Subida da prestação da casa

Prestação da casa: ano do contrato e valor em dívida determinam subida

O clima económico europeu está dominado pela inflação. E para a travar o Banco Central Europeu (BCE) subiu as taxas de juro diretoras, uma decisão que desencadeou uma escalada da Euribor e, por conseguinte, uma subida das prestações da casa da maioria das famílias portuguesas, já que cerca de 90% tem créditos habitação com taxa variável. Mas a subida das taxas Euribor não impacta todos os empréstimos habitação de taxa variável ​​da mesma forma, já que depende do ano do contrato e do valor já pago. Explicamos tudo tendo por base simulações.
Prestações da casa mais altas

Prestação da casa atinge nível mais elevado desde 2009

Com os juros a subir à medida que crescem as taxas Euribor, as prestações da casa estão a ficar mais caras. É mesmo isso que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicado esta terça-feira, dia 20 de setembro: a prestação da casa dos últimos 12 meses atingiu os 388 euros em agosto, a mais elevada desde fevereiro de 2009. Já as prestações dos últimos três meses alcançaram o maior valor alguma vez registado, de 445 euros.
Como ajustar o crédito habitação

Subida da Euribor: Bankinter dá tiro de partida com redução de spread

Mesmo num contexto de alta inflação e de subida dos juros, as famílias continuam a recorrer ao financiamento bancário para comprar casa em Portugal. Quem o diz são os dados do próprio Banco de Portugal (BdP): só nos primeiros sete meses de 2022 foram concedidos 8.630 milhões de euros em novos créditos habitação no país. E quando a procura está em alta e os juros sobem à boleia da Euribor, os bancos usam estratégias para atrair mais clientes. É aí que entra a redução dos spreads. E já houve um banco que deu o tiro de partida nesta corrida: o Bankinter, que oferece agora um spread mínimo de 0,85%.
BCE volta a subir taxas de juro

BCE sobe juros em 75 pontos base: qual o impacto no crédito habitação?

O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juro diretoras esta quinta-feira, dia 8 de setembro. Depois de em julho ter subido pela primeira vez em 11 anos estas taxas em 50 pontos base, o regulador europeu decidiu, desta vez, aumentar os juros em 75 pontos base. E tudo indica que este não será o último aumento, já que estão previstas outras subidas dos juros em 2022 para combater a inflação, que ultrapassa os 9% na Zona Euro. Esta decisão traz consequências para a economia europeia, que serão sentidas, sobretudo, no custo dos créditos habitação e no financiamento público e empresarial. Mas também traz aspetos positivos para quem tem poupanças no banco, dado que tornará os depósitos a prazo mais rentáveis do que nunca.
Quais as despesas do crédito habitação

Crédito habitação: tudo sobre as despesas e impostos a pagar

Na hora de comprar casa com recurso ao crédito habitação há que ter em conta que é necessário pagar, desde logo, um conjunto de despesas e impostos associados ao empréstimo. É por isso que é importante dispor de poupanças antes de adquirir uma habitação com financiamento bancário. Neste artigo, explicamos tudo o que precisas de saber sobre as despesas e impostos a pagar pelo crédito habitação.
Pedir crédito habitação

Comprar casa com financiamento a 100% com crédito pessoal? Os riscos

Hoje, só é possível pedir um crédito habitação em Portugal com financiamento máximo de 90%, dadas as limitações impostas em 2018 pelo Banco de Portugal (BdP). Mas, ainda assim, há quem contorne o sistema e consiga comprar uma casa 100% financiada pelos bancos. Como? Recorrendo ao crédito pessoal para pagar o valor da entrada. Mas este duplo financiamento bancário traz riscos acrescidos para as famílias, que assumem taxas de esforço mais elevadas.