Notícias sobre o mercado imobiliário e economia

BPN

Últimas notícias sobre "BPN" publicadas em idealista.pt/news

Grupo Amorim compra Herdade de Rio Frio ao BCP e à Parvalorem

A operação de venda da Herdade de Rio Frio está prestes a terminar. A propriedade pertencia ao BPN e está nas mãos da Parvalorem e do BCP., mas terá novos donos: o Grupo Amorim.

Notícia sobre:

Há três candidatos à compra da Herdade de Rio Frio – um dos ativos tóxicos do extinto BPN

A operação de venda da Herdade de Rio Frio, um dos maiores terrenos agrícolas do país e um dos ativos do extinto Banco Português de Negócios (BPN), arrancou em 2018. Sabe-se, agora, que o Estado, através da ‘holding’ Parvalorem, e o BCP selecionaram três entidades para apresentarem propostas finais pela herdade, que tem 4.000 hectares e está localizada em Alcochete. Tudo aponta para que o negócio fique concluído em breve, até setembro deste ano.

Notícia sobre:

Parvalorem tem um terreno com 190.000 m2 e junto à praia em Porto Santo sem destino desde 2013

Há um enorme terreno na ilha de Porto Santo parado e/ou sem destino há mais de oito anos (desde 2013). Em causa uma área de 189.340 metros quadrados (m2) com potencial superior a 95.000 m2 para construções turísticas e com uma frente atlântica de 700 metros de praia. Uma propriedade que está na posse da Parvalorem, a sociedade estatal que “herdou” os créditos insolventes do ex-BPN e que é detida a 100% pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, do Ministério das Finanças.

Notícia sobre:

Edifício da redação e estúdios da TVI à venda - valem 13,9 milhões

A redação e os estúdios da TVI, em Queluz de Baixo, no concelho de Oeiras, estão à venda desde julho. O edifício, que pertence ao fundo de investimento Imonegócios, está avaliado em 13,9 milhões de euros, e faz parte de uma carteira de 109 imóveis que a Parvalorem colocou à venda.

Notícia sobre:

Parvalorem (gere créditos tóxicos do BPN) está a vender carteira de imóveis de 265 milhões

A Parvalorem, empresa criada para gerir os créditos tóxicos do Banco Português de Negócios (BPN), pôs à venda uma carteira de imóveis avaliada em 265 milhões de euros, chamada “Projeto Miraflores”. Na lista constam mais de 100 de imóveis, sobretudo comerciais – desde escritórios, lojas e logística –, sendo que apenas uma parte diz respeito a habitação e terrenos. Os ativos em causa estão localizados principalmente em Lisboa e no Porto.

Notícia sobre:

Herdade do antigo BPN com cinco candidatos à compra

O Estado, através da ‘holding’ Parvalorem, e o BCP receberam cinco propostas pela Herdade de Rio Frio, um dos maiores terrenos agrícolas do país. Trata-se de um dos ativos tóxicos do extinto BPN.

Notícia sobre:

Sociedades gestoras dos ativos tóxicos do BPN mudam de escritórios e poupam 2,8 milhões

As sociedades gestoras dos chamados ativos tóxicos do ex-BPN, nacionalizado em 2008, mudaram de instalações do edifício do BIC para o Monumental, ambos no coração de Lisboa. A transferência da Parvalorem, Parups e Parparticipadas, da Avenida António Augusto Aguiar para o Saldanha, vai significar uma poupança na ordem dos 2,8 milhões de euros no período de vida do arrendamento.

Notícia sobre:

Atual ministra das Finanças mandou esconder buraco do BPN

Maria Luís era então secretária de Estado do Tesouro quando deu instruções à Parvalorem para esconder o prejuízo de 150 milhões do BPN. As ordens dadas pela agora ministra das Finanças à empresa pública que gere os ativos tóxicos do extingo BPN foram dadas com o objetivo de maquilhar e beneficiar as contas públicas, sem o efeito negativo destas perdas no défice de 2012.

Notícia sobre:

Humberto Barbosa: Estado arresta mansões e carros de luxo de médico dos famosos

Seis imóveis, entre os quais duas moradias de luxo na seleta e prestigiada Quinta Patino em Cascais, 15 carros (nomeadamente Porsches, Mercedes e Audis) e saldos de contas bancárias. Este foi o pacote de bens de Humberto Barbosa arrestados pelo Estado por uma dívida de 4,6 milhões de euros do nutricionista das estrelas de televisão e da moda ao antigo Grupo BPN.

Notícia sobre: