Nos primeiros cinco meses de 2026, Lisboa registou 58.900 metros quadrados (m2) de nova área de escritórios contratada por empresas, enquanto o Porto teve uma ocupação de 14.400 m2.
Um investidor privado adquiriu recentemente uma loja de rua no número 3 da Avenida da República, em Lisboa. Trata-se de um espaço comercial com três pisos e cerca de 768 metros quadrados (m2), integrado num edifício residencial. O ativo, vendido pela BPI Gestão de Ativos, encontra-se totalmente arrendado a longo prazo a um banco privado português.
O mercado de escritórios português esteve em alta no ano de 2025. Ao atingir 735 milhões de euros em investimento, Portugal posicionou-se como um dos mercados que lideram a recuperação do setor a nível europeu, ficando mesmo à frente de países como Alemanha, Itália e Espanha.
Portugal vai reforçar a capacidade hoteleira com 70 novos hotéis e 7.520 camas até 2028, 60% das quais em segmentos de gama alta ou luxo, consolidando o país – e em particular a Área Metropolitana de Lisboa, que receberá metade desta nova oferta – como destino emergente no turismo premium europeu. Os dados, divulgados pela consultora JLL, confirmam também que em 2025 foram inauguradas 83 novas unidades hoteleiras, que acrescentaram 4.080 camas e motivaram transações no valor de 480 milhões de euros, sobretudo em hotéis de quatro e cinco estrelas.
A Porsche Immobilien Portugal, S.A. comprou um ativo imobiliário em Alcabideche, tendo em vista o desenvolvimento de um showroom multimarcas destinado aos clientes da Soauto VGRP. A aquisição deste imóvel reforça a presença da empresa na região de Cascais.
Está a nascer um projeto de grande escala no Parque das Nações, em Lisboa, que será a futura sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Privilegiando a utilização de materiais nacionais, este projeto foca padrões de sustentabilidade, bem-estar e eficiência.
O ano de 2025 foi muito positivo para o mercado imobiliário português, prevendo-se que o investimento comercial chegue aos 2.800 milhões de euros até final do ano, o que representa um crescimento de cerca de 25% relativamente ao ano anterior, superando a atividade média anual dos últimos anos.De aco
As duas maiores cidades do país, Lisboa e Porto, mantém-se competitivas no contexto europeu no que respeita ao setor do retalho. No entanto, o Porto destaca-se em termos de rendas prime, sendo mesmo o destino mais competitivo da Europa para a instalação de lojas.
O edifício Miraflores Premium 3, que integra o portefólio da MEAG em Portugal, vai receber um novo inquilino. Trata-se da Allianz Partners, que arrendou cerca de 1.250 metros quadrados (m2) de escritórios neste edifício, numa operação levada a cabo pela JLL e Cushman & Wakefield (C&W), sendo esta última também a responsável pela comercialização do imóvel em regime de exclusividade.
Os interiores do icónico edifício Aliados 20, na Avenida dos Aliados, no Porto - totaliza 1.800 metros quadrados (m2) -, serão totalmente reabilitados, de modo a acolher marcas de retalho e ocupantes para escritórios. A comercialização dos espaços estará a cargo da JLL e da CBRE, em regime de co-exclusividade.
'O mercado de escritórios em Lisboa registou, entre os meses de janeiro e setembro deste ano, uma ocupação de 131.200 metros quadrados (m2). Desse total, cerca de 53.200 m2 (41%) localizam-se no eixo CBD, ou seja, Avenida da República e adjacentes, Avenida Duque de Loulé e Amoreiras.
A atividade no mercado de escritórios na capital portuguesa superou, no take-up acumulado de 2025, os 100.000 metros quadrados (m2) no passado mês de agosto, tendo atingido, nesse mês, os 113.800 m2 de área tomada.
A TP em Portugal, subsidiária da multinacional líder mundial em serviços de outsourcing e soluções digitais, vai instalar a sua operação num único piso do Oriente Green Campus, em Lisboa. A operação, com cerca de 6.500 metros quadrados (m2), representa uma das maiores ocupações de escritórios em Lisboa em 2025. Situado junto ao Parque das Nações, o Oriente Green Campus distingue-se no mercado imobiliário por ter obtido o estatuto Triple Platinum, graças às certificações LEED, WELL e WiredScore.
É mais um indicador que mostra que o segmento de retalho em Portugal continua na mira dos investidores nacionais e estrangeiros. Segundo a JLL, no primeiro trimestre do ano, o volume de investimento em ativos de retalho ascendeu a 356 milhões de euros, representando 57% do total investido neste período: 625 milhões de euros transacionados. “Prevemos que esta dinâmica positiva se mantenha ao longo do ano”, antecipa Augusto Lobo, Head of Capital Markets da JLL Portugal.
O segmento de escritórios em Lisboa e Porto está a mostrar um “maior dinamismo”, tendo a ocupação de espaços aumentado em fevereiro face a janeiro nas duas cidades 45% e 385%, respetivamente, segundo dados divulgados pela JLL.
Portugal continua no radar dos investidores imobiliários nacionais e estrangeiros, sendo a “criação de nova oferta uma excelente oportunidade” no mercado nacional. Quem o diz é Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, salientando que o país precisa de “acelerar a capacidade de produção imobiliária, sendo claro que os investidores e os promotores têm muito interesse em fazê-lo”.
Ainda que aparentemente o modelo híbrido tenha vindo para ficar, nos últimos dois anos o escritório voltou a assumir um papel central no trabalho. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Future of Work Survey”, realizado pela JLL. Segundo o mesmo, há sinais de otimismo no mercado imobiliário corporativo (CRE), com dois terços dos líderes empresariais globais a prever o reforço do investimento no setor, de forma a tornar os espaços mais eficientes e a atrair trabalhadores.
A JLL arranca 2024 com uma nova liderança. O negócio em Portugal será liderado por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal. Esta nomeação segue-se à decisão de Pedro Lancastre, atual CEO, de deixar a consultora no final do ano passado.
Nos primeiros nove meses do ano, o investimento em imobiliário comercial somou 1.050 milhões de euros em Portugal, valor que apresenta uma quebra na ordem dos 46% face ao mesmo período de 2022. Em causa estão dados que constam no mais recente Market Pulse, da JLL. Trata-se de um recuo que se deve ao facto de haver “uma postura mais cautelosa dos investidores” e “um atraso na concretização de muitas operações, reflexo da crescente incerteza devido ao quadro macroeconómico e geopolítico”, refere a consultora. Esta é, de resto, “uma tendência global que está a afetar também Portugal”.
O mercado residencial português começa a ressentir-se da crise que o país enfrenta, numa “resposta natural” ao aumento das taxas de juro e do custo de vida das famílias. Esta é uma das conclusões do mais recente estudo da JLL, Portugal Living Destination, que revela que no 1º semestre deste ano o número de casas vendidas em Portugal caiu 22% face ao semestre homólogo. Volume de transações cifrou-se nos 14 mil milhões de euros, uma quebra de 16%.
Há um novo projeto imobiliário a nascer no Porto. Com a assinatura do gabinete de arquitetura OODA, o empreendimento "As Camélias" fica localizado numa das zonas nobres da cidade, Boavista, ocupando um terreno de 5.350 metros quadrados (m2), anteriormente residência dos Graham, proprietários da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos da Boavista, mais conhecida por Fábrica dos Ingleses.
Apesar do contexto geopolítico e tumulto económico provocado pelo aumento da inflação e taxas de juro, tudo indica que o setor imobiliário português deverá manter-se dinâmico e a atrair investimento este ano. Para 2023, a consultora imobiliária JLL estima, pelo menos, 1.800 milhões de euros em investimento. O montante poderá mudar, face à volatilidade das operações, mas as perspetivas de negócio são otimistas.
Mesmo com os “desafios que todos enfrentamos hoje”, com o aumento dos custos de construção e dos combustíveis, o impacto da subida da taxa de inflação e a incerteza e complexidade do conflito Ucrânia/Rússia, o mercado imobiliário em Portugal deverá “continuar a liderar o caminho da projeção internac
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