Como poupar em 2023

Como proteger a carteira da inflação: dicas para começar a poupar

O ano de 2023 já arrancou e este é o momento ideal para iniciar a gestão do orçamento familiar. Isto é especialmente importante num momento em que a inflação e a subida dos juros no crédito habitação têm pressionado – e muito – os rendimentos dos portugueses. Para te ajudar nesta tarefa, o idealista/news reuniu várias dicas para começares a poupar e a proteger a tua carteira da subida generalizada dos preços.
certificados de aforro

Certificados de aforro: poupança atinge valor mais elevado desde 2006

As entradas de dinheiro em certificados de aforro em dezembro ascenderam a 1.994 milhões de euros, elevando para 19.626 milhões de euros o saldo aplicado neste tipo de poupança, o mais alto desde pelo menos 2006. A subida das Euribor – indexante usado para a determinação da taxa de juro dos certificados de aforro – que se tem vindo a registar nos últimos meses, tem sido acompanhada de um reforço da poupança dos particulares nestes títulos de dívida pública.
Certificados de aforro em alta

Certificados de Aforro em alta: taxa de juro já ultrapassa os 3%

Os Certificados de Aforro voltaram, pela primeira vez em mais de dez anos, a remunerar os aforradores com taxas de juro acima dos 3%. A taxa de juro bruta para novas subscrições e capitalizações de Certificados de Aforro em janeiro será de 3,016%, sendo necessário recuar até 2009 para encontrar uma remuneração semelhante destes títulos de dívida do Estado desenhados para os pequenos aforradores.
Poupanças nos depósitos

Poupanças nos depósitos voltam a engordar com juros mais altos

Colocar poupanças num depósito bancário é uma forma de proteger o dinheiro num momento de alta inflação, muito embora até há bem pouco tempo os depósitos a prazo pouco ou nada rendiam. Mas este cenário está, agora, a mudar em Portugal e na Europa: as taxas de juro nos depósitos a prazo estão a subir depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter subido as taxas de juro diretoras em 250 pontos base. E, em resultado, as poupanças nos depósitos (a prazo e não só) têm engordado no nosso país. Em novembro, totalizavam 182,3 mil milhões de euros, permanecendo no maior patamar de sempre.
certificados de aforro

Certificados de aforro: valor aplicado em outubro supera total de 2021

Os certificados de aforro (CA) registaram a entrada de 1.487 milhões de euros em novas subscrições durante o mês de outubro, valor que supera as emissões anuais registadas de 2016 a 2021. A procura por certificados de aforro tem-se intensificado nos últimos meses, refletindo a subida da Euribor a três meses e o consequente aumento da taxa de remuneração dos certificados– já que aquele indexante integra a fórmula de cálculo da taxa de juro deste produto de poupança.
Taxa de poupança em Portugal é inferior à da média da UE

Portugal é o quinto país da UE onde as famílias menos poupam

Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, as famílias portuguesas pouparam apenas 9,8% dos seus rendimentos. Portugal é, de resto, o quinto país da União Europeia (UE) onde as famílias menos pouparam no ano passado, encontrando-se apenas atrás de Dinamarca (9,3%), Lituânia (5,8%), Grécia (3,7%) e Polónia (2,8%). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat. 
Poupanças e depósitos em Portugal a aumentar

Poupar em tempo de inflação e juros altos: depósitos estão a aumentar

A resposta das famílias portuguesas à alta taxa de inflação e à subida de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE), que está a contribuir para o aumento das taxas Euribor e, consequentemente, da prestação do crédito habitação, parece estar a ser dada. O montante total de crédito habitação concedido aos particulares está a desacelerar e, ao mesmo tempo, os depósitos estão a aumentar, naquela que será uma forma de tentar aumentar as poupanças. 
Subida dos juros nos depósitos a prazo

Subida de juros vai refletir-se nos depósitos a prazo, diz Centeno

A subida das taxas de juros diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) tem tido efeitos diretos na economia europeia. O objetivo é baixar a inflação que se faz sentir na Zona Euro – que chegou aos 10,6% em outubro. E acaba por ter influência na subida da Euribor, encarecendo os créditos habitação. Mas também tem efeitos positivos nos depósitos a prazo, já que pode torná-los mais rentáveis no futuro. “O reflexo das subidas das taxas de juro deve fazer-se sentir nos depósitos, para que a poupança passe a ter outro significado”, acredita o governador do Banco de Portugal.
Juros nos depósitos a prazo

BCE aumenta juros em 75 pontos: taxas dos depósitos a prazo vão subir?

A economia europeia estremeceu com a nova subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 75 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de outubro. Há consequências à vista para a economia: a Euribor deverá continuar a subir, tornando os créditos habitação mais caros, e há já vários países que estão a sentir as economias a contrair. Mas também há efeitos positivos para as carteiras das famílias: o aumento dos juros diretores impulsiona também a subida das taxas de juro dos depósitos a prazo no espaço europeu, tornando-os mais rentáveis. Explicamos.
Gerir bem o salário e o orçamento familiar em tempos de crise

Como gerir o salário em tempos de crise

O cenário é de crise, com a taxa de inflação a não dar tréguas e o Banco Central Europeu (BCE) a responder com a subida da taxa de juros. Uma das consequências deste cenário, além do aumento da prestação da casa a pagar ao banco pelo crédito habitação, é a perda de poder de compra, que segundo António Costa é “brutal”. Mas há formas de tentar “minimizar” os danos, nomeadamente fazendo uma gestão correta do salário. 
Depósitos a prazo em Portugal

Ter poupanças em depósitos: juros em Portugal dos mais baixos na UE

A subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) para travar a inflação acaba por influenciar o aumento generalizado dos juros na Zona Euro, quer nos créditos habitação, quer nos depósitos a prazo. Mas nem todos os países europeus estão a refletir esta subida dos juros diretores da mesma forma. Colocar as poupanças num depósito a prazo rende 1,44% nos Países Baixos, enquanto em Portugal rende 20 vezes menos. A taxa de juro nos depósitos a prazo no nosso país, de 0,07%, foi mesmo a terceira mais baixa da União Europeia (UE) em agosto.
Poupanças nos depósitos a prazo

Poupanças nos depósitos a prazo? Montante subiu 7% com a alta inflação

Com o poder de compra pressionado por uma inflação que chegou aos 9,3% em setembro, os portugueses têm optado cada vez mais por proteger as poupanças nos depósitos a prazo, ainda que rendam pouco (0,07%). Os dados do Banco de Portugal (BdP) mostram que o montante de novos depósitos a prazo subiu 7% em agosto face ao mês anterior, atingindo os 4.124 milhões de euros.
Como poupar dinheiro

Como poupar dinheiro? Estas 4 regras de um milionário vão ajudar

Com a inflação em alta e os juros a subir, os portugueses começam a desenhar novas estratégias para poupar. E há vários conselhos de Grant Cardone, CEO da Cardone Capital, que as famílias podem seguir para economizar. Uma das regras básicas passa por “não comprar nada que possas alugar".
Taxa de poupança dos portugueses a cair

Taxa de poupança dos portugueses a encolher: é a mais baixa desde 2017

A taxa de poupança das famílias caiu para 5,9% do rendimento disponível no segundo trimestre do ano, refletindo o aumento de 2,7% do consumo privado, segundo dados do INE. De acordo os mesmos, que têm por base a informação do ano terminado no trimestre, por cada 100 euros disponíveis, as famílias pouparam 5,9 euros neste período, o valor mais baixo desde os 5,7 euros registados no terceiro trimestre de 2017.
Poupança de energia

Teletrabalho e apagar montras: medidas do Governo para poupar energia

O espaço europeu está a enfrentar uma crise energética sem precedentes. E para assegurar a segurança do abastecimento de energia em caso de futuras disrupções, o Governo português desenhou o Plano de Poupança de Energia 2022-2023, que foi publicado em Diário da República esta terça-feira. Este plano traz um conjunto de novidades para pôr em prática e começar já a reduzir os gastos energéticos.
Empréstimos para comprar casa

Empréstimos habitação desaceleram pela 1ª vez em dois anos

O clima macroeconómico é hoje marcado pela alta inflação e pela subida de juros nos créditos habitação. Mas nem mesmo isso trava, de uma forma geral, a compra de casa pelas famílias com financiamento bancário. O montante total de empréstimo habitação continua a crescer anualmente (+4,6% em agosto de 2022). Mas o Banco de Portugal (BdP) destaca que esta foi a “primeira vez desde outubro de 2020 que estes empréstimos registaram um abrandamento”.
Venda de casas a cair

Venda de casas em Portugal cai 7,6% em junho – porquê?

O negócio das casas segue de vento em popa. No nosso país foram vendidas 43.607 casas só no segundo trimestre de 2022, mais 4,5% do que no mesmo período do ano passado. Mas olhando para os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) à lupa, salta à vista que houve um arrefecimento da venda das casas em junho. A alta inflação e subida dos juros poderá ajudar a explicar esta descida dos negócios.