023, revela a Câmara Municipal do Porto (CMP).
O Regulamento Municipal para o Crescimento Sustentável do Alojamento Local do Porto, que vai a votos esta sexta-feira em reunião do executivo, traz várias novidades.
A artista portuguesa de origem angolana, Mónica de Miranda, (Porto, 1976) é a vencedora da quinta edição do concurso Prémio idealista de Arte Contemporânea 2023 com o projeto "South Circular”.
Se estás à procura de uma casa nova, provavelmente já deste de caras com os preços exorbitantes do mercado imobiliário atual. É difícil encontrar uma casa nova que caiba no teu orçamento, certo?
Uma nova e mais exigente diretiva sobre o desempenho energético dos edifícios deverá ser aprovada em breve pela Comissão Europeia (CE), tendo em vista alcançar a neutralidade carbónica em 2050.
O caminho a seguir rumo à neutralidade carbónica vai-se tornar mais exigente em 2023. Isto porque a nova Diretiva Europeia sobre o Desempenho Energético de Edifícios está em discussão e deverá ser aprovada em breve.
A Cooperativa de Habitação As Sete Bicas, em Matosinhos, no distrito do Porto, que assinalou este mês 48 anos, prepara-se para, no início do próximo ano letivo, abrir uma residência universitária para 21 estudantes, revelou à Lusa o presidente.
À gestão de mais de 4.000 casas, lar de idosos, centro
As casas devem contar o que somos – e por isso não há casas perfeitas ou ideais. Cada casa é uma casa e deve responder às necessidades reais de quem nela habita, fazendo com que nem sempre seja fácil encontrar o equilíbrio certo entre conforto e intemporalidade. Para os fundadores da Ding Dong, cada casa “é uma viagem” e não “há fronteiras que se imponham na concretização de sonhos”. Os fundadores deste atelier de arquitetura e design de interiores, Michael Miranda e Davide Gomes, acreditam que os espaços devem adaptar-se ao estilo de vida de cada um, e serem um espelho do que sentimos ou queremos transmitir.
Ao contrário do que seria de esperar, o contexto geopolítico e macroeconómico está a ter um impacto positivo no negócio imobiliário de luxo em Portugal. Muitas famílias olham para o investimento neste tipo de imóveis como forma de protegerem os rendimentos e poupanças contra a inflação, encarando o imobiliário residencial como uma “tábua salva vidas” contra uma possível crise. Quem o diz é Adriano Nogueira Pinto, Coordenador da DS PRIVATE, que faz um retrato positivo do setor. O mercado, diz, está “forte e de boa saúde”, além de ser visto como um “porto seguro”, sobretudo para os estrangeiros, quem mais está a investir ativamente neste segmento.