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Localizado junto à foz de Vila Nova de Gaia, no terreno da antiga Seca do Bacalhau, está a nascer o Sal D’Ouro, um projeto residencial promovido pela Taga Urbanic. Em causa estão 31 apartamentos de tipologias T1 a T4 e áreas entre os 51 e 144 metros quadrados (m2), com terraços e jardins privativos. Empreendimento deverá ficar concluído em 2025.
A discussão em torno do Alojamento Local (AL) passou rapidamente a centrar-se nas medidas anunciadas pelo Governo, em particular, nas políticas públicas de habitação e no apoio à renda, que motivou o envio de uma carta por Rui Moreira à ministra da Habitação.
O programa Porto Solidário será “extinto” se a medida de apoio à renda anunciada pelo Governo avançar, revelou o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, numa carta enviada à ministra da Habitação.
Com a dificuldade acrescida em comprar casa, devido aos altos preços dos imóveis, à alta inflação e à subida a pique dos juros no crédito habitação, há cada vez mais famílias a procurar casa para arrendar como solução habitacional. Mas também este mercado está a ficar cada vez mais caro, devido à falta de oferta. Em concreto, os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 5,5% no primeiro trimestre de 2023 face ao trimestre anterior, fixando-se em 13,6 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de março (valor mediano), aponta o índice de preços do idealista. Já em relação à variação mensal, a subida das rendas da casa foi de 1,7%.
Hoje, a alta inflação, a subida dos juros e, agora, a instabilidade financeira pautam o cenário económico. E, embora este panorama atual crie mudanças na procura de casa para comprar, a verdade é que os negócios seguem caminho a bom ritmo em 2023. Ainda assim, já se está a sentir um abrandamento na subida dos preços das casas à venda em Portugal, uma vez que se mantiveram estáveis no primeiro trimestre de 2023 face ao trimestre anterior, segundo aponta o índice de preços do idealista. Este não é, contudo, um cenário visível em todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 13 capitais de distrito, entre janeiro e março, com Viana do Castelo a liderar as subidas (11,1%). Os preços das casas para comprar subiram em Lisboa (0,9%) e no Porto (2,9%) neste período.
O arrendamento coercivo de casas devolutas e a suspensão de novas licenças de Alojamento Local (AL) são duas medidas do Mais Habitação, que mais polémica têm gerado. Esta quinta-feira, dia 30 de março, o Governo revelou que não só aprovou estas medidas em Conselho de Ministros, como passou para os municípios a responsabilidade de as pôr em prática. Isto é, são as câmaras que vão ficar encarregues de avançar com o arrendamento coercivo e também de renovar (ou não) as licenças de AL em 2030. Mas segundo critérios bem definidos.
Com mais de 24 milhões de habitantes, Shangai é uma das cidades mais populosas do planeta. A prosperidade da capital económica da China resultou num aumento vertiginoso da população em apenas 25 anos.
É preciso aumentar a oferta de casas em Portugal. Com mais ou menos polémicas, esta é, de forma unânime, a ideia defendida pelos vários players do setor imobiliário e da construção no país. É também uma aposta do Governo, que diz estar focado em dinamizar o mercado de arrendamento, por exemplo, sendo esse um dos objetivos a que se propõe com o programa Mais Habitação. Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), põe o dedo na ferida, ao afirmar que “não se construiu ou reabilitou (o suficiente) nos últimos 12 anos em Portugal”.
O mercado de arrendamento está cada vez mais caro. E é, sobretudo, nos grandes centros urbanos junto ao litoral onde as rendas das casas são mais elevadas. É, por isso, que na hora de arrendar casa importa olhar bem para os preços medianos praticados em cada município do nosso país, tal como mostra o mapa preparado pelo idealista/news. A boa notícia é que em, pelo menos, 166 concelhos é possível arrendar casa a um preço inferior à mediana nacional, de 6,52 euros/m2, registada em 2022, mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Vem daí descobrir quais são os 10 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal. E fica a conhecer ainda qual é a renda mediana registada no concelho onde resides.
Arrendar casa está cada vez mais caro, o que se deve, também, à falta de oferta existente no mercado. Ainda assim, e apesar de cerca de 70% dos portugueses serem proprietários, o número de contratos de arrendamento aumentou 24% em três anos, entre 2019 e 2022, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Este é um assunto, de resto, que não está a passar ao lado do Governo, que quer intervir no setor através do programa Mais Habitação – deverá ser aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros. Ao idealista/news, Maria Fernanda Rodrigues, secretária de Estado da Habitação, disse que o “Executivo está atento às necessidades do mercado de arrendamento”.
Portugal tem um problema crónico (e antigo) de falta de oferta no mercado de arrendamento. Mas há cada vez mais famílias a procurar casas para arrendar, já que o número de novos contratos continua a crescer, tal como apontam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). É precisamente este desequilíbrio entre a falta de oferta e alta procura que tem estado por detrás da subida das rendas das casas ano após ano, tendo o valor mediano se fixado em 6,52 euros/m2 nos últimos 12 meses terminados em dezembro de 2022. Mas, agora, o Governo de António Costa quer mudar esta realidade intervindo no mercado de arrendamento com o programa Mais Habitação, que deverá ser aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros.
A antiga fábrica da Luzoestela, a nascente da estação da CP de Aveiro está prestes a ganhar uma nova vida.
Queres viver numa casa com terraço para aproveitares o melhor que o sol tem para oferecer?
Com origem nos Estado Unidos, Israel, e com participação de capital nacional, a Portaviv está a promover diversos projetos imobiliários em Portugal, tendo contratualizado investimentos na ordem dos 20 milhões de euros, no último ano.
O mercado de arrendamento continua dinâmico em Portugal. Mas a falta de oferta para a alta procura tem elevado cada vez mais os preços das casas. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE): a renda das casas subiu 10,6% entre o quarto trimestre de 2022 e o período homólogo, fixando-se em 6,91 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do ano passado. E também os negócios tem vindo a refletir este desequilíbrio no mercado: o número de novos contratos de arrendamento registou uma queda de 3,3% face ao mesmo período de 2021.
Somam-se cada vez mais desafios aos negócios imobiliários. Primeiro a pandemia, depois a alta inflação e a subida dos juros no crédito habitação. E, mais recentemente, a crise financeira decorrente da falência dos bancos nos EUA, a que acresce o polémico Mais Habitação, que muito tem inquietado o mercado. Mesmo perante este cenário, o setor imobiliário tem resistido de boa saúde: as expectativas de negócios das casas estão em alta para 2023. Mas é verdade que a procura vai-se adaptando, com as famílias de classe média de olho em casas mais baratas e em terrenos. E as famílias de classe alta a retraírem as transações devido à instabilidade que o programa Mais Habitação trouxe ao mercado, segundo explicaram os especialistas presentes no Imobinvest – Salão do Imobiliário ao idealista/news na passada sexta-feira, dia 24 de março.
O grupo alemão NUMA, principal operador europeu de hotéis boutique e apartamentos turísticos totalmente digitalizados, anunciou recentemente a abertura de um novo hotel em Lisboa – será o segundo na capital portuguesa– e de outros três em Espanha: dois em Barcelona e um em Sevilha.
O Lidl começou as obras de construção de um novo entreposto, em Loures, um investimento de cerca de 110 milhões de euros que vai criar mais de 200 postos de trabalho, avançou a cadeia de retalho alemã, esta terça-feira.
As obras de construção do novo entreposto do Lidl Portugal em Loures, no distri
Dez anos depois, o histórico edifício do antigo quartel de Monte Pedral, no Porto, passou para domínio municipal – o terreno estava cedido ao Estado há mais de 100 anos. O espaço será agora reabilitado para dar lugar a um projeto habitacional que prevê a construção de mais de 300 casas para arrendamento acessível.
O imobiliário espanhol atravessa fronteiras. Lucas Fox, uma imobiliária famosa especializada em casas de luxo em Espanha, continua com o seu plano de expansão e anunciou a abertura de quatro novos escritórios este ano, localizados no Porto, Montpellier, San Sebastián e Estepona. A empresa abrirá assim os seus primeiros escritórios no mercado internacional, em França e em Portugal.