Economista-chefe do BCE abre a porta a nova subida de juros
O economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, admitiu que o limite superior do intervalo da taxa de juro neutra – que não trava nem estimula a economia – aumentou de 2,25% para 2,5%, o que significa que a autoridade monetária dispõe ainda de margem para novas subidas de juros sem comprometer o crescimento.
Banco de Inglaterra mantém juros em 3,75% no Reino Unido
O Comité de Política Monetária (MPC) manteve as taxas de juro diretoras do Reino Unido em 3,75%, em linha com as previsões dos analistas, divulgou o Banco de Inglaterra (BoE) esta quinta-feira, dia 18 de junho.Na reunião, o Comité de Política Monetária votou, por uma maioria de sete a favor da manut
Subida dos juros do BCE foi “importante” – mas devem manter-se em julho
O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, defendeu esta segunda-feira (dia 15 de junho) a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de subir os juros, considerando que teve como objetivo prevenir uma espiral de inflação.Na conferência de imprensa de apresentação do Boletim Económi
BCE sobe juros para travar inflação provocada pela guerra no Irão
A inflação na zona euro está a crescer para acima de 3% impulsionada pela rápida subida dos preços da energia devido ao conflito no Médio Oriente. E a economia europeia também se ressentiu, ficando praticamente estagnada no arranque do ano. Perante estes indicadores, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu agir e aumentar as taxas de juro diretoras em 25 pontos base na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 11 de junho. A sua principal missão é travar a subida generalizada dos preços, mesmo que isso implique uma queda no consumo e investimento.
Croata Boris Vujcic assume vice-presidência do BCE
O croata Boris Vujcic assume esta segunda-feira, dia 1 de junho, a vice-presidência do Banco Central Europeu (BCE), para um mandato não renovável de oito anos, sucedendo ao espanhol Luis de Guindos.Em março, o Conselho Europeu decidiu nomear o até agora governador do banco central da Croácia, Boris
Juros do BCE ficam congelados até fevereiro de 2026
As taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) vão continuar congeladas nos atuais níveis, pelo menos, até fevereiro de 2026.
Reserva Federal norte-americana corta juros em 25 pontos base
A Reserva Federal norte-americana (Fed) decidiu, esta quarta-feira (17 de setembro de 2025), cortar os juros em 25 pontos base, para um intervalo entre 4,00% e 4,25%, pela primeira vez desde dezembro de 2024, anunciou a instituição, no final de uma reunião de dois dias.
BCE volta a deixar juros inalterados perante incertezas globais
O contexto macroeconómico mundial é, hoje, desafiante. A Europa assiste a uma crise política em França e a um recuo da economia alemã, numa altura em que se aguardam efeitos concretos do acordo comercial com os EUA.
BCE põe pé no travão: mantém juros inalterados após série de cortes
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu meter um pé no travão e manter as suas três taxas de juro diretoras inalteradas esta quinta-feira, dia 24 de julho, interrompendo o ciclo de cortes.
BCE deverá voltar a descer juros em junho, antecipam analistas
Os analistas de política monetária esperam que o Banco Central Europeu (BCE) baixe as taxas de juro dos depósitos bancários em 25 pontos base, para 2%, em junho, e as mantenha neste nível até ao início de 2028.De acordo com um inquérito regular do BCE aos analistas, publicado esta terça-feira
BCE volta a descer juros para 2,25% perante ameaças à economia
O atual contexto de incerteza em volta da guerra comercial com os EUA levou muitos bancos centrais a fazer uma pausa na descida dos juros de referência, assumindo uma posição “wait and see”.
Banco de Inglaterra desce taxa diretora em 25 pontos para 4,5%
O Banco de Inglaterra decidiu esta quinta-feira, dia 6 de fevereiro, reduzir a taxa diretora de 4,75% para 4,5%, a primeira queda desde novembro passado, depois de uma descida da inflação homóloga, embora esta continue acima da meta de 2%.O comité de política monetária do banco votou por sete-dois a
Banco Central da Suécia desce taxa diretora em 0,25 pontos para 2,25%
O Banco Central da Suécia (Riksbank) anunciou esta quarta-feira (29 de janeiro de 2025) uma descida de 0,25 pontos nas taxas de juro diretoras para 2,25%, com o objetivo de estabilizar a inflação e estimular a atividade económica. Esta é a sexta redução das taxas desde maio de 2024 e representa uma diminuição acumulada de 1,75 pontos.
BCE sinaliza cortes graduais dos juros para 2025 até chegar a 2%
O Banco Central Europeu (BCE) deixou a porta aberta para novos cortes das suas taxas de juro diretoras, ao apaziguar o seu discurso após a reunião desta quinta-feira, dia 12 de dezembro.
BCE avança com 3º corte dos juros: taxas ficam abaixo dos 3,7%
A inflação na zona euro está a desacelerar a bom ritmo, mas já está abaixo da meta dos 2%. E a economia europeia continua frágil, estando a gerar uma onda de preocupações.
BCE volta a descer juros: taxas estão abaixo dos 4%
Tal como esperado pelos analistas de mercado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu avançar com um novo corte dos juros diretores na reunião de política monetária realizada desta quinta-feira, dia 12 de setembro. Mas houve uma surpresa: esta nova redução não foi linear às três taxas diretoras.
Corte dos juros do BCE? Inflação e economia europeia evoluem a favor
Há cada vez mais argumentos a favor de um corte das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE). A inflação na zona euro está a desacelerar a bom ritmo e a economia europeia está a dar sinais de melhoria, apesar de permanecer fraca. Estes são fatores que vão influenciar aquela que será a primeira flexibilização da política monetária europeia em dois anos, que está apenas prevista para junho, podendo mesmo avançar antes do primeiro alívio dos juros nos EUA. Tudo aponta que na próxima reunião que terá lugar na próxima quinta-feira, dia 11 de abril, o BCE deverá manter os juros inalterados e dar perspetivas claras sobre a redução das taxas nos próximos meses, o que poderá causar flutuações em baixa da Euribor.
BCE mantém juros inalterados no patamar dos 4% até março
Pela terceira vez consecutiva, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 25 de janeiro. Assim, os juros do BCE vão ficar inalterados no patamar entre os 4% e os 4,75%, pelo menos, até dia 7 de março, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros do BCE só deverão ocorrer no verão deste ano (e não antes), estando dependentes da evolução da inflação, dos salários, assim como dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.
Nova subida dos juros diretores? BCE diz que é “bastante improvável”
A inflação na Zona Euro continua a descer, estando cada vez mais perto do objetivo dos 2%. E esta trajetória tem-se revelado uma “agradável surpresa” para os mercados monetários. Isto porque os números mais recentes da inflação, que deverá fixar em 2,4% em novembro, “tornou uma nova subida de taxas de juro bastante improvável”, avançou Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do Banco Central Europeu (BCE). Mas alertou que as taxas de juro devem manter-se restritivas o tempo que for necessário, até porque a reta final de descida da inflação antecipa-se “difícil”. Já o mercado aposta na primeira descida dos juros diretores em 2024.
BCE abre a porta a nova subida dos juros para controlar inflação
Depois de ter decidido manter as taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de outubro, o Banco Central Europeu (BCE) está agora a refletir sobre qual vai ser o rumo da sua política monetária a partir de 14 de dezembro, data da sua próxima reunião. Há membros do Conselho do BCE que são favoráveis a deixar a porta aberta para novas subidas dos juros, apesar da inflação na Zona Euro ter descido para 2,9% em outubro (estando perto da meta dos 2%). Isto porque “ainda não podemos declarar vitória contra a inflação, mas estamos no caminho certo”, avisou Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do BCE.
Juros do BCE devem descer até 2% em harmonia com inflação, diz Centeno
Hoje, as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) estão no patamar dos 4% e deverão continuar em níveis restritivos até ser assegurada uma inflação estável nos 2%. Ainda não se sabe ao certo quando é que o regulador europeu vai avançar com a descida dos juros. Foi prevista para a segunda metade de 2024 ou 2025, mas o contexto internacional incerto, marcado pela guerra na Ucrânia e pelo conflito no Médio Oriente, poderá adiar esta decisão. O que Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP), espera é que os juros do BCE desçam para um intervalo entre 2% e 2,5%, compatível à inflação.
“Famílias devem assumir cenário de juros altos por um longo período”
Hoje, as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) estão no patamar dos 4%, depois de o regulador ter decidido mantê-las inalteradas na sua última reunião de política monetária. Embora a inflação na Zona Euro tenha descido até aos 2,9% em outubro, o futuro da evolução das taxas de juro continua incerto, sobretudo devido às incertezas geopolíticas, como a guerra na Ucrânia e o conflito no Médio Oriente, que podem alterar o rumo da inflação. Num momento em que é “difícil” fazer previsões quanto ao futuro da evolução dos juros do BCE, Juan Villén, responsável pelo idealista/créditohabitação, recomenda às famílias que tenham “cautela” e que “façam as suas contas assumindo um cenário de taxas de juro altas por um longo período”.
Crédito da casa: Portugal tem a 7ª taxa de juro mais alta da Zona Euro
Os bancos concederam um total de 1.870 milhões de euros em novos créditos habitação em setembro, mais 141 milhões de euros (+8%) que no mês anterior. É o valor mais elevado dos últimos 15 anos em Portugal, sendo preciso recuar até outubro de 2007 para encontrar um montante mais elevado (1.875 milhões de euros). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Banco de Portugal (BdP), que permitem concluir, no entanto, que a taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação disparou: aumentou de 4,23% em agosto para 4,26% em setembro, o valor mais elevado desde fevereiro de 2012. Significa isto que Portugal tem a 7ª taxa de juro média mais cara entre os países da Zona Euro.
Incerteza sobre a evolução das taxas de juro “afunda” o euro
A cotação do euro face ao dólar tem sido prejudicada nos últimos dias pelas dúvidas sobre o que acontecerá às taxas de juro nos próximos meses. Apesar de parte do mercado acreditar que o fim dos aumentos das taxas de juro já chegou, cresce também a possibilidade de que o recente aumento dos preços do petróleo e do gás possa aumentar as pressões inflacionistas e conduzir a novos aumentos no futuro.
BCE volta a subir juros em 25 pontos e coloca taxas acima de 4%
Apesar dos vários alertas para o risco da economia europeia entrar em recessão (ou até estagflação), o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a subir as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira, dia 14 de setembro. Assim, a principal taxa de refinanciamento – que tem efeitos sobre os créditos habitação - galopou para os 4,50%, o nível mais elevado desde maio de 2001. E a taxa dos depósitos fixou-se em 4,00%, o nível mais elevado de sempre.