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Juros no crédito habitação a descer há um ano – e com novo mínimo em setembro

Taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação desceu para 0,785% em setembro, segundo o INE.

Juros no crédito habitação a descer há um ano
Foto de Karolina Grabowska no Pexels
Autor: Redação

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação está a descer há um ano, desde setembro de 2020. Uma rota decrescente que atingiu um novo máximo em setembro de 2021, tendo descido para 0,785%, um valor inferior ao verificado em agosto (0,792%), revelou esta quarta-feira (20 de outubro) o Instituto Nacional de Estatística (INE), adiantando que nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro subiu de 0,689% em agosto para 0,702% em setembro.

“Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,800% (-0,7 p.b. face a agosto). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro aumentou 1,8 p.b. face ao mês anterior, fixando-se em 0,697%”, conclui o INE.

Relativamente ao valor médio da prestação, subiu um euro para 237 euros, isto tendo por base a totalidade dos contratos. “Deste valor, 37 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 199 euros (84%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu sete euros, para 311 euros”, lê-se na nota divulgada pelo instituto.

No que diz respeito ao capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos, subiu 219 euros em setembro face a agosto, fixando-se em 57.334 euros. Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 119.518 euros, mais 1.558 euros que em agosto.