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O mercado de arrendamento em Portugal continua com margem para crescer. Isto porque persiste a falta de casas para arrendar a preços acessíveis aos bolsos das famílias. E este cenário tende a agravar-se, uma vez que as rendas das casas voltaram a aumentar 4,1% em janeiro face ao mesmo mês no ano anterior. Assim, arrendar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim. Em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,1%.
Os valores das rendas dos imóveis residenciais de luxo continuam a subir em todo o mundo, não sendo Lisboa uma exceção: em 2024, as rendas pedidas pelos senhorios aos inquilinos nos novos contratos de arrendamento aceleraram 10,5% na capital portuguesa, um crescimento, no entanto, inferior ao verificado no ano anterior (30%). Em causa estão dados que constam no estudo “Prime Residential World Cities index”, da Savills.
Localizada a cerca de 15 quilómetros da cidade de Coimbra, Condeixa-a-Nova faz parte da sub-região Região de Coimbra.
O Governo espanhol voltou a dar luz verde ao chamado "decreto ómnibus", que foi rejeitado pelo Plenário do Congresso dos Deputados na semana passada. O primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou que o Conselho de Ministros aprovou um novo decreto-lei régio, que inclui medidas como a reavaliação das pensões, as ajudas ao transporte e a suspensão dos despejos por falta de pagamento de rendas, depois de ter chegado a acordo com o partido catalão Junts.
O diploma que altera o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), permitindo a reclassificação de solos rústicos em urbanos, para habitação, entra em vigor esta quarta-feira (29 de janeiro de 2025), apesar das críticas de especialistas e ambientalistas, e do parlamento preparar alterações.
Ao contrário do que se possa pensar, quem compra casas de luxo em Portugal também recorre a financiamento bancário. A procura por crédito habitação para a aquisição de casas premium está mesmo a aumentar no nosso país, com os portugueses a representar a maioria dos pedidos.
Penela é uma vila portuguesa situada a cerca de 30 quilómetros de Coimbra, tem uma história que remonta ao século XII e encontra-se estrategicamente posicionada próxima à Serra da Lousã.
São cerca de 700 os investidores em Portugal que já investiram nos três fundos da Sociedade de Investimento Imobiliário de origem francesa CORUM Investments – CORUM Origin, CORUM XL e CORUM Eurion – que detêm ativos imobiliários comerciais em todo o mundo. E investiram aproximadamente 74 milhões de euros. “Um dos objetivos que temos para 2025 é conseguirmos chegar pelo menos aos 100 milhões de euros, ou seja, mais 26 milhões durante este ano”, diz ao idealista/news Marcelo Capitão, Sales Director Portugal da CORUM Investments.
Sara Alves de Matos, nascida a 20 de dezembro em Lisboa, é uma talentosa atriz portuguesa que tem conquistado o coração do público com o seu carisma e versatilidade.
Localizado a cerca de 25 quilómetros da cidade de Coimbra, o município de Miranda do Corvo tem 126,38 quilómetros quadrados de área, está subdividido em quatro freguesias e, segundo os censos de 2021, conta com 13 098 habitantes.O centro de Miranda do Corvo é pela Praça José Falcão, onde está s
É preciso olhar para a crise do acesso à habitação em Portugal de vários ângulos e perspetivas. Não há apenas uma medida que vá resolver um problema que se tem vindo a agudizar há anos no país. “A questão requer uma abordagem holística numa série de dimensões, nomeadamente que incidam sobre a questão dos custos (licenciamentos, terrenos, fiscalidade e construção), para que possamos ter casas mais baratas e que os portugueses possam comprar”, defende Pedro Brinca, economista e investigador na Nova School of Business and Economics (NovaSBE), em entrevista ao idealista/news.
As alterações do PS ao diploma que permite reclassificar terrenos rústicos em urbanos, não evitando a entrada em vigor, passam pela contiguidade territorial, parecer das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) nos solos privados, habitação a custos controlados e redução temporal das reclassificações.
Localizada a cerca de 30 quilómetros a sudeste de Coimbra, a vila encontra-se aninhada pela Serra da Lousã.
É em pleno centro histórico da vila de Arcos de Valdevez que está a ser construído um novo empreendimento residencial composto por quatro frações. O Vila Vez Apartamentos combina o tradicionalismo próprio desta zona histórica com o minimalismo arquitetónico do seu interior e conta com unidades de tipologias T0, T1 duplex, T1+1 duplex e T2 duplex Penthouse. Prevê-se a sua conclusão para dezembro de 2025.
A Câmara Municipal de Beja iniciou a empreitada de construção de cinco edifícios de habitação multifamiliar na cidade, num investimento superior a 6,6 milhões de euros, que vão permitir colocar à disposição para arrendamento 45 novos apartamentos.
Há um novo grupo de trabalho no Parlamento Europeu (PE) dedicado à habitação: a “Comissão Especial sobre a Crise da Habitação na União Europeia”, que tem como objetivo propor soluções para haver mais casas condignas, sustentáveis e a preços comportáveis. Esta comissão especial será composta por um total de 33 membros, entre os quais são dois eurodeputados portugueses: Sebastião Bugalho (PSD) e Isilda Gomes (PS).
Vila Nova de Poiares, conhecida como a Capital Universal da Chanfana, destaca-se pela sua beleza natural e pela sua herança cultural.
O mercado de habitação voltou a ficar mais caro em 2024, com os preços das casas para comprar a subir 10,4% num ano e as rendas a registar um aumento de 4,7%. Mas os salários das famílias continuam a não acompanhar o ritmo. Isto explica o facto do esforço financeiro exigido para arrendar uma casa em Portugal ter subido para 83% no final de 2024, dois pontos percentuais (p.p.) acima dos 81% registados no mesmo período de 2023. Já na compra de casa, a tendência foi inversa: a taxa de esforço nacional caiu de 72% para 70% em dezembro de 2024, o que pode estar relacionado com a descida dos juros no crédito habitação, tal como se pode concluir a partir da mais recente análise do idealista, editor deste boletim.
Espera-se que 2025 seja um ano de consolidação para o imobiliário português, marcado pela recuperação contínua após a instabilidade vivida em anos anteriores.
As casas para arrendar em Portugal estão a ficar cada vez mais caras (os preços subiram 4,7% em 2024). Mas, mesmo assim, a procura continua a ser bem expressiva. No final de 2024, as casas para arrendar anunciadas receberam, em média, 21 contactos antes de saírem do mercado, revela a analise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter. Mas, face ao mesmo período de 2023, o número de contactos por anúncio diminuiu 33% (na altura recebiam 32 contactos, em média), o que pode estar relacionado com o aumento da oferta de casas no mercado de arrendamento português.