A Reserva Federal (Fed) norte-americana decidiu deixar as taxas de juro inalteradas, pela quarta vez este ano, numa altura de incerteza sobre os impactos das tarifas e com críticas de Trump ao líder do banco central.
O Banco do Japão manteve a taxa de referência inalterada e revelou um plano para abrandar a sua retirada do mercado obrigacionista a partir do próximo ano, sinalizando cautela após o aumento da volatilidade do mercado.O conselho do banco central japonês, liderado pelo governador Kazuo Ueda, manteve
O Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO), que inclui a Guiné-Bissau, baixou a taxa de juro de referência para 3,25%, a primeira descida desde 2020, num contexto de crescimento económico robusto.De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, que cita um comunicado do BCEAO
O Banco Central da Rússia baixou esta sexta-feira, dia 6 de junho, as taxas diretoras pela primeira vez desde o primeiro ano da guerra, de 21% para 20%.“O conselho de administração do Banco Central da Rússia decidiu reduzir a taxa de juros em 100 pontos base para 20% ao ano”, disse o emissor, marcan
A Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) e o Banco Central da Noruega decidiram manter as suas taxas de juro, enquanto o Banco de Inglaterra optou por aliviar a pressão sobre consumidores e empresas, reduzindo o preço do dinheiro.
O banco central da China anunciou esta segunda-feira que vai manter a taxa de juro de referência a um ano (LPR, na sigla em inglês) em 3,1% pelo sétimo mês consecutivo, indo ao encontro das expectativas dos analistas.
O Banco Central da Rússia (BCR) manteve pela terceira reunião consecutiva as taxas diretoras em 21%, nível fixado no final de outubro de 2024 e mantido, contra todas as probabilidades, em dezembro e fevereiro, apesar da persistente inflação elevada.
O Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 13,25% ao ano, sendo este o quarto aumento consecutivo na tentativa de conter a inflação.
O Banco Central da Suécia (Riksbank) anunciou esta quarta-feira (29 de janeiro de 2025) uma descida de 0,25 pontos nas taxas de juro diretoras para 2,25%, com o objetivo de estabilizar a inflação e estimular a atividade económica. Esta é a sexta redução das taxas desde maio de 2024 e representa uma diminuição acumulada de 1,75 pontos.
O banco central da Rússia manteve, esta sexta-feira (dia 20/12/2024), as taxas diretoras em 21%, fixadas no final de outubro e o nível mais alto desde 2013, apesar de a inflação continuar a subir e os preços a registar uma tendência ascendente.
O Banco Popular da China (banco central) anunciou, esta sexta-feira (dia 20/12/2024), que vai manter a taxa de juro de referência em 3,1% pelo segundo mês consecutivo, indo ao encontro das expectativas dos analistas, que não esperavam qualquer alteração.Na atualização mensal, a instituição indicou q
O Banco do Japão (BoJ) decidiu esta quinta feira, dia 19/12/2024, manter a taxa de juro de referência a curto prazo em 0,25%, assim como outras medidas de política monetária, no final da última reunião do ano.O conselho de política monetária do banco central japonês decidiu por unanimidade manter a
A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) aprovou esta quinta-feira, dia 19 de dezembro de 2024, um corte de 0,25 pontos percentuais da principal taxa de juro de referência, a terceira descida em três meses, seguindo a Reserva Federal (Fed) norte-americana.A AMCM fixou em 4,75% a taxa de redesconto, va
O Banco Central (BC) do Brasil aprovou, esta quinta-feira (dia 12 de dezembro) o aumento da taxa básica de juros do país em um ponto percentual, para 12,25% ao ano.
O Banco do Canadá anunciou esta quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2024, uma descida de 50 pontos base na sua taxa de juro, a segunda consecutiva, o que a deixa em 3,25%. É também a quinta vez que a autoridade monetária corta as taxas de juro desde junho, quando iniciou este ciclo, sendo a primeira economia do G7 a reduzir os juros após a pandemia.
O banco central da China anunciou esta segunda-feira, dia 21 de outubro, a descida de duas taxas de juro de referência, prosseguindo os esforços para estimular a segunda maior economia mundial, abalada pela crise no imobiliário e falta de confiança dos consumidores.
Os recentes choques económicos a nível mundial, como a crise financeira de 2008, a pandemia, a alta inflação e subida dos juros nos créditos habitação, fizeram com que os preços das casas caíssem a nível global na ordem dos 6%. Mas a habitação parece ter a capacidade de voltar a valorizar rapidamente após tempestades económicas. É o que se está a sentir agora e os analistas do The Economist admitem que há vários fatores que vão continuar a alimentar o ciclo de subida dos preços das casas no mundo.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que é necessária "flexibilidade" numa altura de incerteza, bem como preparação para usar as ferramentas disponíveis. “A minha principal mensagem é que temos que estar preparados para mudanças e preparados para utilizar a flexibilidade das nossas ferramentas conforme necessário”, disse Christine Lagarde, na Palestra Anual Michel Camdessus, organizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Ao contrário do Banco Central Europeu (BCE) e da Reserva Federal (Fed) norte-americana, que decidiram fazer cortes nas respetivas taxas de juro – de 60 e 50 pontos base, respetivamente –, os bancos centrais de Inglaterra, China, Japão e Angola optaram por manter as taxas de juro diretoras inalteradas.
O banco central da Suécia (Riksbank) baixou esta segunda-feira a taxa de juro de referência em 0,25 pontos percentuais para 3,50%, devido à estabilização da inflação. Se as previsões se mantiverem, o banco central poderá cortar mais duas ou três vezes a taxa de juro este ano, para 2,75%.
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O banco central do México anunciou um corte das taxas de juro, numa decisão que surpreendeu os analistas, no mesmo dia em que dados oficiais mostraram um aumento acentuado da inflação.
Numa decisão dividida, com três votos a favor e dois contra, o Banco do México, conhecido como Banxico, cortou as
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