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Aquela que é a primeira linha de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em matéria de habitação já está disponível.
O presidente do Governo da Madeira anunciou um novo empreendimento habitacional no Funchal, um investimento de 4,9 milhões de euros integrado no Plano de Recuperação e Resiliência, que irá reforçar a oferta de casas a preços acessíveis aos madeirenses.
Nasceu um pouco antes da pandemia da Covid-19 ser declarada e apontou a mira à Margem Sul de Lisboa, mais concretamente ao Montijo. A Portugal Slow Living, uma promotora imobiliária nacional que “pensa no bem-estar e qualidade de vida” das pessoas, projetando “casas com escolhas criteriosas a nível da sustentabilidade e eficiência energética”, segundo se lê no site da empresa, vai lançar três projetos residenciais no Montijo, revela ao idealista/news Catarina Teixeira Lozano, uma das três sócias da empresa. “Há muitos projetos, muitos investimentos pensados para o Montijo [por vários players]. Viver no Montijo é uma paz, um sossego, por isso escolhemos o centro da cidade, porque há muitos terrenos à venda”, refere, justificando a aposta na cidade do distrito de Setúbal.
Foi há mais de 35 anos que se construiu aquele que seria considerado o carro mais comprido do mundo. Trata-se do famoso carro "The American Dream", que foi apresentado por Jay Ohrberg na Califórnia (EUA), em 1986.
O mercado de escritórios está a crescer quer em Lisboa, como no Porto. São cada vez mais as empresas que procuram instalar os seus escritórios nestas duas cidades. E com a procura em alta são também cada vez os espaços arrendados. Em Lisboa, foram arrendados 121.300 metros quadrados (m2) de escritórios desde janeiro até abril, o triplo do valor apurado no mesmo período de 2021 (41.700 m2). E no Porto foram ocupados 15.000 m2 nos primeiros quatro meses do ano, também três vezes mais do que no mesmo período do ano passado (4.400 m2).
Aumentar a oferta de casas no mercado que possam ser compradas por famílias portuguesas. Este é um dos objetivos a que se propõem vários promotores imobiliários que operam em Portugal. Para o conseguirem fazer, a solução passa, muitas vezes, por investir nas zonas limítrofes das cidades. No caso da capital, falamos, por exemplo, da Alta de Lisboa, de Miraflores e de Loures. É precisamente em Loures que vai nascer o mais recente projeto residencial da SOLYD Property Developers (SOLYD), que terá, “numa primeira fase, cerca de 270 apartamentos”, revela ao idealista/news Sónia Santos, Marketing & Sales Manager da empresa. Outro dos projetos que está na calha e que a promotora pretende lançar este ano vai nascer em Setúbal. Serão cerca de 100 apartamentos.
Depois de uma carreira de sucesso enquanto futebolista, Vítor Baía pendurou as chuteiras e apostou no mercado imobiliário, tal como outros desportistas, mas no seu caso essa aventura ficou longe de correr bem. O antigo guarda-redes do FC Porto acumulou dívidas, foi penhorado e teve de 
O mercado imobiliário português, que deu provas de dinamismo nos últimos anos e de resiliência com a pandemia, vive agora um clima de instabilidade, potenciado primeiro pela crise pandémica e, agora, pela guerra da Ucrânia.
Comprar ou arrendar casa? A resposta a esta questão depende de muitas variáveis, mas o atual contexto do mercado imobiliário, marcado por uma subida da inflação e pelo “expectável aumento das taxas de juro e diminuição dos prazos do crédito habitação”, deixa antever que haverá “um forte aumento da procura por soluções de arrendamento no segundo semestre de 2022”. O alerta é dado por Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, que considera “urgente e prioritário” combater a “informalidade que caracteriza o atual mercado de arrendamento, para que este segmento de mercado funcione” de forma eficaz.
Os históricos clubes noturnos lisboetas Tokyo e Jamaica mudam-se em junho para um novo espaço criado de raiz, mesmo junto ao rio Tejo, mas a alma pretende-se a mesma, agora no Cais do Gás, na reabertura das duas casas.Da chamada rua cor de rosa, os dois clubes, fechados desde março de 2020 devi
A Madeira é um destino que atrai turismo dos quatro cantos do mundo. O clima ameno, as praias banhadas pelo Oceano Atlântico, as casas tradicionais, a gastronomia e as suas florestas encantam quem visita a ilha.
As cooperativas de habitação estão a ganhar importância e uma nova vida em Portugal. Hoje, estas cooperativas são apontadas por vários profissionais do mercado imobiliário e pelo próprio Governo como parte da solução para criar mais habitação a preços adequados aos bolsos das famílias.
A Bolsa Nacional de Terras (BNT) foi criada há dez anos (em 2012), através de uma Lei da Assembleia da República regulamentada numa portaria da então ministra da Agricultura Assunção Cristas, mas está praticamente inativa. O objetivo era combater o abandono dos terrenos agrícolas, públicos e privados. A verdade é que até à data o Estado não vendeu qualquer propriedade através da BNT, tendo arrendado apenas 36 terrenos, num total de 797 hectares.
Tornar os edifícios mais eficientes em termos energéticos é uma das prioridades a nível europeu. Até porque a construção de edifícios representa cerca de 40% das emissões de carbono. Para acelerar a transformação do setor e reduzir a pobreza energética, a Comissão Europeia (CE) está a avançar com a revisão da Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios. Mas os objetivos delineados podem estar mesmo comprometidos dada a desarticulação entre políticas europeias e nacionais. E o desfecho não é animador: “A Europa vai passar pela vergonha de chegar a 2030 e nada estar feito” no que diz respeito à melhoria da eficiência energética dos edifícios, garante Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), na conferência que decorreu na manhã da passada sexta-feira, dia 13 de maio de 2022, no Salão Imobiliário de Portugal (SIL).
Lisboa é cada vez mais um destino internacional residencial de peso. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Lisbon Residential Market – A Rising Star”, da consultora Savills, que é apresentado esta sexta-feira no Salão Imobiliário de Portugal (SIL) – decorre até domingo (15 de maio de 2022) na FIL. Segundo o mesmo, a capital “tem ocupado uma posição cada vez mais preponderante no mercado residencial europeu”, estando a conseguir fintar a pandemia da Covid-19.
Hoje, o mercado residencial está a viver grandes desafios em Portugal.
O conceito de cidade está a mudar.
Nos últimos meses foram tantas as vezes que ouvimos falar na subida dos preços da eletricidade e nas companhias que estão a aumentar o valor das suas faturas.
Quatro dias de olhos postos no setor imobiliário e da construção. A FIL – Centro de Exposições e Congressos de Lisboa, no Parque das Nações, volta a receber as duas principais feiras do setor do país: o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) e a Tektónica – Feira Internacional de Construção abrem portas esta quinta-feira e decorrem até domingo (15 de maio de 2022). Este ano, e ainda com o “fantasma” da pandemia a pairar, decorrem de novo em simultâneo, mas num inesperado cenário de guerra, de inflação alta e de elevados custos de construção, por exemplo. Sandra Bértolo Fragoso, gestora do SIL, diz ao idealista/news que “este novo contexto geopolítico tem efeitos na maioria dos setores da economia” e que o SIL não está “imune aos efeitos da guerra na Ucrânia”. Deixa, no entanto, um sinal de otimismo para o futuro: “Apesar de todos estes desafios, o setor continua resiliente e com uma procura superior à oferta”.
O mundo do Alojamento Local (AL) está a mudar em Portugal.