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Resultados da pesquisa

Naves industriais no Grande Porto mudam de mãos

M7 compra 2 naves no Grande Porto por 8 milhões

A Santander Asset Management (SAM) vendeu duas naves industriais na zona da Folgosa, no Grande Porto, à gestora de fundos M7, em representação de um fundo da Blackstone. Em causa está um negócio avaliado em cerca de 8 milhões de euros, sendo que as naves contam com uma superfície total de 11.500 metros quadrados (m2).
rendas acessíveis

Rendas acessíveis: concurso aberto para 96 casas das Forças Armadas

Está aberto o concurso para a atribuição de quase uma centena de casas de renda económica que se encontram devolutas e carecidas de obras, do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA). Em causa estão 96 habitações espalhadas um pouco por todo o país, desde Almada, Carcavelos, Coimbra, Évora, Leiria, Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Elvas ou ainda Tomar.
Comprar uma minicasa

Viver em minicasas: oferta de apartamentos com menos de 30m2 é escassa

O conceito de casa tem vindo a mudar ao longo do tempo. Hoje, viver numa casa funcional, eficiente e confortável é valorizado por muitos. E para que isso seja possível não é preciso muito espaço. É neste contexto que surgem as minicasas, que pode ser uma ótima solução – e, por vezes, mais barata – para quem não precisa de muito espaço para viver. Mas encontrá-las no mercado residencial português pode não ser tarefa fácil, já que só 1,3% dos apartamentos para arrendar anunciados no idealista têm uma área inferior a 30 metros quadrados (m2).
Matosinhos Office Center

Escritórios do Matosinhos Office Center à procura de inquilino

O edifício de escritórios Matosinhos Office Center, com cerca de 4.200 metros quadrados (m2), está à procura de inquilinos. Situado na Avenida Comendador Ferreira de Matos, este novo complexo encontra-se dividido em três pisos de escritórios, que podem, ou não, ser tomados por um único ou três ocupantes. Conta, ainda, com cerca de 90 lugares de estacionamento abaixo do solo.
Casas para viver no Porto

Viver no Grande Porto: imobiliário unido para aumentar oferta de casas

O mercado residencial do Grande Porto – tal como o do país - enfrenta hoje uma série de desafios desencadeados pela atual instabilidade económica e financeira. A alta inflação, a subida dos juros no crédito habitação e a recente crise financeira estão a gerar um clima de desconfiança, que ameaça arrefecer os negócios das casas (embora as transações tenham registado um recorde em 2022). Mas os profissionais do imobiliário estão unidos para assegurar que o mercado residencial continua a crescer e a dar provas de resiliência. Muitos vão estar reunidos no Imobinvest – Salão do Imobiliário que vai arrancar esta sexta-feira, dia 24 de março de 2022, na Alfândega do Porto, e que conta com o idealista enquanto portal oficial.
Venda de casas em Portugal

Venda de casas em Portugal atinge recorde em 2022 apesar da inflação

Nada parece travar o negócio das casas em Portugal. Mesmo num contexto de instabilidade económica, alta inflação e de subida dos juros no crédito habitação, o mercado residencial somou recordes em 2022. Quem o diz é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) revelando que foram transacionadas 167.900 habitações em Portugal durante o ano passado, o que constitui o registo mais elevado de sempre. E também os preços das casas subiram 12,6% em 2022, “a taxa de variação anual mais elevada na série disponível”.
Comprar casa em Lisboa

De Lisboa a Roma: quanto custa comprar casa no sul da Europa?

O sol, mar, segurança e qualidade de vida brindam os três principais países do sul da Europa, convidando as famílias para viver. Mas aqui as casas para comprar continuam a ficar mais caras, de tal forma que em grandes cidades como Lisboa, Milão e Madrid foram registados preços das casas recorde em 2023, apontam os dados do idealista. A capital portuguesa foi a única cidade que superou os 5.000 euros por metro quadrado (euros/m2), sendo a mais cara das seis analisadas.
Arrendamento de casas devolutas

Arrendamento forçado: há 60 freguesias com mais de 1.000 casas vazias

O arrendamento obrigatório de casas devolutas é uma das medidas inseridas no “Mais Habitação”, que visa aumentar a oferta de casas para arrendar em Portugal. E para identificar as casas abrangidas por esta proposta de lei, o Governo espera contar com a ajuda dos municípios e também das empresas de gás, eletricidade e água. Para já, sabe-se que há 375.118 casas vazias em Portugal, segundo os Censos 2021, que podem vir a ser abrangidas pelo regime de arrendamento obrigatório. E contam-se apenas 60 freguesias que possuem mais de 1.000 habitações vagas.
Arrendamento de escritórios em Lisboa

Escritórios: ocupação arranca em alta no Porto e em baixa em Lisboa

O mercado de escritórios continua a mexer em Portugal, mas mais a norte. Só entre janeiro e fevereiro de 2023 foram fechados 11 contratos de arrendamento de escritórios no Porto, que somaram 6.881 metros quadrados (m2), um valor 166% superior face ao período homólogo. Já em Lisboa o mercado de escritórios registou 8.000 m2 de volume total de absorção, o valor mais baixo dos últimos 5 anos. A falta de oferta de escritórios para arrendar está por detrás deste resultado na capital.
Fuse Valley

Fuse Valley: obra do vale tecnológico em Matosinhos arranca este ano

O diretor executivo do Castro Group, empresa responsável pela criação do projeto "Fuse Valley", em Matosinhos, adiantou que a obra deverá arrancar "ainda este ano", e prevê que todas as valências fiquem concluídas em 2030. "Estamos agora a chegar à fase final do projeto e vamos arrancar a obra talvez ainda este ano", afirmou o diretor executivo da empresa de promoção imobiliária, Paulo Castro.
Casas novas no Porto

Mais casas: "Estamos muito atentos aos novos modos de habitar"

Num mundo em constante mudança, torna-se cada vez mais importante adaptar as cidades, casas e edifícios às novas necessidades, em equilíbrio com a natureza e a inovação. Foi com este propósito que nasceu a Emerge - Mota-Engil Real Estate Developers, a portuguesa “solution provider” que já tem vários projetos residenciais em desenvolvimento de norte a sul do país. Em entrevista ao idealista/news, Luís de Sousa, chief purpose officer da Emerge, afirma que a empresa está a adaptar-se ao novo contexto marcado pela alta inflação e subida de juros, admitindo, contudo, que a pressão sobre os preços das casas existe. Mas garante que “apesar do crescente aumento dos preços, optamos por não abdicar do cumprimento dos critérios ESG com o objetivo comum de reduzir a pegada carbónica dos nossos projetos”.
ir para o trabalho

Mais de 30% da população trabalha fora do concelho onde reside

A escolha do meio de transporte para chegar ao trabalho é cada vez mais importante, numa altura em que 34,1% da população empregada portuguesa trabalha num concelho diferente daquele onde reside, segundo dados dos Censos de 2021 divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Nos últimos dez anos, a proporção de população que trabalha num município diferente daquele onde vive aumentou 1,3 pontos percentuais, de 32,8% para 34,1%. 
hospitais

Franceses vendem edifícios dos hospitais Lusíadas

Em 2021, o grupo francês Icade Santé adquiriu a totalidade do fundo Saudeinveste, da Fidelidade, por 213 milhões de euros, passando a ser proprietário dos edifícios de quatro hospitais privados em Portugal - três do grupo Lusíadas em Lisboa, Porto e Albufeira, e outro da HPA Saúde, situado em Lagos. Agora, e pouco mais de dois anos depois, os edifícios voltaram a ser vendidos.
Crise financeira nos EUA

Crise financeira nos EUA afetará investimento imobiliário em Portugal?

E, de repente, no rescaldo da pandemia e em plena espiral inflacionista e de crédito, gerada pela guerra na Ucrânia, uma nova tempestade surgiu na economia internacional e está a fazer soar os alarmes. O Silicon Valley Bank (SVB) faliu na semana passada, gerando uma onda de reações nos EUA e no mundo. As bolsas caíram a pique (inclusive na Europa, e Lisboa por arrasto). A Reserva Federal dos EUA (Fed) mobilizou apoios. A Euribor começou a dar sinais de descida e o Credit Suisse está a um passo de ter de ser intervencionado, ainda que o apoio do banco central da Suíça, reforçando a liquidez da instituição, esteja já a dar algum alento aos investidores e a animar bolsas europeias nesta quinta-feira. Mais uma crise financeira está instalada e agora a grande dúvida são os seus efeitos à escala global.