Comprar casa em Portugal

Conselhos para comprar e vender casa em tempos de inflação

O mercado imobiliário vive um momento de incerteza. Pela primeira vez numa década, o Banco Central Europeu aumentou a taxa de refinanciamento para 2%, tendo um impacto direto no imobiliário, já que afeta a concessão de crédito habitação. Além disso, os preços das casas em Portugal subiram 17,8% no segundo trimestre deste ano face ao período homólogo, colocando o preço das casas em 1.494 euros/m2, em termos medianos. Face a este panorama, explicamos tudo o que tens de saber para fazer o negócio da tua vida com cautela num momento em que a inflação em Portugal chegou aos 10,2% em setembro.
Renegociar crédito habitação

Renegociar crédito habitação é “prática normal”, diz CEO do Novo Banco

Dada a alta subida dos juros nos créditos habitação, o Conselho de Ministros deu luz verde ao diploma que vem definir um conjunto de medidas de apoio às famílias, permitindo, por exemplo, a renegociação dos empréstimos da casa para quem tenha uma taxa de esforço acima de 36%, desde que o financiamento bancário seja inferior a 300.000 euros. Sobre este ponto, o presidente executivo do Novo Banco garante que a instituição está a “operacionalizar o mais rápido possível” estas novas medidas. Mas Mark Bourke entende que a renegociação dos créditos da casa já é uma “prática bancária normal”.
Subida dos juros pelo BCE

BCE cria recessão? Deixar inflação alta teria custo maior, diz Centeno

Tudo está a ser feito pelo BCE para baixar a inflação que se faz sentir na Europa. Na última reunião, o regulador voltou a subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos, aumentando a taxa de refinanciamento para os 2%. Mas muitas foram as vozes que afirmaram que o caminho que a política monetária está a seguir poderá gerar uma recessão. Sobre este ponto, Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP) sublinha que se o BCE nada fizesse, a “alternativa seria manter taxas de inflação elevadas, o que teria um custo recessivo maior do que aquele que o aumento das taxas de juro provoca”.
Fed sobe juros

Fed volta a subir juros em 75 pontos – taxas nos EUA já chegam aos 4%

Do outro lado do Atlântico, a Reserva Federal norte-americana (Fed) está a apostar todas as cartas na subida das taxas de juro para baixar a inflação que se sente nos Estados Unidos da América (EUA), até aos 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade de preços na economia. Esta quarta-feira, dia 2 de novembro, o Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla inglesa) decidiu voltar a subir a taxa de juro em 75 pontos base, elevando-a para um intervalo entre 3,75% e 4%, o valor mais elevado no país desde 2007.
Subida dos juros pelo BCE

BCE sobe juros - mas continuam abaixo da média das economias ricas

Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) tem um objetivo bem claro: baixar a taxa de inflação na Zona Euro, que chegou aos 9,9% em setembro. E para o fazer está a usar a sua principal arma: subir as taxas de juro diretoras, embora reconheça que há risco de recessão. Na quinta-feira, dia 27 de outubro, o BCE anunciou a terceira subida dos juros diretores em 75 pontos base, elevando a principal taxa para os 2%. Ainda assim, esta taxa é inferior à média dos juros das economias mais desenvolvidas, que atingiu os 2,4%. Nos EUA e no Canadá, por exemplo, os juros diretores já estão acima dos 3%.
Subida da Euribor

Quanto sobe a prestação da casa com a Euribor? Simula aqui

Pela terceira vez em 2022, o BCE decidiu subir as taxas de juros diretoras, desta vez, em 75 pontos, tendo em vista pôr um travão à alta inflação na Zona Euro. Mas esta decisão traz consequências: segundo Miguel Cabrita, responsável do idealista/créditohabitação em Portugal, o aumento dos juros pelo regulador europeu "tem sido responsável pelas fortes subidas da Euribor que se têm registado nos últimos dias”. Ou seja, este novo aumento dos juros diretores poderá inflacionar a subida da Euribor e, por conseguinte, aumentar as prestações da casa. Mas quanto? Muito depende do ano do contrato. 
Recessão na europa

Subida dos juros pelo BCE: há recessão económica na Europa à vista?

A economia europeia já está a desacelerar. E a nova subida dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) em 75 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de outubro, vem limitar ainda mais o consumo das famílias e o investimento das empresas. Neste contexto, o risco de recessão está a tornar-se cada vez mais evidente na Zona do Euro. E Christine Lagarde, presidente do regulador europeu, tem isso bem presente na sua tomada de decisão, admitindo que há "a probabilidade de uma recessão está a pairar no horizonte".
Subida dos juros pelo BCE

BCE volta a subir juros em 75 pontos: como fica o crédito habitação?

O Banco Central Europeu (BCE) continua empenhado em pôr um travão à inflação que se faz sentir na Zona Euro e que chegou aos 9,9% em setembro, mesmo depois das taxas de juro diretoras terem subido 125 pontos base entre julho e setembro. Esta quinta-feira, dia 27 de outubro, o Conselho do BCE reuniu-se e decidiu voltar a usar a sua principal arma contra a inflação: voltou a subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos base. Uma vez mais, a decisão do regulador europeu vai continuar a ter impacto no custo dos créditos habitação, por via da subida das taxas Euribor.
Subida dos juros pelo BCE

Reação do idealista ao aumento das taxas de juro do BCE

Relativamente ao aumento das taxas de juro anunciado há poucos minutos pelo Banco Central Europeu (BCE), Miguel Cabrita, responsável do idealista/créditohabitação em Portugal, explica que "este aumento foi inicialmente descontado pelo mercado durante semanas e tem sido responsável pelas fortes subidas da Euribor que se têm registado nos últimos dias. No entanto, esse movimento mostra a ineficácia das medidas tomadas até agora, incluindo o importante aumento aprovado em setembro, com o objetivo de conter a inflação”.
Comprar casa com crédito habitação

Perguntas a fazer se queres comprar casa com crédito habitação agora

Comprar casa é uma das decisões financeiras mais importantes na vida de uma família, sobretudo se necessitar de recorrer a financiamento bancário, já que se traduz numa responsabilidade de longo prazo. É por isso que antes de dar este passo e contratar um crédito habitação para comprar casa, é importante ter em conta a documentação que deve ser apresentada, qual o valor das poupanças necessário e qual o valor que terá se ser pago de prestação da casa todos os meses.
Prestação da casa mais cara

Prestação da casa sobe 14,8% para 272 euros – a mais alta desde 2012

Os empréstimos habitação já estão a refletir os efeitos da subida das taxas de juro diretoras pelo BCE e o consequente aumento das taxas Euribor. Isto porque, no conjunto de contratos de crédito habitação em Portugal, a taxa de juro atingiu os 1,144% em setembro, o valor mais elevado desde março de 2016. E esta evolução espelha-se nas prestações da casa, que estão a ficar mais caras. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a prestação média fixou-se em 272 euros em setembro (+14,8% em termos homólogos). Esta é a prestação da casa mais elevada desde maio de 2012.
Apoios ao crédito habitação

Apoios ao crédito habitação: banca espanhola propõe congelar prestação

A subida das taxas Euribor está a agravar os créditos habitação de taxa variável em todos os países da Europa. E há vários Estados-membros que estão a preparar um conjunto de apoios para ajudar as famílias a pagar prestações da casa mais caras. Portugal foi um deles, com o Governo de António Costa a anunciar descontos no IRS e condições extra de renegociação para as famílias. E, em Espanha, a banca está a estudar a hipótese de congelar o pagamento das prestações da casa durante um ano para atenuar o impacto da subida dos juros e da inflação nos orçamentos familiares.
Renegociar crédito habitação

Apoios ao crédito habitação: condições extra de renegociação em breve

Para ajudar as famílias a enfrentar a subida dos juros no crédito habitação, o Governo desenhou várias medidas na proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), como é o caso da redução do escalão do IRS para trabalhadores por conta de outrem que possuam empréstimos da casa. Em paralelo ao orçamento, também foi desenhado um diploma que cria novo regime de renegociação dos contratos de crédito habitação com os bancos. E o ministro das Finanças já anunciou que espera apresentar “em poucas semanas” este novo processo legislativo que prevê as condições e modalidades de renegociação dos contratos.
Incumprimento do crédito habitação

Incumprimento no crédito habitação vai subir, prevê Fitch

Hoje, o incumprimento dos créditos habitação em Portugal está nos níveis mais baixos dos últimos 24 anos. Mas o atual cenário, marcado pela inflação e pela subida dos juros a pique, pode mudar tudo. A Fitch prevê que, à medida que as taxas de juro crescem, o nível de incumprimento do crédito habitação vai aumentar em 2022 e 2023. E vai afetar, sobretudo, as famílias mais vulneráveis.
Euribor nos 5%

OCDE admite Euribor em 5% em 2023: quanto sobe a prestação da casa?

A política monetária europeia tem um objetivo concreto: baixar a inflação dos atuais 10,0% para 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade dos preços. E, para o alcançar, o Banco Central Europeu (BCE) já subiu as taxas de juro diretoras em 125 pontos base. Tudo indica que irá continuar a fazê-lo, de tal modo que a OCDE acredita que os juros diretores possam subir até aos 4% já em 2023. Esta subida irá impulsionar ainda mais evolução ascendente das taxas Euribor elevando-as ao patamar dos 5%, atingido em 2008. Em resultado, as prestações da casa vão subir centenas de euros. Explicamos tudo com base em simulações.
Juros dos créditos habitação

Novos créditos habitação caem 11% com subida dos juros para 2,01%

As mudanças da política monetária por parte do BCE têm agitado as águas do mercado de crédito habitação. Depois de o regulador europeu ter subido as taxas de juro diretoras, as taxas Euribor voltaram a dar o salto em setembro. E como em Portugal a taxa variável continua a ser a mais procurada, qualquer flutuação da Euribor reflete-se nas taxas de juro dos novos créditos habitação, que em agosto atingiu o valor médio de 2,01%, o mais elevado desde maio de 2016, aponta o Banco de Portugal (BdP). Por outro lado, a subida dos juros poderá estar a influenciar o montante concedido em novos créditos habitação, já que caiu 11% entre julho e agosto.
Euribor a subir

Euribor a 12 meses dispara para 2,233% e a 6 meses para 1,596%

Reagindo à subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 125 pontos base e à instabilidade dos mercados financeiros, as taxas Euribor médias deram o salto para todos os prazos em setembro. A Euribor a 12 meses chegou aos 2,233% e a Euribor a 6 meses aos 1,596%. E tudo indica que vão continuar a subir nos próximos meses.
Apoios para pagar a prestação da casa

Apoios ao crédito habitação: já há propostas em cima da mesa

Hoje, as famílias estão a apertar o cinto. Ora porque a inflação está a encolhe o poder de compra ora porque as taxas Euribor estão a subir. É por tudo isto que o Governo já está a avaliar possíveis ajudas às famílias para pagar as prestações da casa. E já há propostas em cima da mesa por parte do BE. Mas tudo indica que estas ajudas serão de carácter transitório, já que estamos perante um cenário de normalização das taxas de juro.
Investimento imobiliário

Investimento imobiliário é refúgio contra subida de juros e inflação

O ambiente atual é marcado pela alta inflação e pela subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu. Todos estes fatores vão influenciar os mercados e o imobiliário não é exceção. Para já, o mercado de investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. Mas há desafios à vista.
Subida de juros no crédito habitação

Subida de juros encolhe valor concedido no crédito habitação – porquê?

A vida das famílias que pretendem contratar novos créditos habitação está a complicar-se. Isto porque os agregados têm de cumprir uma série de critérios para conseguir ter financiamento bancário. E, agora, enfrentam a subida dos juros à boleia da Euribor. Mas há um efeito escondido deste cenário: quanto mais subirem os juros, menor é o valor que os bancos estão autorizados a emprestar.
Prestação da casa 2023

Euribor em 2023: prestação da casa vai subir 23 euros, diz Centeno

A Euribor está a subir desde o início do ano e tudo indica que vai continuar a crescer. Mas quanto vão subir as prestações da casa no próximo ano? Segundo as contas do Banco de Portugal, a prestação média em julho de 2022 situava-se nos 250 euros. E tendo em conta a previsão da Euribor para julho de 2023, a prestação da casa deverá subir 23 euros.
subida taxas de juro

Explosão de juros em setembro: bancos centrais continuam a subir taxas

Setembro foi um mês explosivo no que diz respeito aos juros: mais de 20 bancos centros decidiram aumentar as taxas. A Mongólia foi líder das subidas, com um aumento de 200 pontos base, seguida pelo Chile, Costa Rica, Suécia e Vietname – todos registaram aumentos das taxas diretoras de 100 pontos base.

Juros diretores vão subir mínimo de 50 pontos base, diz membro do BCE

O Banco Central Europeu (BCE) já subiu as taxas de juros diretoras em 125 pontos base este ano. E há mais subidas à espreita. Segundo o governador do banco central da Lituânia e membro do BCE, Gediminas Simkus, os juros diretores deverão aumentar pelo menos 50 pontos base na próxima reunião marcada para outubro dada a alta inflação que se faz sentir.