Onde é mais caro e barato arrendar casa em Lisboa e Porto?

Onde é mais caro e barato arrendar casa em Lisboa e Porto?

O preço pedido pelos senhorios aos inquilinos pela renda da casa continua a subir em Portugal em tempos de pandemia da Covid-19, embora a um ritmo mais lento que o verificado nos últimos meses. Quanto custa, afinal, arrendar uma casa nas duas principais cidades do país? Em Lisboa, os preços mais elevados superam os 13 euros por metro quadrado (€/m2), bem mais que os 5,61 €/m2 registados a nível nacional. Já no Porto, arrendar uma habitação chega a custar 9,50 €/m2. Fica a saber onde é mais caro e barato arrendar casa na capital e na Invicta. 
Rendas ainda sobem na pandemia, mas a um ritmo mais lento: preço do m2 está em 5,61 euros

Rendas ainda sobem na pandemia, mas a um ritmo mais lento: preço do m2 está em 5,61 euros

As rendas da casa continuam a subir, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19, mas a um ritmo mais lento que o observado nos últimos tempos. No segundo semestre de 2020 (últimos 12 meses), a renda mediana dos 79.878 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares celebrados atingiu 5,61 euros por metro quadrado (€/m2), mais 5,5% face ao período homólogo, revelou esta segunda-feira (29 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), salientando que no primeiro semestre de 2020 tinha-se registado um crescimento homólogo de 9,3%. 
Porto: casas premiadas em bienal de arquitetura serão afinal para arrendamento acessível

Porto: casas premiadas em bienal de arquitetura serão afinal para arrendamento acessível

As Casas de Trás, inicialmente destinadas a habitação social – são nove habitações inseridas em dois prédios encaixados entre as ruas dos Caldeireiros e de Trás, no Porto –, serão afinal disponibilizadas para arrendamento acessível a partir de abril. Os imóveis em causa foram requalificados pela Domus Social (DS) e ficaram prontos a habitar em março de 2020, tendo sido distinguidos, recentemente, pela XXII Bienal Panamericana de Arquitectura de Quito com uma menção honrosa na categoria de “Habitação Social e Desenvolvimento”.
Apoios ao arrendamento jovem através do programa Porta 65 batem record em 2020

Apoios ao arrendamento jovem através do programa Porta 65 batem record em 2020

Os apoios do Estado ao arrendamento jovem através do programa Porta 65 bateram recordes em 2020, ano marcado pela pandemia da Covid-19. Foram gastos, ao todo, 19,5 milhões de euros em ajudas no pagamento de rendas ao abrigo da iniciativa, um montante que iguala o anterior máximo, verificado em 2010. Ao todo, desde 2008, o Estado já despendeu com o programa Porta 65 jovem 185,7 milhões de euros.
Arrendamento acessível: PRR vai criar oferta pública para 6.800 famílias

Arrendamento acessível: PRR vai criar oferta pública para 6.800 famílias

A construção de um parque público de habitação para arrendamento a custos acessíveis, prevista pelo Governo no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), deverá beneficiar 6.800 famílias. A garantia foi dada quarta-feira (24 de março de 2021) pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, durante uma audição na Assembleia da República.
Promotop-Cobelba investe 19 milhões em dois projetos residenciais na Foz do Douro

Promotop-Cobelba investe 19 milhões em dois projetos residenciais na Foz do Douro

O Edifício Marechal Saldanha e o Casas de Fez são os dois projetos residenciais que a parceria Promotop e Cobelba está agora a desenvolver na zona da Foz do Douro, no Porto. O primeiro empreendimento é composto por um total de 22 apartamentos, desde T1 a T4, e uma loja no R/Chão, estando a conclusão da construção prevista para o início de 2022. Já o condomínio da Rua do Fez é constituído por sete apartamentos, tipo moradia, todos com entrada independente, com tipologias T3, T4, T5 e T6. A construção deste empreendimento ficou concluída recentemente.
Casas de luxo em tempos de pandemia: portugueses são os que mais compram

Casas de luxo em tempos de pandemia: portugueses são os que mais compram

Os portugueses estão atentos ao segmento residencial de luxo, tendo comprado em 2020, ano marcado pelo surgimento da pandemia da Covid-19, mais de metade (54,3%) das 3.420 casas vendidas pela Remax Collection. A imobiliária vendeu no ano passado menos imóveis de luxo que em 2019, mas mais 9% que em 2018, tendo terminado o ano de 2020 com um total de volume de preços na ordem dos 1.152 milhões de euros, segundo revela em comunicado.
Como usar a internet (e o Google) para fazer mais e melhores negócios na mediação imobiliária

Como usar a internet (e o Google) para fazer mais e melhores negócios na mediação imobiliária

Os dados mais recentes relativos às transações de casas e respetivos preços de venda comprovam que o setor imobiliário está de boa saúde em Portugal, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19. E a verdade é que a mediação imobiliária tem um aliado poderoso na sua atividade, a internet. Sem ela, como encontrar uma casa para viver ou como mostrar/promover um imóvel, no caso das imobiliárias, em tempos de confinamento? 
Subida dos salários não acompanha evolução dos preços das casas

Subida dos salários não acompanha evolução dos preços das casas

O setor imobiliário, nomeadamente o segmento residencial, parece estar a passar no teste da Covid-19, visto que apesar de se terem vendido menos casas em Portugal em 2020, os preços pelos quais as mesmas são transacionadas continuam a subir: 8,4%, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Um crescimento bem superior (quase o dobro) face ao verificado no rendimento médio mensal da população empregada por conta de outrem no país – era de 951 euros em 2020, o que representa um aumento de 4,6% face a 2019.
Escassez de oferta para a classe média ajuda a explicar subida dos preços das casas na pandemia

Escassez de oferta para a classe média ajuda a explicar subida dos preços das casas na pandemia

Foram vendidas no ano passado 171.800 casas, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de transações desde 2012. Uma quebra que se deve à pandemia da Covid-19, isto apesar do valor dos negócios ter atingido os 26,2 mil milhões de euros, o que representa uma subida homóloga de 2,4%, que pode ser justificada com o facto do preço das casas continuar a aumentar. Para contrariar esta constante subida, que ainda assim tem vindo a desacelerar, é preciso aumentar a oferta existente no mercado, nomeadamente para a classe média portuguesa, avisam os mediadores imobiliários. 
Preços das casas continuam a subir na pandemia - tanto nas novas como nas usadas

Preços das casas continuam a subir na pandemia - tanto nas novas como nas usadas

“Em 2020, apesar do contexto desfavorável decorrente das restrições impostas no âmbito da pandemia da Covid-19, continuou a observar-se uma dinâmica de crescimento dos preços das habitações transacionadas”, indicou esta terça-feira (23 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), revelando que os preços médios anuais aumentaram 8,4% no ano passado, menos 1,2% que no ano anterior (9,6%).
Quase 50 mil casas vendidas no final de 2020 - um record trimestral histórico em plena pandemia

Quase 50 mil casas vendidas no final de 2020 - um record trimestral histórico em plena pandemia

Nunca se venderam tantas casas em Portugal num trimestre como no último de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19. Foram, ao todo, 49.734 alojamentos (42.372 existentes e 7.362 novos), mais que no trimestre anterior (45.136) e no homólogo (49.232), segundo dados divulgados esta terça-feira (23 de março de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em termos anuais, no entanto, verifica-se uma quebra, tendo sido transacionadas, em 2020, 171.800 habitações, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de vendas desde 2012.