O empreendimento 1965 Cidade Jardim, com uma componente residencial e outra comercial, acaba de iniciar a construção de dois novos edifícios, Thomaz e Telles. Situados em Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures, estes edifícios representam um investimento de cerca de 60 milhões de euros.
Com 35% das suas unidades já vendidas, ambos contam com varandas ou terraços em todos os apartamentos, estacionamento privativo com pré-instalação para carregamento elétrico, arrecadações e áreas comuns como espaços de ‘coworking’, piscina e zonas verdes. Serão ainda criados mais de 900 lugares de estacionamento público e privado ao longo de todo o empreendimento.
O Thomaz será composto por 46 apartamentos, enquanto o Telles contará com 77. As tipologias vão variar entre T1 e T4. Quanto ao edifício Telles, este integrará também uma loja Continente Bom Dia, com cerca de 2 mil metros quadrados (m2). Mas o 1965 Cidade Jardim contempla ainda mais de 5 mil m2 dedicados a comércio e serviços, distribuídos por todos os edifícios.
Em comunicado, Francisca Martins, Administradora do Grupo AM48, promotora imobiliária nacional responsável pela construção dos edifícios, refere-se a este novo empreendimento como “uma nova geração de projetos urbanos, pensados para integrar habitação, comércio, serviços, mobilidade suave e zonas verdes de lazer num mesmo ecossistema”, destacando a “procura crescente por projetos integrados, com qualidade urbana e acessibilidade, fora do centro de Lisboa”. Francisca Martins acrescenta que este projeto “terá ainda um impacto direto no desenvolvimento da região e na criação de emprego”.
Recorde-se que no passado mês de fevereiro foi iniciada a construção dos edifícios Oliveira, que têm já mais de 70% das suas frações vendidas.
Uma “cidade-jardim” sustentável às portas de Lisboa
A sustentabilidade é um dos principais compromissos do 1965 Cidade Jardim. Fruto de um investimento de mais de 140 milhões de euros, os sete edifícios deste empreendimento contam com certificação BREEAM e recuperam o sonho original da criação de uma “cidade-jardim”, imaginada pelos arquitetos Gonçalo Ribeiro Telles, Alberto Reaes Pinto e Fernando Ressano Garcia. Estes três arquitetos imaginaram, nos anos 60, promover um modo de vida residencial sustentável, integrado no ambiente natural.
O 1965 Cidade Jardim inclui, no total, 400 apartamentos e representa um investimento superior a 140 milhões de euros, conjugando habitação com comércio, serviços e espaços verdes. Ambas as zonas do empreendimento serão unidas por um parque urbano, que será também alvo de uma profunda intervenção, com a plantação de mais de 400 árvores e arbustos por parte do Grupo AM48, além da criação de duas novas zonas de parque infantil, um miradouro, um campo de jogos e uma área destinada a um quiosque.
Este empreendimento situa-se junto à futura estação de metro da linha violeta.
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