Lisboa entre as cidades europeias mais atrativas para 'flex offices'
Lisboa é a sexta cidade europeia com maior 'take up' de escritórios flexíveis. Segundo o último estudo da Savills e da Workthere, Londres permanece como mercado mais ativo da Europa, com o setor a representar 13% de toda a absorção de escritórios no primeiro semestre de 2023. Segue-se Praga (8%), Amesterdão (6%), Madrid (5%) e Varsóvia (4%).
Escritórios demonstram “sinais encorajadores de recuperação”
Durante o mês de julho, o mercado de escritórios, em Lisboa, demonstrou sinais de recuperação, traduzidos num aumento mensal “considerável após os períodos de contenção observados nos meses anteriores”. No Porto, o mesmo cenário, assistindo-se a um “crescimento notável” na área ocupada, segundo a análise mensal do setor dos escritórios em Portugal da JLL.
Nova Iorque quer converter escritórios vazios em 20 mil novas casas
A falta de habitação é um problema das grandes cidades, e Nova Iorque, nos EUA, não foge à regra. A ‘Big Apple’, com milhões de habitantes, decidiu lançar um plano para converter escritórios vazios em 20.000 novas casas. A ideia será mudar o zoneamento de uma secção de Manhattan conhecida como Midtown South.
Imobiliário comercial dá cartas em Portugal – hotéis e retalho brilham
O mercado imobiliário vive um momento incerto, marcado por um contexto de inflação e subida de juros que tem gerado preocupações entre os investidores. Mas, ainda assim, o imobiliário comercial em Portugal continua a atrair investimento: foram fechados 40 negócios só nos primeiros seis meses do ano, por cerca de 740 milhões de euros, mais 4% face ao período homólogo. Os hotéis e os ativos de retalho brilharam neste período, atraindo a maior fatia de investimento.
“Queremos que idas ao escritório sejam uma motivação e mais-valia”
A pandemia colocou dúvidas sobre o futuro dos escritórios que, apesar de tudo, se dissiparam rapidamente. O teletrabalho ganhou terreno, mas foi o trabalho híbrido que veio para ficar.
Subida de juros abranda negócios imobiliários em Portugal até junho
A subida dos juros, a alta escassez de oferta de imóveis e as pressões da inflação marcaram o início de 2023 e influenciaram os negócios imobiliários, deixando muitos em ‘stand by’. Em resultado, a atividade no mercado imobiliário português abrandou no primeiro semestre de 2023, interrompendo uma tendência de crescimento que vinha a ser sentida ao longo de 2022, ano que registou novos recordes em praticamente todos os mercados. Mesmo neste panorama, a hotelaria, a logística e o retalho continuam a crescer.
Parque empresarial em Gaia nasce nos edifícios da falida Valadares
Grande parte das instalações onde um dia funcionou a Valadares estão hoje abandonadas. Assim ficaram depois da empresa de cerâmica ter fechado portas há mais de uma década.
Mercado de escritórios bipolar? Números divergem na Europa
O mercado de escritórios europeu vive, atualmente, num cenário de aparente bipolaridade. De acordo com o mais recente estudo da Savills, os valores de take-up de escritórios no primeiro trimestre de 2023 começaram a divergir “significativamente” na Europa, com Oslo, Praga e Madrid a registarem, respetivamente, aumentos de 50%, 19% e 5% em relação à média dos últimos cinco anos, enquanto Dublin, Budapeste e Lisboa registaram, respetivamente, quedas de 62%, 57% e 55%.
Imobiliário do Grande Porto mexe em 2023 - e reforça atratividade
A subida dos juros e a alta inflação agitou bem as águas da economia portuguesa durante 2022. Mas o imobiliário mostrou, uma vez mais, a sua resiliência a situações de crise.
Benavente Logistic Park sai do papel e atrai “novas empresas” ao país
Vai nascer um novo complexo logístico em Benavente (Santarém). O Benavente Logistic Park, como se chama, é promovido pela INVESCO e pela MAGNA, tem uma área de 90.717 metros quadrados (m2) e estará concluído no primeiro trimestre de 2024, tendo como finalidade o uso logístico e comercial. Irá “possibilitar a entrada de novas empresas internacionais no país”, refere em comunicado Nuno Torcato, Diretor de Industrial e Logística na CBRE Portugal, que está a comercializar o parque logístico em regime de co-exclusividade com a Savills.
Parque logístico de 17.500 m2 à procura de inquilinos em Valongo
O Valongo Business Park, um centro empresarial que vai resultar da remodelação das antigas instalações da Lear Valongo, que encerou a sua atividade em 2007, está à procura de inquilinos. O complexo vai oferecer cerca de 17.500 metros quadrados (m2) de área destinada a armazéns industriais, espaços comerciais e escritórios.
Venda de imóveis corporativos é tendência e está a crescer
A venda de imóveis corporativos na Europa, Médio Oriente e África (EMEA) arrecadou 25,6 mil milhões de euros, em 2022, em mais de 700 transações, de acordo com o último relatório do Raising Capital from Corporate Real Estate da JLL. Em Portugal, já se fazem negócios neste sentido, mas ainda não é uma “opção amplamente adotada”.
Inflação e juros levam imobiliário a dois ritmos - que setor brilha mais?
O mercado imobiliário continua a dar provas de resiliência. Mas não é imune ao atual contexto económico pautado pela alta inflação e subida de juros. A verdade é que o desempenho da atividade imobiliária em Portugal deu-se a dois ritmos nos primeiros três meses de 2023: enquanto o investimento comercial, a venda de casas e a ocupação de escritórios desaceleraram, a atividade da logística, retalho e hotelaria brilhou, superando os patamares registados nos últimos dois anos.
Antigo Cinema Castil em Lisboa comprado pela Finangeste ao BBVA
Em pleno coração de Lisboa, o antigo Cinema Castil vai ser transformado num escritório do futuro, orientado para arrendamento terciário a clientes de gama alta.
CGD vende sede em Paris: mais-valias rondam os 36 milhões
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vendeu o edifício onde funcionava a sede da sucursal, na Rue de Provence, em Paris. Ao que tudo indica, o negócio, concluído em junho de 2022, permitiu ao banco público arrecadar 35,9 milhões de euros em mais-valias.
Um estúdio de pintura que é fonte de inspiração artística e bem-estar
Localizado em Rayong, na Costa do Golfo da Tailândia, o estúdio Furnish foi construído com betão reciclado e bambú, servindo de local de trabalho para o artista natural dessa zona.
O 11.29 Studio é um gabinete/ estúdio de arquitetura sediado em Banguecoque que se foca no design sust
Escritório em casa: pré-fabricado e perfeito para teletrabalhar
Atualmente, muitas pessoas enfrentam o desafio de encontrar um espaço confortável e tranquilo para trabalhar.
Investir em imobiliário comercial? Deu retorno anual de 8% em Portugal
Em momentos de crise económica, como hoje vivemos, os investidores procuram diversificar os investimentos e apostar em segmentos menos voláteis, como é o caso do imobiliário, que tem mostrado a sua resiliência desde a pandemia até ao atual ciclo inflacionista e de aperto monetário. E prova disso mesmo são os retornos anuais gerados pelo investimento em imobiliário comercial em Portugal, que passaram de 6,8% em 2021 para 8% em 2022, segundo aponta o Índice Anual Imobiliário MSCI Portugal. Este resultado torna Portugal num dos destinos mais rentáveis da Europa neste mercado.
Casas Alive da Fortera chegam ao sul de Lisboa com 200 milhões
Depois de ter arrancado a primeira fase de construção do empreendimento residencial Alive Riverside em Vila Nova de Gaia, o grupo Fortera decidiu expandir este conceito de habitação também para o sul do país, anunciando um novo investimento de 200 milhões de euros.
Escritórios: mercado arranca 2023 de forma "gradual e ponderada"
Após o ano histórico de 2022, com Portugal na 4ª posição de melhor performance no contexto europeu e o volume de absorção a atingir o pico, a procura de escritórios parece manter-se resiliente aos fatores externos adversos, mas com um “arranque gradual e ponderado”, segundo a Worx.
Investimento em imobiliário comercial a recuar em Portugal
Resiliência tem sido palavra de ordem no mercado imobiliário em Portugal, nomeadamente no que diz respeito ao volume de investimento no setor comercial. Os dados relativos ao primeiro trimestre não são, no entanto, animadores: foram investidos “apenas” 230 milhões de euros entre janeiro e março, menos 39% que no período homólogo, segundo a CBRE.
Teletrabalho: até onde vai a “paranóia da produtividade"?
Para muitas pessoas em teletrabalho, dizer “bom dia” no chat de conversação (como teams, slack, entre outros) não é fórmula de cortesia, mas o novo relógio. Há chefes que continuam a desconfiar de quem trabalha a partir de casa e a “cronometrar” tudo ao segundo. Acreditam que a produtividade é afetada, que o comprometimento não é o mesmo, e de quando em vez necessitam de verificar os “sinais vitais” dos trabalhadores, como se fossem doentes terminais, ou funcionários em “fuga”, sempre sob um clima de suspeita. Afinal, estaremos a entrar na era da “paranóia da produtividade”?
Fuse Valley: obra do vale tecnológico em Matosinhos arranca este ano
O diretor executivo do Castro Group, empresa responsável pela criação do projeto "Fuse Valley", em Matosinhos, adiantou que a obra deverá arrancar "ainda este ano", e prevê que todas as valências fiquem concluídas em 2030. "Estamos agora a chegar à fase final do projeto e vamos arrancar a obra talvez ainda este ano", afirmou o diretor executivo da empresa de promoção imobiliária, Paulo Castro.
Mobiliário de escritório: podem devolver-se artigos comprados online?
Fazer compras online é uma tendência que está a ganhar força um pouco por todo o mundo, sendo uma prática que entrou na vida dos consumidores sem pedir licença com o inesperado aparecimento da pandemia da Covid-19, que em muito mudou a vida das pessoas. E a verdade é que é possível comprar praticamente tudo sem sair de casa. É o caso, por exemplo, de artigos de mobiliário, nomeadamente de escritório. Mas será que é possível devolvê-los, mesmo que não tenham defeitos? Como se deve proceder nesta situação? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Antiga sede da Ageas no Porto foi vendida à Osborne
O edifício Campo Alegre, antiga sede da Ageas, no Porto, foi vendido à Osborne, promotora especializada no desenvolvimento de escritórios. A operação marca a conclusão da venda do portefólio Invictus – que incluía três ativos na cidade – que pertencia à seguradora. O valor do negócio não foi revelado.