O Ministério da Educação, Ciência e Inovação já validou um total de 91.585 candidaturas para o reembolso das propinas, de um total que é já superior a 175 mil pedidos.
As rendas dos escritórios prime aumentaram 3% num ano – entre o segundo trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024 – em algumas das maiores cidades do mundo. Já os custos efetivos líquidos "all-in" dos inquilinos (renda mais custos de adaptação) aumentaram 3,8%, isto “à medida que se mantém a tendência estrutural para a procura de espaços de escritório premium de alta qualidade”. Esta é uma das conclusões a retirar do relatório da Savills “Prime Office Costs”, que contempla 35 cidades (nenhuma portuguesa).
A EDP volta a ser em 2024 a marca portuguesa mais valiosa, algo que ocorre “consistentemente há vários anos”, refere a consultora OnStrategy, que publicou recentemente o Top 100 das marcas portuguesas mais valiosas em 2024. Galp Energia e Jerónimo Martins ocupam o segundo e terceiro lugares do ranking, respetivamente.
A famosa Quinta Avenida, em Nova Iorque (EUA), continua a ser a localização de comércio de rua mais cara do mundo, com valores anuais por metro quadrado (m2) de 20.384 euros. Seguem-se no pódio as ruas Via Montenapoleone, em Milão (Itália), e Tsim Sha Tsui, em Hong Kong, que trocaram de posições este ano face ao ranking do ano passado. O Chiado (Lisboa) surge na 29ª posição da tabela, tendo descido um lugar comparativamente com 2022. Esta são algumas das conclusões a retirar do relatório “Main Streets Across the World”, da Cushman & Wakefield (C&W).
Portugal atraiu 248 projetos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) em 2022, mais 24% face a 2021. Um número que coloca o país no top 10 europeu com maior taxa de crescimento de projetos IDE. Segundo o EY Attractiveness Survey Portugal, que avalia a perceção dos investidores estrangeiros relativamente à atratividade do país enquanto destino de IDE, Portugal subiu para a 6ª posição do ranking dos países europeus com mais projetos de IDE anunciados. Mas nem tudo são boas notícias, nomeadamente no setor imobiliário: a alta carga fiscal, com taxas de IMI e IMT agravadas, estão a afastar o investimento estrangeiro.
Há uma “estrutura de custos profundamente desigual” no mercado da habitação em Portugal. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Reformas Estruturais”, divulgado esta quarta-feira (19 de julho de 2023) e publicado no âmbito dos relatórios anuais sobre o “Estado da Nação e as Políticas Públicas” do Instituto para as Políticas Públicas e Sociais do ISCTE. Trata-se de um estudo coordenado pelo economista Ricardo Paes Mamede que traça o estado do país em nove áreas, sendo uma delas precisamente a habitação.
Que países reúnem as melhores condições para gozar da melhor forma possível a merecida reforma, depois de anos e anos a trabalhar? O top oito é liderado por Portugal, com uma pontuação de 87,4, numa escala de 0 a 100. México e Panamá ocupam, por esta ordem, o segundo e terceiro lugares do pódio. Em causa está um ranking realizado todos os anos pelo portal International Living.
A falta de acesso à habitação na Área Metropolitana de Lisboa “é mais premente” na zona norte, mas o aumento dos preços está a expandir-se a todos os municípios e a acentuar-se nos limítrofes, revela um estudo.
A história sobre o futuro aeroporto de Lisboa já soma 50 anos. Mas houve progressos nas últimas semanas: o Governo e o PSD chegaram a acordo sobre a metodologia a seguir para que no próximo ano se possa decidir a localização do novo aeroporto de Lisboa. Em estudo vão estar várias localizações para construir o novo aeroporto, como: Montijo, Alcochete e Santarém.
O Governo anunciou que vai realizar um estudo “tendo em vista a elaboração de propostas tendentes à promoção da transparência e regulação do mercado habitacional”. Estudo esse que contará com a participação de 16 entidades. Uma delas, a Ordem dos Economistas, não integrava a lista inicial fornecida pelo Executivo, tendo agora sido acrescentada.
Lisboa é a 109ª cidade mais cara do mundo em termos de custo de vida para expatriados, descendo 26 posições em relação a 2021, num ranking liderado por Hong Kong, segundo o estudo da Mercer divulgado esta quarta-feira (29 de junho de 2022).
Face à situação económica atual, de inflação em alta e subida generalizada de preços, 72% dos portugueses estão a conter os gastos, nomeadamente os mais velhos – com idades compreendidas entre 55 e 64 anos (81%) e 65 e 74 anos (80%) –, as famílias em que o rendimento do agregado é inferior (87%) e os residentes em Lisboa (80%). Esta é uma das conclusões a retirar do mais recente estudo do Observador Cetelem Consumo, realizado já em tempos de inflação elevada.
É mais um indicador que confirma que Portugal continua a estar no radar dos investidores e do “mundo dos negócios”. Em 2021, Portugal subiu ao sétimo lugar do ranking mundial de países que mais recebem e organizam congressos e convenções, tendo escalado três lugares face ao ano de 2019, antes da pandemia da Covid-19. A nível europeu, encontra-se na sexta posição, sendo que era sétimo em 2019. Em causa estão dados que constam no último relatório da Associação Internacional de Congressos e Incentivos (ICCA, na sigla em inglês).
Roma (Itália), Londres (Reino Unido) e Lisboa. Estas são, por esta ordem, as três cidades onde é mais caro viver, tendo em conta os rendimentos médios disponíveis das pessoas quando comparados com os preços da habitação e com o custo de vida. Significa, então, que a capital portuguesa é a terceira cidade do mundo menos viável financeiramente para se viver. Em causa está um estudo da seguradora inglesa CIA Landlord.
A escalada dos preços das casas parece não ter fim à vista. E desengane-se quem pensa que a pandemia abrandou o negócio da mediação imobiliária. Os números mais recentes divulgados pelo INE mostram isso mesmo: em 2021, foram transacionadas 165.682 habitações, mais 20,5% que em 2020. Mas que tipo de casas procuram os portugueses? E porque será que compram novas casas? E como fazem para encontrá-las? Há um estudo que ajuda a dar resposta a estas e outras perguntas.
Além de ter causado o caos na economia mundial e de ter provocado várias mortes, a pandemia da Covid-19 deixou as pessoas mais tristes. Uma investigação publicada na revista médica The Lancet indica que a pandemia causou quase 130 milhões de novos casos de depressão e ansiedade em todo o mundo até janeiro de 2021. Mas parece ter sido encontrada uma solução eficaz para contrariar estes números: a vacina contra a Covid-19.
É caso para dizer – ou constatar – que Portugal é um país de salários baixos. Os números são esclarecedores: quase três em cada quatro jovens (72%) recebem menos de 950 euros líquidos por mês, sendo que apenas uma minoria (19%) vive confortavelmente com o que ganha (19%).
Em 2019, o poder de compra per capita manifestado nos municípios em Portugal era superior à média nacional em cerca de 10% dos municípios – em 32 num total de 308 –, revelou esta quinta-feira (4 de novembro de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE). Metade destes 32 municípios encontram-se na Área Metropolitana de Lisboa (10 em 18) e do Porto (6 em 17).
Nunca é tarde para aprender, nem para mudar de vida. Há um ano, a Fundação José Neves (FJN) - criada por José Neves, fundador da Farfetch - lançou um programa de bolsas reembolsáveis para ajudar os portugueses a ganharem novas competências, sem limite de idade.
A chegada da pandemia da Covid-19 foi como o sismo. A partir do seu epicentro na cidade de Wuhan, China, rapidamente chegou a todo o mundo, deixando vários mercados congelados e a temer o futuro.
Uma recuperação económica dos efeitos da pandemia assente no imobiliário e no turismo representa a “manutenção e consolidação de debilidades que se tornaram estruturais”. Esta é uma das conclusões de um estudo do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.
Como será a retoma do mercado mobiliário português aos olhos dos proprietários das casas? Será que aderiram aos programas de arrendamento acessível? E às iniciativas para melhorar a eficiência energética dos edifícios? Quais os impactos da pandemia da Covid-19 no negócio?
Quais são os países mais felizes e infelizes do mundo? Segundo ao World Happiness Report, a felicidade global tem uma pontuação média de 5,5, e Portugal está acima da mesma (5,9).
O uso de óculos de sol em Portugal tem aumentado desde 2017, tendo batido recordes no ano passado: 55,1% dos portugueses usavam-nos, ou seja, mais de 4,7 milhões de pessoas.
Em parceria com o portal idealista, a MatosinhosHabit vai desenvolver um estudo de mercado imobiliário residencial inovador e pioneiro em Portugal. O objetivo é analisar o concelho de Matosinhos sob o ponto de vista habitacional, dando a conhecer a realidade atual, através de uma visão global do setor, da evolução da oferta e da procura, do mercado de venda e de arrendamento.
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