Os avanços e recuos relacionados com a resolução do conflito no Médio Oriente têm influenciado a confiança dos mercados financeiros e, por conseguinte, a flutuação da Euribor.
Os mais recentes indicadores económicos projetados pelo Banco de Portugal (BdP) não são animadores. Num contexto marcado pelo conflito no Médio Oriente, o regulador prevê um aumento da inflação para 2026, mantendo a estimativa sobre o crescimento económico.
O crédito habitação em Portugal está a ficar cada vez mais caro. A Euribor voltou a subir em maio para todos os prazos, embora de forma menos acentuada do que no mês anterior, um crescimento explicado pela incerteza gerada pelo conflito no Médio Oriente.
O Banco de Portugal (BdP) tem vindo a mostrar-se preocupado com a corrida ao crédito habitação, um cenário agravado pelas ajudas públicas aos jovens. E quer evitar problemas no futuro, que podem advir também dos altos preços das casas e de novas subidas dos juros.
As recentes subidas dos juros e o contexto de incerteza gerado pelo conflito no Médio Oriente poderão arrefecer a procura por crédito habitação em Portugal e na Europa já no segundo trimestre de 2026.
Não há boas notícias para quem está a pensar comprar casa recorrendo a financiamento bancário. As taxas Euribor voltaram a subir em abril pelo segundo mês consecutivo devido à incerteza gerada pela guerra no Médio Oriente nos mercados financeiros.
O crédito habitação em Portugal vai ficar mais caro, devido à incerteza criada pela guerra no Médio Oriente nos mercados financeiros. É certo que haverá um novo aumento das taxas Euribor em maio, depois de já terem começado a escalar nos últimos meses.
Quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e tem o respetivo crédito habitação indexado à taxa Euribor variável pode ver a prestação da casa subir na próxima revisão do contrato. Um cenário que ganha força com o prolongar do conflito no Médio Oriente, que ameaça voltar a fazer aumentar a inflação e consequentemente as taxas de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE), o que terá impacto, por sua vez, nas taxas Euribor e nos créditos habitação. Renegociar o spread pode ser, então, uma opção a ter em conta. Mas será que é possível? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Os juros nos créditos habitação em Portugal estavam a descer a bom ritmo, tendo registado um mínimo de três anos em fevereiro. Mas esta trajetória de queda foi interrompida em março, com juros na habitação a subir para 3,088%.
É oficial. A incerteza gerada pela guerra no Médio Oriente nos mercados financeiros fez disparar as taxas Euribor em março, as quais registaram das maiores subidas em três anos.
A trajetória de descida dos juros nos créditos habitação em Portugal voltou a confirmar-se em fevereiro, com uma nova redução para 3,079%, um mínimo em três anos.
Há um mês, era esperada uma estabilização das taxas Euribor em torno de 2% ao longo de 2026. Mas o escalar da guerra no Médio Oriente nas últimas semanas veio trocar as voltas aos mercados financeiros, elevando a incerteza para novos patamares.
O choque energético provocado pela guerra no Irão ameaça levar a uma nova escalada da inflação na Europa. E todo este cenário tem criado uma grande incerteza nos mercados financeiros, que já antecipam novas subidas das taxas diretoras por parte do Banco Central Europeu (BCE). Toda esta instabilidade está a mexer com as taxas Euribor, que dispararam para níveis históricos podendo mexer com as prestações da casa já a partir do próximo mês.
A contratação de crédito habitação em Portugal vai continuar em alta em 2026, num contexto de elevada procura (sobretudo por jovens), oferta bancária “competitiva” e juros estáveis. E há uma tendência que se vai consolidar este ano: os créditos pré-aprovados para a compra de habitação.
Os juros no total de créditos habitação em Portugal estão a descer a bom ritmo há dois anos, uma trajetória estimulada por reduções da Euribor e contratação de taxas mistas mais acessíveis.
Quem procurar um crédito habitação em Portugal vai deparar-se com uma Euribor próxima de 2%, taxas mistas e variáveis em valores muito próximos e poderá até sentir um ligeiro aperto nos critérios de concessão por parte da banca. Mas sem sinais para alarme.
Já são conhecidas as taxas médias da Euribor de janeiro que têm impacto nos créditos habitação a taxa variável assinados em fevereiro de 2026. Foram sentidas ligeiras reduções mensais da Euribor para todos os prazos, mas sem grande impacto nas novas prestações da casa.
A contratação de créditos habitação em Portugal seguiu de vento em popa ao longo do ano passado. Os jovens reforçaram a compra de casas com a ajuda da garantia pública, o que acabou por elevar os níveis de financiamento bancário e diminuir a idade média dos compradores.
A taxa de juro média das novas operações de crédito habitação voltou a diminuir em novembro, pelo 10.º mês consecutivo, para 2,82%, com descidas nos novos contratos e nas renegociações, divulgou o Banco de Portugal (BdP) esta terça-feira, dia 6 de janeiro.Segundo os dados do supervisor bancário, a t
O ano de 2026 arranca com ligeiros aumentos das prestações da casa para os novos créditos habitação a taxa variável. Isto porque as taxas Euribor voltaram a registar uma subida mensal em dezembro, seguindo a tendência observada desde o verão de 2025.
O ano de 2025 veio confirmar tendências já identificadas no universo do crédito habitação em Portugal. A concessão de novos empréstimos correu a bom ritmo, sobretudo, a taxa mista. Os jovens compraram ainda mais casas com a ajuda da garantia pública, que se somou à isenção do IMT.
Recebe os nossos artigos mais recentes no seu endereço eletrónicoSubscrever