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O município de Lisboa lançou o primeiro concurso para a construção de um projeto de habitação municipal de cerca de 30 fogos na área de reabilitação urbana da Quinta do Ferro, na freguesia de São Vicente. O projeto deverá custar mais de cinco milhões de euros e estará pronto em três anos.
A proteção do programa “Lojas com História” da Câmara Municipal de Lisboa para não ser suficiente para travar o encerramento destes espaços comerciais na capital. Estima-se que já tenham fechado portas mais de 150 estabelecimentos pré-selecionados como “Lojas com História”. E recentemente fechou mais um: a Sapataria A Deusa, que fez parte do comércio da Baixa de Lisboa durante 70 anos.
A M7 Real Estate (M7), uma investidora pan-europeia e gestora de ativos imobiliários, vendeu um armazém de retalho no Funchal (Madeira), em representação do Portuguese Industrial Fund (PIF). O ativo passou agora a estar nas mãos de uma afiliada do Portugal Yield Fund, FCR, gerido pela private equity portuguesa Iberis Capital. O valor do negócio não foi revelado.
O imobiliário em Portugal continua a dar sinais de estar resiliente e de estar a crescer, havendo vários indicadores a apontar nesse sentido. As empresas, antevendo um ano de 2022 (mais um) intenso, estão atentas a este cenário. É o caso, por exemplo, da Hipoges, que anunciou recentemente a criação de uma nova empresa de avaliação imobiliária, a Hemisphere, que “atuará de forma autónoma”, revela a empresa em comunicado.
O Alojamento Local em Lisboa teve quebras de faturação entre 55% e 60% em 2021, segundo a associação do setor, que garante haver 3.500 alojamentos inativos e alerta para o efeito "contraproducente" dos anúncios de suspensão de licenças.
Dinâmico. É assim que se pode definir o mercado das residências de estudantes em Portugal. Há muita procura e ainda pouca oferta, um cenário que pode vir a mudar nos próximos tempos, havendo projetos em pipeline. Lisboa e Porto lideram as preferências dos investidores, mas há novos destinos na calha, como por exemplo Coimbra, Braga, Aveiro, Évora e Covilhã. Estas são algumas das conclusões a retirar do mais recente estudo da consultora Savills, que considera que este é um segmento que ainda tem muito espaço para crescer.
A passagem da pandemia só veio provar a "força e resiliência" do mercado imobiliário português em situações de crise. E, agora, as expectativas estão em alta.
O Programa Golden Visa (vistos gold) celebra em outubro dez anos de existência, tendo captado até à data “cerca de 5,6 mil milhões de investimento, só na compra de imóveis”, lembra David Moura George, diretor geral da Athena Advisers em Portugal. Certo é que este é também um programa polémico, tendo sofrido alterações este ano – a atribuição de Autorizações de Residência para Investimento (ARI) chegou ao fim no litoral e nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Mas será que é impossível conseguir obter um visto gold na capital?
Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
Uma das escolhas que toda a gente enfrenta em algum momento da vida é entre arrendar ou comprar casa – um grande dilema financeiro com uma série de temas associados. Por um lado, a consciência de que com o arrendamento se paga uma renda durante muito tempo sem ficar com o imóvel no final, e ficar com a sensação de se ter deitado dinheiro fora. Por outro lado, comprar casa é uma decisão que condiciona o futuro dos proprietários, pelo compromisso financeiro exigido e pelas escolhas de vida. Os profissionais da habitissimo identificaram 5 sinais que podem ajudar a perceber qual é o momento ideal para comprar a primeira casa.
A Câmara de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, prevê investir 152 milhões de euros para dar habitação condigna a 1.481 famílias, num total de 7.961 pessoas.
Apenas um terço das famílias que pediram o apoio criado pelo Governo para ajudar ao pagamento das rendas por parte dos inquilinos com quebra de rendimentos, durante a pandemia, é que o receberam.
Mais um negócio de escritórios foi fechado na cidade Invicta. A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, reforçou a sua operação na cidade do Porto ao fechar um negócio de ‘sale and leaseback’ por cerca de um milhão de euros. Depois de remodelado, o edifício acolhe, agora, a própria Habita e a Rede Sitio.
Os senhorios não têm de comunicar anualmente ao Fisco os contratos de arrendamento de longa duração — dois ou mais anos –, para beneficiarem de redução no IRS.
Os brasileiros da Europar Investimentos & Participações, que aterraram em Portugal há cinco anos e compraram no ano passado o Évora Retail Park – um negócio conhecido recentemente –, estão a apostar forte no mercado imobiliário português, planeado investir 100 milhões de euros em projetos localizados em território nacional, sobretudo direcionados para o segmento de retalho.
Há falta de casas para arrendar a preços suportáveis pelas famílias um pouco por todo o país, o que dificulta – e muito – o acesso a habitação condigna. E foi com o objetivo de aumentar as soluções habitacionais no município, que a Câmara Municipal da Amadora decidiu criar um programa de apoio à renda dirigido ao parque habitacional privado.
Dois anos após o início da pandemia, o mercado imobiliário continua vivo e de “boa saúde”, e as expectativas são de que 2022 venha a ser um ano de consolidação da recuperação transversal do setor em Portugal.
O ano de 2022 arrancou tal como tinha terminado o de 2021, ou seja, com a sensação de que o setor da promoção imobiliária em Portugal continua a saber como fintar a pandemia. É assim desde março de 2020, quando a Covid-19 se instalou no país, e a verdade é que continua a haver projetos a sair do papel, nomeadamente no segmento residencial, e que o mercado português se mantem no radar dos investidores, nacionais e internacionais. Há, no entanto, desafios a ter em conta, como por exemplo os elevados custos de construção. Eis o que se pode esperar da promoção imobiliária em 2022, segundo especialistas.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai comprar casas (prédios e frações habitacionais), contribuindo, assim, para o aumento da oferta habitacional pública a custos acessíveis. A entidade lançou, nesse sentido, uma consulta ao mercado para aquisição de imóveis localizados nos concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e da região do Algarve. Consulta essa que termina esta sexta-feira (11 de fevereiro de 2022).
O investimento captado através dos vistos gold na Madeira foi de 60 milhões de euros entre 2017 e 2021, sobretudo no setor imobiliário, e corresponde a 50 autorizações de residência, segundo informou o Governo Regional.