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Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
Uma das escolhas que toda a gente enfrenta em algum momento da vida é entre arrendar ou comprar casa – um grande dilema financeiro com uma série de temas associados. Por um lado, a consciência de que com o arrendamento se paga uma renda durante muito tempo sem ficar com o imóvel no final, e ficar com a sensação de se ter deitado dinheiro fora. Por outro lado, comprar casa é uma decisão que condiciona o futuro dos proprietários, pelo compromisso financeiro exigido e pelas escolhas de vida. Os profissionais da habitissimo identificaram 5 sinais que podem ajudar a perceber qual é o momento ideal para comprar a primeira casa.
A Câmara de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, prevê investir 152 milhões de euros para dar habitação condigna a 1.481 famílias, num total de 7.961 pessoas.
Apenas um terço das famílias que pediram o apoio criado pelo Governo para ajudar ao pagamento das rendas por parte dos inquilinos com quebra de rendimentos, durante a pandemia, é que o receberam.
Mais um negócio de escritórios foi fechado na cidade Invicta. A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, reforçou a sua operação na cidade do Porto ao fechar um negócio de ‘sale and leaseback’ por cerca de um milhão de euros. Depois de remodelado, o edifício acolhe, agora, a própria Habita e a Rede Sitio.
Os senhorios não têm de comunicar anualmente ao Fisco os contratos de arrendamento de longa duração — dois ou mais anos –, para beneficiarem de redução no IRS.
Os brasileiros da Europar Investimentos & Participações, que aterraram em Portugal há cinco anos e compraram no ano passado o Évora Retail Park – um negócio conhecido recentemente –, estão a apostar forte no mercado imobiliário português, planeado investir 100 milhões de euros em projetos localizados em território nacional, sobretudo direcionados para o segmento de retalho.
Há falta de casas para arrendar a preços suportáveis pelas famílias um pouco por todo o país, o que dificulta – e muito – o acesso a habitação condigna. E foi com o objetivo de aumentar as soluções habitacionais no município, que a Câmara Municipal da Amadora decidiu criar um programa de apoio à renda dirigido ao parque habitacional privado.
Dois anos após o início da pandemia, o mercado imobiliário continua vivo e de “boa saúde”, e as expectativas são de que 2022 venha a ser um ano de consolidação da recuperação transversal do setor em Portugal.
O ano de 2022 arrancou tal como tinha terminado o de 2021, ou seja, com a sensação de que o setor da promoção imobiliária em Portugal continua a saber como fintar a pandemia. É assim desde março de 2020, quando a Covid-19 se instalou no país, e a verdade é que continua a haver projetos a sair do papel, nomeadamente no segmento residencial, e que o mercado português se mantem no radar dos investidores, nacionais e internacionais. Há, no entanto, desafios a ter em conta, como por exemplo os elevados custos de construção. Eis o que se pode esperar da promoção imobiliária em 2022, segundo especialistas.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai comprar casas (prédios e frações habitacionais), contribuindo, assim, para o aumento da oferta habitacional pública a custos acessíveis. A entidade lançou, nesse sentido, uma consulta ao mercado para aquisição de imóveis localizados nos concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e da região do Algarve. Consulta essa que termina esta sexta-feira (11 de fevereiro de 2022).
O investimento captado através dos vistos gold na Madeira foi de 60 milhões de euros entre 2017 e 2021, sobretudo no setor imobiliário, e corresponde a 50 autorizações de residência, segundo informou o Governo Regional.
Nos arredores de Madrid, está a ser construído um armazém com cerca de 6.000 metros quadrados (m2). É aí que a The Prototipo Company, empresa que surgiu em plena pandemia, dá mais um passo na construção industrializada.
Um total de 1.939 famílias nos Açores vão ser apoiadas mensalmente no pagamento da renda durante um ano, no âmbito do Incentivo ao Arrendamento, num"investimento mensal na ordem dos 288 mil euros”, adiantou nesta quarta-feira o Governo Regional.Num nota publicada no site do Executivo, a vice-presidê
Em muitas ocasiões, fazer uma remodelação compensa. Hoje mostramos fotos do antes e depois de uma casa localizada no centro de Madrid que foi reformada pelo estúdio de design de interiores designblob. Foi adquirida por 776.000 euros (impostos e despesas incluídos).
O mercado de revenda de habitação no segmento premium está a “ganhar vida”, o que significa que a procura por casas de gama alta prontas a habitar está a crescer. Uma dinamização que acontece na sequência da pandemia da Covid-19 e do teletrabalho, que “contribuíram para aguçar o apetite dos estrangeiros pela fixação de residência em Portugal” e pela “procura por casas de qualidade, bem localizadas e com condições de ocupação imediata”, revela a Athena Advisers em comunicado.
Esta fantástica propriedade, com acabamentos em pedra e vistas deslumbrantes sobre Cascais e sobre o mar, está inserida num lote de terreno de 1.500 metros quadrados (m2) no centro da vila, encontrando-se a apenas dois minutos do mercado, cinco minutos da praia e quatro minutos da estação de comboios e autocarros. A promoção e comercialização deste imóvel está a cargo da Vila dos Números Imobiliária.
A empresa Escape, especializada na produção de minicasas pré-fabricadas, lançou uma campanha em 2019 na qual oferecia casas totalmente gratuitas. A ideia era que o imóvel fosse arrendado pelo proprietário/vencedor que, além de não pagar pela compra, recebia um benefício económico todos os meses.
Um grupo de investidores americano comprou o edifício onde funciona o Continente em Setúbal, por 10,2 milhões de euros. O ativo, com uma área de 2.700 metros quadrados (m2), foi adquirido através da ‘Principal Real Estate’ e prevê o arrendamento do imóvel de retalho por um prazo de 15 anos à Sonae, dona do conjunto de hipermercados.
Os preços das casas continuam a aumentar na cidade de Lisboa. Tendo em conta o período de 12 meses terminado em setembro de 2021, o preço mediano situou-se nos 3.427 euros/m2, registando uma subida homóloga de 1,5%.