Subida dos juros pelo BCE

BCE sobe juros em 50 pontos: qual o impacto no crédito habitação?

O contexto económico mudou em 2022, com a inflação a disparar na Zona Euro. E, para travar esta subida, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu mudar o rumo da sua política monetária, iniciando a subida das taxas de juro diretoras em julho. De lá para cá, o regulador europeu já subiu os juros diretores em 250 pontos base, tendo o último aumento sido anunciado esta quinta-feira, de 50 pontos. Estas decisões estão a ter impacto nas carteiras das famílias, já que a subida dos juros diretores influencia a evolução da Euribor, agravando o custo dos créditos habitação de taxa variável.
Taxa fixa no crédito habitação

Taxas fixas dos novos empréstimos da casa a subir ao ritmo da Euribor

Quem pretende comprar casa depara-se com uma questão estrutural num momento em que a Euribor está a encarecer os empréstimos da casa de taxa variável: valerá a pena fixar os juros no crédito habitação? Apostar na taxa fixa dará mais tranquilidade financeira às famílias, já que as prestações da casa não variam do início ao fim do contrato. Mas esta estabilidade tem um preço: as taxas fixas para os novos créditos habitação também estão a subir, tendo chegado, em média, aos 4,1% em outubro, mais 2 pontos percentuais (p.p) do que em dezembro de 2021, revelam os dados do Banco de Portugal (BdP).
Subida dos juros pelo BCE

Bancos mais expostos a imobiliário com subida de juros, alerta BCE

A subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 200 pontos base mexe - e muito - com a atividade bancária na Zona Euro. Se, por um lado, o regulador europeu está confiante de que a maioria dos bancos vai melhorar a sua rentabilidade com o aumento dos juros, por outro alerta para o risco de deterioração da qualidade dos ativos nos próximos meses. Diante de um cenário também marcado pelo risco de recessão e pela crise energética, o BCE alerta os bancos europeus para as vulnerabilidades do mercado imobiliário geradas pela subida dos juros.
Recessão na europa

Recessão na Europa à espreita – e subida de juros do BCE também

A subida generalizada dos preços no espaço europeu descontrolou-se ao longo de 2022, de tal forma que, em julho, o Banco Central Europeu (BCE) arregaçou as mangas e começou a subir as taxas de juro diretoras para travar a inflação. Mas este cenário já se está a refletir no abrandamento do crescimento económico de vários países europeus. Agora, o regulador europeu admite que os riscos para a estabilidade financeira estão a aumentar, estando à espreita uma recessão técnica na Europa. Ainda assim, e para tentar travar a inflação, o BCE deverá continuar a subir os juros diretores - embora de forma mais lenta.
Subida dos juros pelo BCE

BCE cria recessão? Deixar inflação alta teria custo maior, diz Centeno

Tudo está a ser feito pelo BCE para baixar a inflação que se faz sentir na Europa. Na última reunião, o regulador voltou a subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos, aumentando a taxa de refinanciamento para os 2%. Mas muitas foram as vozes que afirmaram que o caminho que a política monetária está a seguir poderá gerar uma recessão. Sobre este ponto, Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP) sublinha que se o BCE nada fizesse, a “alternativa seria manter taxas de inflação elevadas, o que teria um custo recessivo maior do que aquele que o aumento das taxas de juro provoca”.
Euribor no crédito habitação

Euribor volta a subir em outubro: como agrava as prestações da casa?

Comprar casa com recurso a crédito habitação está a ficar mais caro à medida que o BCE decide aumentar as taxas de juros diretoras. A última subida ocorreu no passado dia 27 de outubro, em 75 pontos base, elevando a taxa de refinanciamento para os 2%. Esta decisão influencia as taxas Euribor, que estão a subir em flecha para todos os prazos. Isto quer dizer que quem pretende, hoje, contratar um empréstimo habitação de taxa variável vai pagar mais de prestação da casa do que quem contratou há meses ou anos. O idealista simulou como é que as recentes subidas da Euribor impactam as prestações.
Subida dos juros pelo BCE

BCE sobe juros - mas continuam abaixo da média das economias ricas

Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) tem um objetivo bem claro: baixar a taxa de inflação na Zona Euro, que chegou aos 9,9% em setembro. E para o fazer está a usar a sua principal arma: subir as taxas de juro diretoras, embora reconheça que há risco de recessão. Na quinta-feira, dia 27 de outubro, o BCE anunciou a terceira subida dos juros diretores em 75 pontos base, elevando a principal taxa para os 2%. Ainda assim, esta taxa é inferior à média dos juros das economias mais desenvolvidas, que atingiu os 2,4%. Nos EUA e no Canadá, por exemplo, os juros diretores já estão acima dos 3%.
Inflação em Portugal a subir

Inflação sobe para 10,2% em outubro – a mais alta desde maio de 2012

Apesar dos esforços do Banco Central Europeu (BCE) para travar o consumo e o investimento, por via da subida das taxas de juro diretoras – voltou a aumentar os juros esta quinta-feira em 75 pontos base – , a inflação em Portugal continua a subir. Segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgada esta sexta-feira, dia 28 de outubro, a inflação no nosso país deu o salto para 10,2%, uma taxa superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior, sendo a mais elevada desde maio de 1992.
Juros nos depósitos a prazo

BCE aumenta juros em 75 pontos: taxas dos depósitos a prazo vão subir?

A economia europeia estremeceu com a nova subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 75 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de outubro. Há consequências à vista para a economia: a Euribor deverá continuar a subir, tornando os créditos habitação mais caros, e há já vários países que estão a sentir as economias a contrair. Mas também há efeitos positivos para as carteiras das famílias: o aumento dos juros diretores impulsiona também a subida das taxas de juro dos depósitos a prazo no espaço europeu, tornando-os mais rentáveis. Explicamos.
Recessão na europa

Subida dos juros pelo BCE: há recessão económica na Europa à vista?

A economia europeia já está a desacelerar. E a nova subida dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) em 75 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de outubro, vem limitar ainda mais o consumo das famílias e o investimento das empresas. Neste contexto, o risco de recessão está a tornar-se cada vez mais evidente na Zona do Euro. E Christine Lagarde, presidente do regulador europeu, tem isso bem presente na sua tomada de decisão, admitindo que há "a probabilidade de uma recessão está a pairar no horizonte".
Subida dos juros pelo BCE

BCE volta a subir juros em 75 pontos: como fica o crédito habitação?

O Banco Central Europeu (BCE) continua empenhado em pôr um travão à inflação que se faz sentir na Zona Euro e que chegou aos 9,9% em setembro, mesmo depois das taxas de juro diretoras terem subido 125 pontos base entre julho e setembro. Esta quinta-feira, dia 27 de outubro, o Conselho do BCE reuniu-se e decidiu voltar a usar a sua principal arma contra a inflação: voltou a subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos base. Uma vez mais, a decisão do regulador europeu vai continuar a ter impacto no custo dos créditos habitação, por via da subida das taxas Euribor.
Depósitos a prazo em Portugal

Ter poupanças em depósitos: juros em Portugal dos mais baixos na UE

A subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) para travar a inflação acaba por influenciar o aumento generalizado dos juros na Zona Euro, quer nos créditos habitação, quer nos depósitos a prazo. Mas nem todos os países europeus estão a refletir esta subida dos juros diretores da mesma forma. Colocar as poupanças num depósito a prazo rende 1,44% nos Países Baixos, enquanto em Portugal rende 20 vezes menos. A taxa de juro nos depósitos a prazo no nosso país, de 0,07%, foi mesmo a terceira mais baixa da União Europeia (UE) em agosto.
Subida de juros pelo BCE

Subida de juros divide bancos centrais na Zona Euro

A política monetária deu uma volta de 360 graus depois do Banco Central Europeu (BCE) ter subido as taxas de juro diretoras em 125 pontos base. E haverá mais subidas dos juros diretores nas próximas reuniões, de forma a travar a inflação na Zona Euro. A questão agora prende-se com a dimensão da próxima subida dos juros. E sobre este ponto não há consenso entre os bancos centrais.
Investimento imobiliário

Investimento imobiliário é refúgio contra subida de juros e inflação

O ambiente atual é marcado pela alta inflação e pela subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu. Todos estes fatores vão influenciar os mercados e o imobiliário não é exceção. Para já, o mercado de investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. Mas há desafios à vista.
Prestação da casa 2023

Euribor em 2023: prestação da casa vai subir 23 euros, diz Centeno

A Euribor está a subir desde o início do ano e tudo indica que vai continuar a crescer. Mas quanto vão subir as prestações da casa no próximo ano? Segundo as contas do Banco de Portugal, a prestação média em julho de 2022 situava-se nos 250 euros. E tendo em conta a previsão da Euribor para julho de 2023, a prestação da casa deverá subir 23 euros.

Euro digital vai chegar em 2023: o que é e como funciona?

O mercado de capitais está a mudar. Os criptoativos chegaram e envolveram por completo o meio financeiro no universo digital. E, hoje, a rapidez, anonimato, segurança e menores custos dos criptoativos têm atraído cada vez mais pessoas a investir, embora estes negócios também apresentem os seus riscos. Para entrar neste meio, o BCE está a desenvolver o euro digital, que deverá ser emitido em setembro de 2023. Explicamos tudo neste artigo.
BCE volta a subir taxas de juro

BCE sobe juros em 75 pontos base: qual o impacto no crédito habitação?

O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juro diretoras esta quinta-feira, dia 8 de setembro. Depois de em julho ter subido pela primeira vez em 11 anos estas taxas em 50 pontos base, o regulador europeu decidiu, desta vez, aumentar os juros em 75 pontos base. E tudo indica que este não será o último aumento, já que estão previstas outras subidas dos juros em 2022 para combater a inflação, que ultrapassa os 9% na Zona Euro. Esta decisão traz consequências para a economia europeia, que serão sentidas, sobretudo, no custo dos créditos habitação e no financiamento público e empresarial. Mas também traz aspetos positivos para quem tem poupanças no banco, dado que tornará os depósitos a prazo mais rentáveis do que nunca.