Novas tabelas de retenção baixam IRS até 25 euros em salário de 1.350
As alterações ao IRS que chegam em 2023 vão fazer com que um salário de 1.350 euros pague menos 15 euros de IRS, em janeiro, e menos 25 euros, a partir de julho, face ao que paga em 2022.
Mais de 40% do salário usado para pagar a prestação da casa em 2023?
A subida da Euribor para todos os prazos afeta particularmente os portugueses, já que cerca de 90% dos contratos de crédito habitação são de taxa variável. E o próprio Banco de Portugal (BdP) alerta que, com a subida das taxas de juro, a prestação da casa, em termos médios, poderá aumentar 92 euros até ao final de 2023. O que o regulador português também diz é que haverá uma em cada dez famílias que vão ter taxas de esforço superiores a 40% já no próximo ano.
Construção e imobiliário: salários aumentaram mais de 5% num ano
A fileira do imobiliário e da construção continua de pedra e cal, mesmo com os constrangimentos trazidos pela pandemia e pela guerra da Ucrânia que provocaram uma subida a pique dos preços dos materiais. O dinamismo sentido nos setores em 2022 foi tal que o número de trabalhadores contratados e os salários médios brutos subiram mais de 5% no trimestre terminado em setembro de 2022 face ao mesmo período do ano passado, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira. Apesar da subida salarial, estas atividades económicas continuam a ser das menos bem remuneradas no país.
Salários recuam com a experiência – baixam a partir dos 50 anos
Seria normal pensar que a antiguidade profissional, aliada à experiência adquirida com o passar dos anos, significaria um aumento salarial para os mais “velhos”. Mas será mesmo assim? Tendo por base o atual contexto do mercado laboral, as pessoas vão ganhando mais, ano após ano, até chegarem aos 50 anos de idade, mas depois os salários tendem a recuar.
Como gerir o salário em tempos de crise
O cenário é de crise, com a taxa de inflação a não dar tréguas e o Banco Central Europeu (BCE) a responder com a subida da taxa de juros. Uma das consequências deste cenário, além do aumento da prestação da casa a pagar ao banco pelo crédito habitação, é a perda de poder de compra, que segundo António Costa é “brutal”. Mas há formas de tentar “minimizar” os danos, nomeadamente fazendo uma gestão correta do salário.
Construção com falta de mão de obra: salários sobem 5,4% em agosto
Construir casas novas está cada vez mais caro – subiu 12,6% em agosto. Este é um cenário impulsionado pela subida dos custos dos materiais de construção e também pelo crescimento dos custos da mão de obra, que tem sido alimentado pela escassez de trabalhadores no setor. Em resultado, os salários na construção têm vindo a subir, tendo crescido 5,4% em agosto face ao período homólogo, aponta o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quarta-feira, dia 12 de outubro.
Simulações de IRS: quanto sobem os rendimentos líquidos em 2023?
Há mudanças à vista no IRS em 2023. O Governo vai promover a valorização salarial global de 5,1% já no próximo ano. Mas para garantir que as famílias não vão perder rendimentos líquidos, o Executivo propõe no Orçamento de Estado para 2023 (OE2023) avançar com a reforma do Mínimo de Existência e das tabelas de retenção na fonte. Para compreender quanto é que as famílias vão descontar de IRS em 2023 e como é que ficam os seus rendimentos líquidos, a PwC preparou para o idealista/news um conjunto de simulações.
Salários da função pública abaixo da inflação em quase toda a Europa
O impacto da alta taxa de inflação faz-se sentir em todas as geografias. Os funcionários públicos também vão sentir na pele os efeitos da escalada da inflação, com muitos governos de países europeus a cortarem nos salários dos trabalhadores dos Estado em 2023. Será assim em Portugal e em vários países europeus. Apenas na Bélgica, pelo menos para já, o cenário poderá ser diferente.
Governo propõe aumentos salariais anuais de 4,8% até 2026
O Governo propôs aos parceiros sociais uma valorização nominal das remunerações em 4,8% em média, em cada ano, entre 2023 e 2026. Como pressupostos para este objetivo, o Executivo tem em conta uma inflação de médio prazo de 2%, de acordo com o Banco Central Europeu, e uma taxa de produtividade de 1,5% entre 2023 e 2026.
Inflação está a mudar a forma de comprar e viver das famílias – como?
Uma série de eventos recentes não tem deixado os portugueses indiferentes. Primeiro a pandemia, depois a guerra da Ucrânia e o consequente aumento da inflaçãoe dos juros. E um estudo da Boutique Research vem agora confirmar que a preocupação dos portugueses com o futuro está, hoje, ainda mais elevada do que no início da pandemia. As famílias têm vindo a ajustar o seu ‘modus vivendis’ e neste artigo explicamos como.
Conselho de Finanças Públicas: "A habitação preocupa muito"
Num contexto de forte subida das taxas de juro, e numa altura em que se assiste a uma escalada sem precedentes da inflação, a presidente do Conselho Superior das Finanças Públicas (CFP), Nazaré Costa Cabral, diz estar "muito preocupada com o custo da habitação que terá de ser suportado pelas famílias". A responsável admite uma “perda de rendimento real” dos trabalhadores, e não afasta um cenário de recessão no país, apesar da estimativa da instituição de um crescimento do PIB de 1,2% no próximo ano.
OE2023: Governo quer ajustar taxas de IRS a quem tem aumento salarial
O Governo quer criar um mecanismo de ajustamento das taxas de IRS a todos os que tenham aumentos salariais no âmbito do acordo de médio prazo de rendimento e competitividade que está a ser negociado na Concertação Social.
A medida está prevista numa versão da proposta de lei das Grandes Opções (GO)
Qual é o crédito habitação mais indicado para cada orçamento familiar?
É comum recorrer ao financiamento bancário para adquirir habitação em Portugal. E uma das principais dúvidas que surgem é saber qual é a casa que se pode comprar. Isso vai depender em larga medida do valor que o banco está disposto a emprestar.
Aumentos salariais abaixo da inflação em 2023? Empresas dizem que sim
As empresas em Portugal estimam aumentos salariais abaixo da inflação no próximo ano, prudência na contratação e dificuldade na retenção de talento, segundo o estudo "Total Compensation 2022" desenvolvido pela Mercer e divulgado esta quinta-feira (15 de setembro de 2022).
Falta de mão de obra na construção: salário sobe quase 7% em julho
A construção vive tempos desafiantes num contexto marcado pela inflação, altos custos da energia e problemas na cadeia de abastecimento.
Portugal regista maior fosso entre preços das casas e salários da OCDE
Muitas famílias portuguesas têm um profundo desejo de comprar casa própria. Mas, agora, há um conjunto de obstáculos a superar para cumprir este sonho. O atual cenário económico mundial, marcado pela guerra e pela inflação, tem acelerado a evolução dos preços das casas.
Salário Vs inflação: portugueses ganham mais mas perdem poder de compra
A subida da inflação não está a dar tréguas em Portugal e no mundo. Um fenómeno que está a fazer soar os alarmes a nível nacional, visto que o ritmo de crescimento dos salários não está a acompanhar – ou está a revelar-se insuficiente para acompanhar – a subida dos preços, que dispararam em flecha nos últimos meses à boleia da taxa de inflação, que em Portugal já está nos 9,1%.
Falta de mão de obra na construção: custo salarial subiu 7,1%
O setor da construção tem-se confrontado com vários constrangimentos. Desde a subida dos preços dos materiais, desde o início da pandemia da Covid-19, aos atrasos do fornecimento das matérias-primas, que se acentuou com o eclodir da guerra da Ucrânia.
Alta inflação rouba 4,6% aos salários reais no 2º trimestre
Além de estar a contribuir para aumentar o custo de vida, a alta inflação que se faz sentir em Portugal está a fazer com que os salários médios em termos reais diminuam. Os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram isso mesmo: no segundo trimestre do ano, a variação da remuneração bruta total média em termos reais – descontando o efeito da inflação – sofreu uma redução de 4,6% face ao período homólogo. Trata-se de uma queda superior quando comparada com a verificada no primeiro trimestre (2,2%).
Portugueses precisam de 11,4 anos de salários para comprar casa
Comprar casa está cada vez mais caro. Mas os salários não acompanham esta evolução. E as consequências para este desequilíbrio são várias: este cenário tem aumentado as desigualdades sociais e económicas, afastando muitas famílias de comprar casa.
Construção: produção abrandou em maio para 2,0%
A construção de edifícios e a atividade da engenharia civil desaceleraram em maio face ao mês anterior.
Salários dos portugueses com ensino superior estão a cair
Os dados mais recentes relativos aos rendimentos dos portugueses, quando comparados com os auferidos pelos cidadãos dos outros Estados-membros da União Europeia (UE), são alarmantes, sobretudo tendo em conta o nível de escolaridade que têm. Os trabalhadores com o secundário de 12 países ou com o básico de quatro países da UE recebem mais, em média, do que os portugueses que têm o ensino superior.
Inflação e salários baixos fazem portugueses perder poder de compra
A inflação disparou e, segundo os especialistas, veio para ficar, não sendo transitória. Significa isto que os preços dos produtos estão mais caros, com os salários dos portugueses a não acompanharem esta evolução. O resultado não parece ser animador: a perda de poder de compra das remunerações médias por trabalhador vai rondar os 3,5% em 2022, sendo esta a maior redução desde a Troika (2012). Portugal terá, de resto, a 11ª maior perda de poder de compra entre os 33 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Salário elevado já não chega para atrair e reter talento
Um salário elevado já não chega para recrutar bons profissionais e reter talento. Atualmente, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal é tão valorizado quanto a remuneração quando se trata de procurar um novo emprego.
Qual é a taxa de esforço para comprar casa em Portugal?
O desnível entre os valores das casas para comprar e os salários dos portugueses está cada vez maior. Isto porque os preços das casas estão a subir a uma maior velocidade que os rendimentos.