Herdade vendida em Estremoz

Hipoges vende herdade de 40 hectares em Estremoz e prédio em Lisboa

A Hipoges, servicer de referência em Asset Management, anunciou esta quarta-feira (10 de janeiro de 2024) ter vendido dois ativos imobiliários no início do ano. Em causa está uma herdade de 40 hectares em Glória, na região de Estremoz (Alentejo), que foi transacionada por um valor “na ordem dos seis dígitos”, e um prédio na zona do Chiado, no coração de Lisboa.
Venda de retail parks em Portugal

Retail parks em Portugal: 5 imóveis foram vendidos a fundo suíço

O imobiliário comercial retalhista volta a dar que falar em Portugal. Antes da pandemia, Mitiska REIM comprou cinco retail parks portugueses. E agora, cerca de cinco anos depois, a investidora belga decidiu vendê-los a um novo fundo detido pelos suíços da Partners Group, juntamente com outros cinco retail parks situados na Bélgica. O valor do negócio não foi revelado.
Portugal atrai investidores imobiliários

Portugal atrai investidores: entre os destinos mais procurados em 2024

A atividade de investimento imobiliário a nível global deverá aumentar em 2024, atingindo um pico no terceiro trimestre, antecipa o Savills World Research. Segundo o mais recente relatório da consultora imobiliária, Portugal “estará entre os destinos mais procurados para investimento devido ao seu potencial turístico”. 

Há uma “nova visão para Vilamoura”: investimento supera os 500 milhões

A Arrow Global, que detém a Vilamoura World (VW), continua a apostar em força no segmento imobiliário na região algarvia, anunciando que já investiu 400 milhões de euros e que planeia investir mais de 500 milhões nos próximos anos. “É com grande prazer que anunciamos o relançamento e uma nova visão para Vilamoura, unindo os múltiplos negócios e projetos que estão a moldar uma Vilamoura ainda mais extraordinária”, refere em comunicado Pedro Reimão, CEO da VW.
Investimento imobiliário em Portugal

CORUM capta mais de 600 milhões para investir no imobiliário europeu

A CORUM Investments, Sociedade de Investimento Imobiliário (SCPI) de origem francesa, captou mais de 600 milhões de euros junto dos aforradores europeus no primeiro semestre, tendo mantido um “elevado nível de captação de poupanças num período marcado” pela alta inflação e pela subida dos juros por parte do Banco Central Europeu (BCE). E também, segundo revela em comunicado, pela “fraca rentabilidade oferecida pelos produtos de poupança tradicionais”. 
Comprar, vender e arrendar casa em Portugal

“Escassez de imóveis começa a criar efeitos paradoxais no mercado”

O mercado imobiliário residencial em Portugal está a sentir os danos colaterais da atual conjuntura macroeconómica, marcada por aumento das taxas de juro, alta inflação e perda de poder de compra. O resultado é um mercado com “níveis bastante elevados de procura de soluções habitacionais, que contrastam com uma escassez de imóveis cada vez mais acentuada e uma oferta ainda mais desajustada da capacidade financeira dos portugueses”, refere a Century 21 Portugal, em comunicado. 
Investidores imobiliários estrangeiros em Portugal

Jamestown atenta a negócios imobiliários em Lisboa e no Porto

A Jamestown, empresa de investimento e gestão imobiliária que aterrou em Portugal em 2021, com a aquisição do emblemático edifício de escritórios JQOne – tradicionalmente conhecido como Entreposto e, entretanto, batizado como Innovation & Design Building (IDB) Lisbon –, tem em vista novos investimentos em Portugal, nomeadamente em Lisboa e Porto. 
Lote de areia vendido no Dubai

Lote de areia no Dubai vendido por 30 milhões de euros - um recorde

A ilha Jumeirah Bay, no Dubai, é bastante conhecida por ter a forma de cavalo-marinho. Mas não só. No passado dia 19 de abril foi vendido um lote de areia nesta ilha artificial por 125 milhões de dirhams (cerca de 30,8 milhões de euros à taxa de câmbio atual), constituindo um novo recorde neste mercado. O novo proprietário planeia aqui construir uma casa de férias para a família.
Amancio Ortega investe forte no setor imobiliário fora de Espanha

Amancio Ortega (dono da Zara) compra antiga sede da BBC por 93 milhões

O fundador do grupo Inditex (dono da Zara e da Massimo Dutti), Amancio Ortega, continua a investir forte no mercado imobiliário fora de Espanha, tendo fechado a compra, recentemente – através da sua empresa de investimentos Pontegadea –, da antiga sede da BBC em Londres (Reino Unido) por cerca de 82 milhões de libras (93 milhões de euros).
Transações imobiliárias têm de ser comunicadas ao IMPIC até dia 31 de março

Mediação imobiliária: obrigatório comunicar transações até 31 de março

As entidades que exerçam atividades de mediação imobiliária e as construtoras que procedam à venda direta de imóveis devem comunicar ao IMPIC (Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção) até sexta-feira (31 de março de 2023) as transações imobiliárias que realizaram no quarto trimestre de 2022. Em causa estão também contratos de arrendamento.  
Perspetivas imobiliário 2023

Imobiliário afasta pessimismo e traça 2023 melhor que o esperado

A reta final de 2022 encheu o mercado de dúvidas. Com a inflação em alta, os juros a subir a grande velocidade, a crise energética e a guerra na Ucrânia, muitos previam uma recessão económica e um forte impacto destes fatores no setor imobiliário. Apesar de as incertezas ainda exigirem cautela e de se esperar um ajuste nas avaliações imobiliárias e uma queda no investimento, os responsáveis pelas grandes empresas imobiliárias presentes em Espanha, e algumas em Portugal, pintam um cenário menos pessimista para os próximos meses, traçando perspetivas para 2023 melhores do que o esperado.
Lisboa é uma das melhores cidades para se investir em imobiliário

Lisboa é a 11ª melhor cidade europeia para investir em imobiliário

Os vários players do setor imobiliário perspetivam que 2023 seja um ano de incertezas, marcado pelos efeitos da alta inflação, da subida das taxas de juro, da eventual desaceleração económica ou da crise energética. Há, no entanto, sinais de otimismo, nomeadamente no que diz respeito à promoção imobiliária em Portugal, com os investidores a manterem o país no radar. Os dados mais recentes de um relatório elaborado pela consultora PwC e pelo Urban Land Institute (ULI) mostram isso mesmo: Lisboa é a 11º cidade europeia mais atrativa para investir em imobiliário, tendo recuperado face aos dois anos anteriores (16ª em 2022 e 15ª em 2021). 
Estrangeiros compram casa na Madeira

Madeira rejeita proibir venda de casas a estrangeiros não residentes

Para travar a subida dos preços das casas em Portugal, o Bloco de Esquerda (BE) apresentou um projeto de lei para a proibir a venda de imóveis a estrangeiros não residentes. Mas a Região Autónoma da Madeira rejeita fazê-lo. “Nós não queremos fazer isso. Acho que neste momento o imobiliário na região está a correr muito bem”, disse o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.

TdC questiona venda de 3 imóveis em Cascais a chineses por 2 milhões

A Câmara Municipal de Cascais (CMC) vendeu dois armazéns e um terreno por 1,75 milhões de euros à empresa chinesa ShiningJoy. Mas este negócio imobiliário está a ser posto em causa pelo Tribunal de Contas (TdC), por alegada falta de transparência e ausência de concorrência, concluindo mesmo que a transação veio favorecer os interesses da empresa chinesa em detrimento do interesse público. Ainda assim, os membros da autarquia não podem ser responsabilizados.
Estrangeiros compram casa em Espanha

Governo das Baleares quer proibir compra de casa por estrangeiros

Os preços das casas nas ilhas Baleares, em Espanha, estão a escalar. Tanto que o preço do metro quadrado (m2) nesta comunidade autónoma chegou aos 3.706 euros em 2022 (+10,5% que em 2021), um valor acima do registado na Comunidade de Madrid (3.122 euros/m2) e na Catalunha (2.333 euros /m2), mostram os dados do idealista. Foi por isso mesmo que o Governo das Baleares criou uma comissão para estudar a proibição da compra de casas por cidadãos, estrangeiros ou não, que vivam nesta comunidade autónoma há menos de cinco anos.
Venda de casas em Portugal dispara em 2022

Vendidas mais de 168.000 casas num total de 34 mil milhões em 2022

“As profundas alterações macroeconómicas e geopolíticas não travaram o mercado imobiliário português, que deverá terminar 2022 com mais de 34.000 milhões de euros transacionados”. Segundo as estimativas da JLL, está em causa um crescimento na ordem dos 14% face aos 30.000 milhões de euros de imóveis – residenciais e comerciais – vendidos em 2021. Ao todo, adianta a consultora imobiliária, terão sido vendidas no ano passado mais de 168 mil casas, num total de 31 mil milhões de euros transacionados. 
Os mais importantes negócios imobiliários de 2022

Hotéis e escritórios elevam investimento imobiliário para 3 mil milhões

As estimativas da consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) apontam para que tenham sido investidos no ano passado cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior. Significa, então, que 2022 será o terceiro melhor ano de sempre, apenas atrás de 2018 e 2019. Isto em pleno contexto económico marcado por uma alta taxa de inflação e por aumentos consecutivos da taxa de juro diretora por parte do Banco Central Europeu (BCE). Mostramos, em baixo, como se comportou o setor ano passado, segmento por segmento, e revelamos quais foram os principais negócios do ano. 
Portugal continua no radar dos investidores imobiliários

Imobiliário em 2023: “Há um otimismo cauteloso”

Portugal “continua no radar” dos investidores institucionais estrangeiros, apesar do contexto que se vive, marcado por uma elevada taxa de inflação, por uma diminuição do poder de compra e por um aumento da taxa de juro diretora, por exemplo. A garantia é dada por Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, que considera que se vive atualmente “um otimismo cauteloso” no país. As estimativas da consultora apontam para que tenham sido investidos em 2022 cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior.
Imobiliário em alta em Portugal em tempos de guerra

“Virão tempos de mudança” no imobiliário – com "boas oportunidades”

O ano de 2022 fica marcado pelo escalar de uma guerra na Ucrânia, que fez disparar a taxa de inflação e “obrigou” o Banco Central Europeu (BCE) a subir a taxa de juro diretora. O imobiliário sentiu, também, o impacto destes fatores, tendo dado provas, no entanto, da sua força. O que esperar, então, do ano de 2023 para o setor? “Acreditamos que em 2023 virão tempos de mudança e adaptação necessária, onde certamente também existirão boas oportunidades”, adianta, em comunicado, Pedro Rutkowski, CEO da Worx. 
impostos imobiliários

Receitas do IMT disparam e engordam cofres das autarquias

Os impostos imobiliários continuam a revelar-se como importante fonte de financiamento para as autarquias nacionais. Dados recentes divulgados no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2021 mostram que as receitas próprias das câmaras cresceram, em termos globais, sobretudo devido ao aumento em 10,4% da cobrança de impostos diretos, com destaque para o Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT). No ano passado, as câmaras encaixaram 1.345 milhões com este imposto.
Investimento imobiliário

Investimento imobiliário é refúgio contra subida de juros e inflação

O ambiente atual é marcado pela alta inflação e pela subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu. Todos estes fatores vão influenciar os mercados e o imobiliário não é exceção. Para já, o mercado de investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. Mas há desafios à vista.