A International Workplace Group (IWG) tem um novo centro OpenOffice em Portugal, mais precisamente em Campolide, sendo o primeiro da marca em Lisboa. Situado no número 9 da Rua Campos Júnior, o edifício tem 544 metros quadrados (m2) e 108 postos de trabalho, com escritórios privados e áreas de ‘coworking’.
Este novo espaço vem reforçar a presença da empresa em Portugal, depois da abertura do primeiro espaço em Amarante, e responder à grande procura por espaços de trabalho flexível de topo na região de Lisboa, sendo concebido, principalmente, para utilização independente por empresas de todas as dimensões. As empresas terão a possibilidade de personalizar totalmente os seus escritórios, através do serviço Design Your Own Office da IWG.
Atualmente, a empresa tem 28 espaços de trabalho flexível em Portugal, tendo em curso um forte plano de expansão para este ano, depois de um 2025 bastante favorável, depois da inauguração de mais espaços do que nas duas primeiras décadas de operação. O número de assinaturas também tem registado um forte crescimento. No primeiro trimestre deste ano foram assinados 382 novos centros, muitos mais em comparação com os 224 assinados em período homólogo. A rede da IWG tem agora mais de um milhão de quartos distribuídos por 121 países.
Em comunicado, o Diretor-Geral da IWG Portugal, Jorge Valdeira, refere-se à abertura do OpenOffice de Campolide como “um passo relevante na expansão da IWG em Portugal, ao introduzir este conceito em Lisboa, numa das zonas empresariais mais estratégicas da cidade”. Para o responsável, “este novo espaço reflete a crescente procura por soluções de trabalho flexíveis e de elevada qualidade, reforçando o nosso compromisso de disponibilizar localizações cada vez mais relevantes para empresas e profissionais”.
Por sua vez, o CEO e Fundador da International Workplace Group, Mark Dixon, destaca a “localização estratégica” de Campolide para a expansão da empresa em Portugal. “Com a crescente procura por soluções de trabalho flexíveis e modelos operacionais mais eficientes, estamos bem posicionados para oferecer às empresas mais opções, maior flexibilidade e acesso a espaços de trabalho de elevada qualidade através desta nova abertura”, reforça.
Flexibilidade impacta positivamente a produtividade
De acordo com diversos estudos realizados por académicos de referência, a flexibilidade no modo e local de trabalho oferece muitos benefícios aos colaboradores, desde o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, passando por poupanças financeiras até vantagens para a saúde.
Mas não são apenas os colaboradores a tirar vantagem dos modelos de trabalho híbridos, os empregadores são igualmente beneficiados, uma vez que veem a produtividade dos empregados aumentar e os custos reduzir (com uma poupança média de cerca de 11 mil dólares por colaborador). De acordo com uma recente investigação da IWG e da consultora Arup, o trabalho híbrido pode aumentar a produtividade em 11%.
Com a progressiva adoção destes modelos mais flexíveis e descentralizados, espera-se que, até 2030, 30% de todo o imobiliário comercial seja dedicado a espaços de trabalho flexível.
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