O Edifício Maximinos, que é propriedade dos CTT e está localizado em Braga, tem espaços de escritórios disponíveis para arrendamento em dois pisos, com áreas entre 750 e 1.620 metros quadrados (m2), complementados por estacionamento no logradouro, refere em comunicado a Savills, que está a comercializar o imóvel em regime de coexclusividade com a CBRE.
“Destaca-se pela sua fachada envidraçada, que proporciona uma abundante entrada de luz natural em todo o perímetro, criando um ambiente de trabalho luminoso e acolhedor”, é referido na nota.
Segundo a Savills, o Edifício Maximinos está situado no Largo de Maximinos, a poucos metros da Estação Ferroviária de Braga, e beneficia de excelente visibilidade, ótima acessibilidade às principais vias rodoviárias e de uma extensa rede de transportes públicos.
De referir que o imóvel está a ser alvo de uma remodelação de interiores, que irá valorizar o seu carácter modernista. “O projeto de arquitetura está a cargo do Departamento de BPC & Architecture da Savills, assegurando uma intervenção de elevada qualidade e alinhada com as mais recentes tendências do mercado imobiliário de escritórios”, adianta a consultora imobiliária, salientando que a conclusão das obras está prevista para o final de 2025.´
Um edifício com "traça única" e "localização ímpar"
“O Edifício Maximinos destaca-se não só pela sua traça única, mas também pela localização ímpar. Com esta intervenção, pretendemos dar-lhe uma nova vida, criando espaços, para um ambiente de trabalho verdadeiramente motivador e ajustado às necessidades do mercado atual. Saliento ainda a escassez de edifícios nesta cidade com capacidade para dar resposta à procura existente”, comenta Francisco Megre, Senior Consultant da Savills Portugal.
Do lado da CBRE, António Almeida Ribeiro, Diretor de Offices Investor Leasing, afirma que a comercialização do Edifício Maximinos representa mais um passo na estratégia da empresa de expansão para os principais mercados regionais. “Braga é hoje um dos maiores centros empresariais do país, com uma procura crescente por espaços de qualidade. Este ativo responde a essa necessidade, oferecendo uma combinação rara de localização, visibilidade e eficiência, pelo que estamos muito entusiasmados com o potencial deste projeto para atrair empresas de referência para a cidade”, acrescenta.
Já Cristina Arouca, Diretora de Promoção e Desenvolvimento Imobiliário dos CTT, salienta que no âmbito de uma estratégia de valorização e rentabilização do seu património, a empresa está a remodelar espaços que já não estão ocupados pelos CTT, como é o caso do edifício Maximinos. “Procuramos assim preservar o nosso património dando-lhe novos usos, ao mesmo tempo que contribuimos para dinamizar a economia local”, explica.
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