Elevada incerteza no setor financeiro pede vigilância, diz FMI
A chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, pediu este domingo, dia 26 de março, para "se permanecer vigilante" face à "elevada incerteza" no setor financeiro, comentários que surgem depois das recentes turbulências com os bancos ocidentais.
BCE vai voltar a subir juros depois do aumento de 50 pontos em março
O Banco Central Europeu (BCE) vai voltar a subir, em março, as taxas de juro diretoras em 50 pontos base, elevando a taxa de refinanciamento para os 3,5%. E Christine Lagarde, presidente do regulador europeu, declarou esta quarta-feira que os aumentos das taxas de juro para conter a inflação devem continuar, embora não tenha adiantado as dimensões dos novos aumentos. Já Joachim Nagel, governador do banco central alemão, avisa que os juros terão de subir “de forma significativa” para controlar a inflação na Zona Euro.
Pedir crédito habitação em março custa mais 300 euros de prestação
Há um ano, as taxas Euribor ainda estavam em terrenos negativos, mas logo começaram a dar os primeiros sinais de subida. Esta foi uma das primeiras reações do mercado às subidas das taxas de juro diretoras então anunciadas pelo Banco Central Europeu (BCE) para travar a subida da inflação, que a guerra na Ucrânia catalisou. De lá para cá, a política monetária apertou (muito) e as taxas Euribor já subiram mais de 3 pontos percentuais (p.p.), estando hoje em níveis de 2008. E esta evolução é espelhada nas prestações da casa dos novos créditos habitação de taxa variável: quem contratar um empréstimo em março de 2023 vai pagar mais 300 euros, face a quem assinou o contrato um ano antes.
BCE: perspetiva de subida de juros em 50 pontos continua “sólida”
No final da reunião de política monetária realizada no passado dia 15 de fevereiro, Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE) deixou bem claro que iria voltar a subir as taxas de juro diretoras em 50 pontos base em março, para travar a alta inflação que ainda se faz sentir na Europa. E, agora, Philip Lane, economista-chefe do BCE, veio a público dizer que a perspetiva de aumentar os juros diretores em 50 pontos continua “sólida”, até porque é sustentada pelos dados económicos mais recentes.
BCE vai voltar a subir juros - apesar da economia ter menos riscos
O Banco Central Europeu (BCE) está seguro de que a sua política monetária deverá apertar ainda mais, apesar das perspetivas para a evolução da economia europeia terem melhorado no início deste ano. A presidente do regulador Christine Lagarde reforçou que vai mesmo haver uma nova subida das taxas de juro diretoras, em 50 pontos base, na próxima reunião agendada para março. Mas há quem defenda, dentro do Conselho do BCE, que as taxas de juro devem aumentar menos à medida que a inflação na Zona Euro desce.
Euribor: o que é e como afeta a carteira das famílias?
Muito se tem ouvido falar na rápida subida das taxas de juro nos créditos habitação, num momento em que o contexto económico e financeiro está a mudar. E aqui entram termos específicos como é o caso das taxas Euribor. Mas, afinal, o que é exatamente a Euribor? E como é que estas taxas de referência afetam as famílias que têm empréstimo habitação (ou pensam contratar)? Explicamos tudo neste artigo.
BCE sobe juros para 3% e avisa de novos aumentos este ano
A inflação na Zona Euro já está a dar sinais de descida, abrandando para 9,2% em dezembro. Mas ainda está “demasiado elevada” aos olhos do regulador europeu. E por isso mesmo o Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira voltar a subir as taxas de juro diretoras em 50 pontos base. Este aumento eleva a taxa de juro das operações de refinanciamento para 3%, o que poderá influenciar ainda mais a evolução ascendente da Euribor e, por conseguinte, agravar os custos do crédito habitação. Próxima subida dos juros será em março de 50 pontos base, avisa BCE.
Inflação em Portugal volta a descer em janeiro para 8,3%
Há boas notícias no que diz respeito à subida generalizada dos preços em Portugal. A inflação no nosso país caiu em janeiro para 8,3%, segundo aponta a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira divulgada. Esta foi a terceira descida da inflação no nosso país que se deu, sobretudo, pela desaceleração dos preços da energia. Os dados definitivos sobre a inflação em Portugal vão ser publicados no próximo dia 10 de fevereiro.
Juros do BCE vão chegar a 4% em 2023, dizem economistas
Os mercados monetários e financeiros já estão a aguardar um novo aperto monetário na próxima reunião do Banco Central Europeu (BCE), que vai decorrer esta quinta-feira, dia 2 de fevereiro. E, segundo vários economistas e membros do Conselho do BCE, tudo indica que a nova subida das taxas de juro diretoras será de 50 pontos base. Já as previsões para os novos aumentos não são animadoras: os especialistas da Economist Intelligence Unit (EIU) acreditam que os juros de referência na Zona Euro vão chegar a 4% em meados de 2023 e só vão começar a descer no terceiro trimestre de 2024.
Crédito da casa: Portugal é o 2º país da UE onde os juros mais subiram
O universo dos empréstimos habitação para comprar casa mudou ao longo de 2022, sobretudo, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter começado a subir as taxas de juro diretoras. Com o preço do dinheiro mais elevado, as taxas de juro no crédito habitação começaram a aumentar em quase todos os Estados-membros da União Europeia (UE), embora a diferentes velocidades. Portugal foi mesmo o segundo país da UE que registou a maior subida dos juros nos novos empréstimos para comprar casa entre novembro de 2021 e o mesmo mês de 2022, fixando-se em 3,08%.
Juros vão subir 50 pontos em fevereiro e março, diz membro do BCE
O compromisso do Banco Central Europeu (BCE) passa mesmo por baixar a inflação na Zona Euro o quanto antes. E, por isso, assume continuar com a sua atual política monetária, marcada pela subida das taxas de juro diretoras. E qual será a dimensão das próximas subidas dos juros? Klaas Knot, membro do Conselho do BCE e presidente do banco central dos Países Baixos, afirma que o regulador europeu deverá subir os juros diretores em 50 pontos base nas reuniões de fevereiro e março. E vai continuar a aumentar as taxas de juro nas reuniões seguintes.
Zona Euro esquiva-se da recessão - mas BCE insiste em subir juros
Apesar da alta inflação e da crise energética que se faz sentir no mundo, o Fundo Monetário Internacional (FMI) excluiu um cenário de recessão económica mundial em 2023.
Portugal e Zona Euro escapam a recessão económica, acreditam líderes
A inflação, a crise energética e a subida dos juros diretores pelo Banco Central Europeu marcaram o ano de 2022. E ao ver os estímulos ao consumo e ao investimento a desvanecer, foram muitos os que colocaram em cima da mesa um cenário de recessão económica na Europa. Mas, para já, as economias têm-se esquivado a este cenário. O governador do Banco de Portugal está confiante de que é possível evitar uma recessão na Zona Euro, até porque o crescimento resistiu no quarto trimestre de 2022. E também Portugal deve escapar à contração económica no curto prazo, acredita o ministro das Finanças.
Juros do BCE vão atingir pico de 3,25% em maio – alívio será em julho
O Banco Central Europeu (BCE) tem estado empenhado nos últimos meses em travar a inflação que se faz sentir na Zona Euro, subindo as taxas de juro diretoras em 250 pontos base. E prometeu continuar a fazê-lo até que a inflação desça ao patamar dos 2%.
Euribor atinge máximo em dezembro: como ficam as prestações da casa?
As famílias entraram em 2023 a apertar o cinto devido à alta inflação. E, agora, quem quiser avançar com a compra de casa com recurso a crédito habitação tem de se preparar para pagar mais. Isto porque as taxas de juros dos empréstimos da casa estão a subir à medida que o Banco Central Europeu (BCE) decide aumentar os juros diretores para travar a inflação na Zona Euro - já aumentaram em 250 pontos base. Este cenário tem dado ainda mais gás à subida das taxas Euribor e, por conseguinte, às prestações da casa, tal como mostram as simulações do idealista/créditohabitação.
2023: BCE vai voltar a subir juros, mas menos
Um novo ano começa cheio de desafios macroeconómicos. A inflação na Zona Euro fixou-se nos 10,1% em novembro. E a política monetária está mais apertada, depois do BCE ter subido os juros diretores em 250 pontos base em 2022. E assim vai continuar em 2023: a presidente do regulador europeu admite continuar a subir os juros para conter a inflação que, além de ser impulsionada pela guerra na Ucrânia, também é alimentada pelas políticas orçamentais dos países. Se assim não fosse, “seria pior para todos”, frisou Christine Lagarde. Mas a subida dos juros deverá ser mais contida, antecipam analistas.
Inflação e juros altos em 2022 encarecem crédito habitação em Portugal
Um dos fatores que mais marcou o ano de 2022 prende-se com a alta inflação que se fez sentir na Europa e rapidamente contagiou toda a economia portuguesa. Perante este cenário, o Banco Central Europeu começou a usar a sua principal arma para conter o aumento generalizado dos preços: subiu as taxas de juro diretoras ao longo do ano. Acontece que esta resposta monetária ao ciclo inflacionista acabou por subir os juros nos créditos habitação em Portugal. E, agora, os portugueses têm não só o poder de compra reduzido por via da inflação, como têm de pagar prestações da casa bem mais elevadas.
Poupanças nos depósitos voltam a engordar com juros mais altos
Colocar poupanças num depósito bancário é uma forma de proteger o dinheiro num momento de alta inflação, muito embora até há bem pouco tempo os depósitos a prazo pouco ou nada rendiam. Mas este cenário está, agora, a mudar em Portugal e na Europa: as taxas de juro nos depósitos a prazo estão a subir depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter subido as taxas de juro diretoras em 250 pontos base. E, em resultado, as poupanças nos depósitos (a prazo e não só) têm engordado no nosso país. Em novembro, totalizavam 182,3 mil milhões de euros, permanecendo no maior patamar de sempre.
Economia mundial vai crescer ao ritmo “mais fraco” em 20 anos, diz FMI
As previsões das principais instituições internacionais para a evolução da economia em 2023 não são animadoras. Isto porque admitem que o crescimento da economia mundial irá abrandar no próximo ano, em particular na Zona Euro, onde algumas das principais economias podem registar uma recessão económica. Uma destas instituições é o Fundo Monetário Internacional (FMI) que diz que o crescimento económico global será de 2,7% em 2023, o “mais fraco” dos últimos 20 anos. Já a economia da Zona Euro deverá crescer ainda menos, 0,5%. Resta saber se Portugal irá esquivar-se ou não à recessão económica.
BCE fará mais subidas dos juros para controlar inflação, diz Guindos
O Banco Central Europeu (BCE) vai fazer mais subidas das taxas de juro para levar inflação à meta de 2% e a amplitude dessas subidas dependerá dos dados económicos, segundo o vice-presidente da entidade monetária, Luis de Guindos.
Recessão económica global é esperada em 2023, diz consultora
Todos os fatores macroeconomicos parecem estar reunidos para que a tempestade económica se forme a nível mundial. A inflação está nos níveis mais elevados das últimas décadas em vários países. E os bancos centrais de todo o mundo estão empenhados em subir os juros diretores para fazer baixar a escalada de preços, reduzindo o consumo das famílias e o investimento das empresas. Com este cenário como pano de fundo, a Centre for Economics and Business Research (CEBR) afirma que é esperada uma recessão económica global já em 2023.
BCE subirá juros em 75 pontos? Centeno acredita que ciclo acabou
O Banco Central Europeu (BCE), liderado por Christine Lagarde, tem usado a sua principal arma para pôr um travão à alta inflação que se faz sentir na Zona Euro, subindo os juros diretores em 250 pontos base desde julho até agora. Depois de as ter aumentado em 75 pontos em setembro e em outubro, o BCE decidiu abrandar a evolução das taxas de juro em dezembro, com um aumento de 50 pontos. E vai assim continuar? O governador do Banco de Portugal (BdP) acredita que já não voltaremos a ver aumentos “jumbo” nos juros de 75 pontos.
Subida de juros pelo BCE irá agravar "desnecessariamente" a recessão
O ex-vice presidente do Banco Central Europeu (BCE) Vítor Constâncio disse na passada quinta-feira, dia 15 de dezembro, que as decisões do banco central e as previsões de inflação apontam para uma política excessivamente restritiva, que diz que irá agravar desnecessariamente a recessão.
BCE vai voltar a subir juros em 2023: como vai impactar a economia?
O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juros diretoras esta quinta-feira, dia 15 de dezembro, pela quarta vez em 2022. A autoridade monetária e financeira da Europa cumpriu as previsões do mercado e elevou o preço do dinheiro na Zona do Euro em 50 pontos base, atingindo os 2,5%. Apesar de as taxas estarem no nível mais alto desde dezembro de 2008, o mercado não tem dúvidas de que os juros diretores vão continuar a subir em 2023. Mas quais vão ser as consequências para a economia? E para os créditos habitação? O idealista/news falou com vários economistas e explica tudo.
BCE subirá juros “significativamente” - inflação é “demasiado elevada“
O regulador europeu liderado por Christine Lagarde voltou a subir os juros diretores em 50 pontos base esta quinta-feira, elevando a taxa de refinanciamento para os 2,5%, o nível mais elevado desde finais de 2008.