Notícias sobre o mercado imobiliário e economia

Construtoras portuguesas

Notícias sobre as construtoras portuguesas que actuam em Portugal e também em Angola, Moçambique, Brasil ou Dubai. Construtoras como Mota-Engil, a Teixeira Duarte e a Soares da Costa são algumas das mais reconhecidas internacionalmente.

Construtoras portuguesas ganham 20% das grandes obras públicas

Desde o início do ano, as construtoras portuguesas asseguraram pouco mais do que um quinto dos concursos para as grandes obras públicas (acima de 10 milhões de euros). Segundo dados do portal Base, e de um total de 760 milhões de euros de empreitadas entregues em 2020, as empresas nacionais ficaram com 166 milhões. Já as espanholas são “líderes” da tabela, assegurando mais de dois terços das grandes obras (quase 72%), no total de 544 milhões de euros.

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Mota-Engil reforça moratórias e adia investimentos previstos para assegurar liquidez

O contexto pandémico penalizou os resultados da construtora portuguesa Mota-Engil que, no primeiro semestre do ano, para assegurar a gestão da liquidez dos negócios, se viu “obrigada” a reforçar o recurso às moratórias e adiar investimentos previstos para este ano. O grupo também negociou linhas adicionais de liquidez com a banca para enfrentar a pandemia, que provocou um impacto negativo de 280 milhões de euros no seu volume de negócios até junho.

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Construtora Mota-Engil lidera corrida a projeto de 440 milhões no Gana

O consórcio liderado pela construtora portuguesa Mota-Engil foi pré-qualificado para a construção, operação e manutenção, até 2052, de uma autoestrada no Gana, que vai ligar a capital do país (Acra) à cidade onde está instalado o maior porto (Tema) . Esta será, de resto, a primeira PPP – Parceira Público-Privada em curso no Gana, com um valor de investimento avaliado em cerca de 500 milhões de dólares, cerca de 442 milhões de euros.

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Lisboa: emblemático Arco do Bandeira está a ser reabilitado

O emblemático Arco do Bandeira, em Lisboa, na ligação entre o Rossio e a Rua dos Sapateiros, num dos centros nevrálgicos da capital, está a ser reabilitado, devendo as obras – a cargo da Lucios Engenharia e Construção – estar concluídas em setembro de 2020.

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Estas são as maiores construtoras do mundo (há uma portuguesa no top 100)

A Mota-Engil é a 76ª maior construtora do mundo cotada em bolsa de acordo com o volume de negócios obtido em 2019, segundo o ranking “Global Powers of Construction” elaborado pela Deloitte. É única portuguesa no TOP 100, tendo atingido 3,188 milhões de dólares (cerca de 2,690 milhões de euros) em vendas no ano passado, mais 4% que no período homólogo. A construtora nacional alcançou uma capitalização de mercado de 449 milhões de dólares (em torno de 421 mihões de euros), mais 14% que no ano anterior.

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Unidade industrial da Indasa está a crescer: obras estão a cargo da Garcia Garcia

A Indasa, especializada na produção de materiais e sistemas de lixamento inovadores, com foco na indústria de reparação automóvel, entregou à construtora portuguesa Garcia Garcia a ampliação da sua unidade, em Aveiro. Trata-se de uma obra que se desenvolve em duas fases: a prmeira, que ficou concluída em maio, incidiu na ampliação de uma nave industrial, e a segunda, que arrancou em junho e termina em março de 2021, prevê a construção de um novo edifício. Desta forma, a Indasa aumentará em mais de 40% a sua área de edificação.

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Hotel dos Reis nasce em Lisboa pela mão do dstgroup – e após investimento de 5,4 milhões

Chama-se Hotel dos Reis e será o quarto hotel do grupo The Beautique Hotels em Lisboa – terá 54 quartos e será o segundo na zona da Avenida Almirante Reis. Em causa está um projeto de 5,4 milhões de euros que nascerá na sequência da reconversão de um edifício centenário. A empreitada está a cargo do dstgroup.

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Mota-Engil ganha obra de 636 milhões no México e mantém “dinâmica comercial em tempos de pandemia”

A Mota-Engil anunciou, esta quinta-feira (23 de abril de 2020), que ganhou o concurso público internacional para a construção do primeiro troço ferroviário do “Tren Maya”, no México, avaliado em 636 milhões de euros. Uma adjudicação que “confirma a sustentabilidade” do negócio da construtora, bem como a sua “dinâmica comercial mesmo em tempos de pandemia”. 

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