Portugueses piscam o olho ao arrendamento

A atividade de compra e venda de casas em Portugal estagnou em dezembro, tendo o mercado de arrendamento ganho adeptos. Segundo dados do mais recente Portuguese Housing Market Survey (PHMS), inquérito mensal produzido pelo RICS e pela Confidencial Imobiliário (Ci), esta será, no entanto, “uma tendência temporária”, perspetivando-se que “as vendas retomem a sua trajetória ascendente no curto prazo”.
Portugal vai continuar na mira dos investidores estrangeiros este ano

Portugal vai continuar na mira dos investidores estrangeiros este ano

Portugal vai continuar no radar dos investidores estrangeiros este ano, que continuam a olhar com bons olhos para o mercado imobiliário nacional, sobretudo para os imóveis localizados em Lisboa e no Porto. A garantia foi dada por Pedro Lancastre, diretor geral da consultora imobiliária JLL, que considera que “ainda há muito património que não está a ser usado da melhor forma” em todo o país.

Faliu a imobiliária Chave d’Ouro, que era do antigo líder da APEMIP

Luís Lima sucedeu a José Eduardo Macedo como presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) a 15 de janeiro de 2009. Agora, sete anos depois, o ex-lider da entidade foi forçado a encerrar a Chave d’Ouro, que chegou a ser uma das maiores mediadoras imobiliárias do país.
2015: as notícias que marcaram o setor imobiliário este ano

2015: as notícias que marcaram o setor imobiliário este ano

A economia está longe de ter recuperado a forma, mas 2015 é, sem dúvida, o ano da retoma para o imobiliário em Portugal, após anos de crise. Animado, sobretudo, pelo investimento estrangeiro, mas também nacional, o setor dá sinais de força, tendo atingido níveis recorde de negócio em várias áreas. Ainda assim nem tudo são rosas...
Comprar casa em Portugal anda na boca dos franceses

Comprar casa em Portugal anda na boca dos franceses

Portugal passou definitivamente a estar no radar dos franceses, que começaram a olhar para o país com outros olhos. Ricardo Simões, diretor executivo da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP), revela ao idealista news que em quatro anos – entre 2012 e 2015 – “o que se conseguiu foi fenomenal”, estando Portugal atualmente no topo das preferências dos gauleses, que apostam forte no imobiliário nacional.
IMT: redução do imposto afinal só em 2017, determina nova lei

IMT: redução do imposto afinal só em 2017, determina nova lei

A legislação que adia a redução faseada do Imposto Municipal sobre Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) foi publicada sexta-feira em Diário da República (DR). Estava previsto que a redução começasse em 2016, mas uma proposta apresentada pelos partidos da maioria adiou essa redução para 2017.
Benefícios fiscais fazem dos franceses os grandes investidores do momento no imobiliário em Portugal

Benefícios fiscais fazem dos franceses os grandes investidores do momento no imobiliário em Portugal

O bom tempo, a amabilidade dos portugueses, o estilo cosmopolita de Lisboa ou Porto e um custo de vida mais baixo (incluíndo o preço dos imóveis) são fatores que pesam a favor do imobiliário nacional no momento em que os franceses decidem investir em Portugal, nomeadamente na compra de casas. Mas o grande trunfo é o regime fiscal especial em vigor, através do regime de residente não habitual, que está a fazer do país o novo El Dorado para os franceses.
Preço das casas em Portugal sobe 1,53% num ano

Preço das casas em Portugal sobe 1,53% num ano

No primeiro trimestre, o preço das casas aumentou em 25 dos 38 países analisados pelo site Global Property Guide. Irlanda, Hong Kong e Estónia lideram as subidas e em sentido inverso encontram-se Ucrânia, Rússia e China. Em Portugal, o preço da habitação subiu 1,53% face aos primeiros três meses de 2014.
Rendas caras impulsionam a compra de casa

Rendas caras impulsionam a compra de casa

O mercado de arrendamento ganhou força nos últimos tempos, mas está a perder terreno para a compra de casa, até porque arrendar casa ainda é caro. No ano passado, venderam-se 230 casas de habitação por dia, um número que deverá aumentar 25% este ano, estima a APEMIP.
Preço das casas sobe 4% este ano em Portugal

Preço das casas sobe 4% este ano em Portugal

A agência de rating Standard & Poor’s (S&P) prevê que o preço das casas aumente 4% este ano em Portugal. Trata-se, de resto, de uma tendência que se deve manter nos próximos anos, devido sobretudo ao investimento estrangeiro no país.
IMT só começa a descer em 2017

IMT só começa a descer em 2017

O Imposto Municipal sobre a Transmissão de Imóveis (IMT) já não vai descer em 2016. Os deputados do PSD/CDS entregaram um projeto de lei no Parlamento que adia por um ano o calendário para a redução faseada do IMT, ou seja, quem quer comprar casa, só em 2017 poderá contar com uma redução daquele imposto.
Prestação da casa só sobe em 2016

Prestação da casa só sobe em 2016

Pelo segundo mês consecutivo, a média mensal da taxa Euribor a três meses ficou negativa. Ou seja, a prestação da casa irá baixar, já que a taxa abate ao spread cobrado pelos bancos. Uma tendência que se deve manter nos próximos meses. Aumentos na mensalidade só em 2016.
Preços das casas sobem mais em Portugal do que na média da Europa

Preços das casas sobem mais em Portugal do que na média da Europa

As expetativas de que o preço das casas em Portugal iria aumentar este ano estão a confirmar-se. E, as habitações no mercado nacional estão, aliás, a valorizar-se mais do que na média da Europa. Enquanto em Portugal, os imóveis registaram um aumento de 0,8% nos primeiros três meses deste ano, na zona euro a subida foi de 0,3% e na União Europeia de 0,6%.
Crédito à habitação: guia para te protegeres dos maus negócios

Crédito à habitação: guia para te protegeres dos maus negócios

A torneira do crédito para a compra de casas está a abrir e os bancos a operar em Portugal estão, aparentemente, a dar condições mais favoráveis. Mas atenção, porque apesar da anunciada vaga de spreads mais baixos, a prestação mensal do empréstimo à habitação pode afinal sair mais cara. O busílis da questão está nos produtos que as instituições financeiras estão a oferecer para que os clientes tenham taxas mais reduzidas e que acabam por aumentar os encargos finais.