Alojamento Local gera polémica - mas dormidas atingem recorde em 2023
Ao longo de 2023, o Alojamento Local (AL) deu muito que falar. Com o Governo a alegar que este negócio de arrendamento de casas de curta duração contribui para a subida do preço da habitação no país, decidiu apertar o cerco à atividade com o Mais Habitação, pacote que entrou em vigor no dia 7 de outubro. Apesar das polémicas, os estabelecimentos de AL continuaram a atrair turistas portugueses e estrangeiros de tal forma que, a um mês de fechar o ano, já foi contabilizado um máximo histórico de 10,8 milhões de dormidas nestes alojamentos em 2023.
Vender uma casa herdada: como tornar o processo mais fácil
No meio imobiliário, as transações mais frequentes são as de compra e venda. Em menor escala aparecem as transações efetuadas por herança. Esta diferença verifica-se sobretudo porque os imóveis herdados estão sujeitos a outros critérios de venda, nomeadamente questões familiares e consequentes procedimentos burocráticos. Nestas situações e, para facilitar todo o processo, é importante delegar a venda a um profissional imobiliário. Nada melhor que alguém especializado na área para te ajudar a estruturar a venda e a não saltar etapas.
Mais casas e mais baratas em 2024? O que dizem as promotoras imobiliárias
“Do ponto de vista da promoção imobiliária, continua a haver uma patente necessidade de habitação”. Quem o diz é Bruno Ferreira da Silva, Investment Director da Bondstone. “Em 2024 é expectável que a promoção imobiliária permaneça ‘morna’ devido à forte instabilidade política que se vive”, antecipa Daniel Tareco, administrador da Habitat Invest. O idealista/news foi sentir o pulso ao mercado, ouvindo os responsáveis de algumas das promotoras imobiliárias que operam em Portugal. Que balanço fazem da atividade em 2023 e o que esperar de 2024? Vão chegar mais casas ao mercado, de forma a dar resposta à procura e à crise na habitação? E a que preços? Vai haver um novo Governo, são boas ou más notícias? Eis as respostas – a estas e outras perguntas – por parte de quem anda no terreno a desenvolver projetos residenciais.
Onde é que as rendas mais subiram em 3 anos? Lisboa e Porto no top 10
O mercado de arrendamento tem vindo a ser pressionado dos últimos três anos por via da procura. Há cada vez mais famílias a procurar casas para arrendar em Portugal, mas a oferta não tem acompanhado esta tendência. E os resultados estão à vista: as rendas medianas das casas arrendadas a nível nacional subiram 28% desde 2020. Mas vários municípios populosos viram as rendas aumentar ainda mais, como é o caso do Funchal, Setúbal e Cascais, onde os valores medianos cresceram na ordem dos 50%. Também Lisboa e o Porto estão na lista dos 10 municípios onde as casas para arrendar ficaram mais caras nos últimos três anos.
Rendas antigas: senhorios têm de pedir compensação todos os anos
Os senhorios com rendas anteriores a 1990 vão ter uma compensação equivalente à diferença entre o valor da renda e 1/15 do valor patrimonial da casa, sendo necessário renovar o pedido de apoio anualmente.
Comissão Europeia ainda pode bloquear alterações ao Alojamento Local
Bruxelas ainda poderá ter uma palavra a dizer sobre as novas regras relacionadas com o Alojamento Local (AL) contempladas no programa Mais Habitação do Governo, podendo mesmo vir a bloqueá-las, se considerar que representam entraves à livre prestação de serviços. Para já, “reserva-se o direito de iniciar um processo de infração”. As câmaras, por seu turno, admitem contrariar lei e manter ALs sem atividade comprovada.
Imobiliário: análise e perspetivas de mercado por segmento para 2024
Espera-se um ano 2024 alinhado com 2023 em termos de níveis de atividade do imobiliário, em que continuará a evidenciar-se uma "falta transversal de oferta, uma tendência para a subida de rendas prime e para a sustentação dos preços da habitação", analisa Patrícia Barão, Head of Residental da JLL.
Adeus 2023: crise habitacional com impacto no imobiliário e no Governo
Dinamismo e resiliência são termos que têm caracterizado o setor da construção e do imobiliário em Portugal nos últimos anos. Ultrapassada uma “tempestade” chamada pandemia, surgiram em 2023 novas “batalhas”: à guerra na Ucrânia juntou-se o conflito no Médio Oriente e o Banco Central Europeu (BCE) continuou a subir as taxas de juro diretoras para travar a escalada da inflação. E deu resultados, já que a subida dos preços desacelerou estimulando o regulador europeu a deixar os juros inalterados (mas altos) na reta final do ano. Internamente, o programa Mais Habitação do Governo – entretanto demissionário – foi apresentado e entrou em vigor, tendo causado muita polémica, devido a medidas que contemplam, por exemplo, o fim dos vistos gold, a suspensão de novas licenças de Alojamento Local (AL) e o arrendamento forçado de casas devolutas.
Morar em Leiria: um lugar para viver, sentir e voltar
Desde as suas origens milenares até à modernidade dos dias de hoje, a cidade de Leiria é um lugar onde o passado e o presente se encontram de forma harmoniosa.
Morar em Aveiro: descobre como é a vida na "Veneza" portuguesa
A cidade Aveiro, conhecida como a "Veneza de Portugal", é uma cidade encantadora situada na região central do país, oferece uma qualidade de vida ímpar e uma atmosfera peculiar.
Ceder casa a trabalhadores dá incentivos fiscais em 2024 – explicamos
As empresas que cedam habitação aos seus trabalhadores vão ter incentivos fiscais a partir do próximo ano. Trata-se do Incentivo fiscal à habitação dos trabalhadores que dá descontos em sede de IRC e ainda isenção de IRS e de contribuições sociais ao rendimento de trabalho em espécie que resulte da utilização da habitação cedida pela empresa. A consultora Capitalizar explica como vai funcionar este novo benefício fiscal.
Lezíria do Tejo vai ter 368 novas casas com rendas acessíveis
A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um protocolo de cooperação para a construção de 368 novos imóveis de arrendamento acessível na região.
Arrendar casa em Portugal ficou 20,4% mais caro em 2023
O mercado de arrendamento foi encarado como um “refúgio” ao longo de 2023, numa altura em que comprar casa se tornou mais difícil, quer pela subida dos preços das habitações e dos juros nos créditos, quer pela perda de poder de compra por via da inflação. Mas a oferta de casas no mercado de arrendamento não acompanhou a dinâmica da procura, gerando uma subida dos preços das casas para arrendar em Portugal de 20,4% em 2023, tendo em conta os dados de dezembro de 2023 e do mesmo mês do ano passado. Assim, arrendar casa tinha o custo mediano de 15,5 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de dezembro, segundo revela o índice de preços do idealista. Já em relação à variação mensal, a subida da renda da casa foi de 0,8% e a trimestral de 0,9%.
Rendas vão ter em 2024 o maior aumento em 30 anos
As rendas vão ser atualizadas em 6,94% em 2024, o valor mais alto desde 1994, com a subida a ser parcialmente atenuada pelo reforço do apoio aos inquilinos e da parcela das rendas que pode reduzir o IRS.
Senhorios com rendas antigas podem pedir compensação a partir de julho
Os senhorios com rendas anteriores a 1990 poderão apresentar, junto do IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana), o pedido de compensação a partir de julho de 2024, segundo um comunicado do Ministério da Habitação.
Alojamento Local no olho do furacão: Governo aperta o cerco ao negócio
O negócio do arrendamento de casas de curta duração, mais conhecido em Portugal como Alojamento Local (AL), voltou a dar que falar em 2023. Uma polémica que já vinha de trás e que ganhou expressão – e novos contornos – ao longo do ano. O Governo, através do controverso programa Mais Habitação, apertou o cerco ao AL, alegando que a atividade encarece o preço da habitação, sobretudo em Lisboa e no Porto, contribuindo, desta forma, para a crise habitacional que se vive no setor. Uma ideia criticada vezes sem conta por vários players do setor. Também a União Europeia (UE) se mostra atenta ao negócio do arrendamento de casas a turistas.
Casas para arrendar escassas e mais caras em 2023 – e há novos apoios
O mercado de arrendamento em Portugal continuou bem dinâmico ao longo de 2023. Não só porque a procura de casas para arrendar continuou a ser bem superior à oferta aumentando - ainda mais - as rendas das casas, mas também porque este mercado foi alvo de várias mudanças legislativas. O Mais Habitação reforçou vários apoios às rendas (como o Porta 65) e também criou várias medidas para aumentar a oferta de habitação colocada no mercado de arrendamento, sendo o arrendamento coercivo de casas devolutas a medida mais polémica de todas. E ainda ficou definido que as rendas das casas em 2024 vão mesmo poder ser atualizadas de acordo com a inflação, ou seja, até 6,94%.
Marcelo promulga compensação a senhorios e limites para rendas antigas
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta sexta-feira, dia 22 de dezembro de 2023, o diploma que estabelece a compensação aos senhorios e os limites das rendas antigas, ou seja com contratos anteriores a 1990.
Segundo uma nota publicada no ‘site’ da Presidência, Marcelo Reb
Rendas começam a dar sinal de arrefecimento nos preços
O acesso à habitação está a deteriorar-se em Portugal. As famílias sentem dificuldades em comprar casa, devido aos elevados preços, altos juros nos créditos habitação e apertado poder de compra. E também sentem dificuldade em arrendar casa, já que as rendas não param de subir. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta sexta-feira, dia 22 de dezembro: a renda mediana subiu 10,5% no verão de 2023 face ao mesmo período do ano passado, fixando-se em 7,25 euros por metro quadrado (euros/m2). E, em resultado, foram selados menos contratos de arrendamento (-2%). Mas face ao trimestre anterior, a realidade é outra: verifica-se uma ligeira descida das rendas e um aumento dos contratos.
Arrendar casa: que documentos podem pedir as mediadoras?
Que documentos pode solicitar uma mediadora imobiliária a um potencial cliente que visitou uma casa com o intuito de a arrendar? Poderão as mediadoras pedir aos consumidores que apresentem, por exemplo, recibos de vencimento e a declaração de rendimentos? Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.