A pesquisa encontrou 6246 resultados
Resultados da pesquisa
A falta de casas para comprar é apontada como um dos principais fatores que está por detrás da subida a pique dos preços das habitações em Portugal. Isto porque a oferta de imóveis disponíveis para venda – e também para arrendamento – é muito inferior à procura. “Não se construiu ou reabilitou (o suficiente) nos últimos 12 anos em Portugal”, disse ao idealista/news Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI). E sim, é verdade que fomos noticiando ao longo do ano a chegada ao mercado e o início de construção de novos empreendimentos, mas há ainda um longo caminho percorrer para conseguir dar resposta à procura existente, conforme adiantaram vários especialistas do setor.
A empresa italiana de moda de luxo, Prada, comprou por 425 milhões de dólares (388 milhões de euros) o edifício que alberga desde 1997 a sua emblemática loja na Quinta Avenida de Nova Iorque, no coração de Manhattan, em frente à Trump Tower.
A Câmara de Lisboa não tem capacidade para anular as licenças de estabelecimentos de alojamento local (AL) que não fizeram prova da manutenção de atividade, disse esta quarta-feira, 20 de dezembro, o presidente da autarquia, Carlos Moedas, reiterando as críticas ao programa Mais Habitação.
Mais Habitação. Quem não ouviu ou leu em algum momento do ano estas duas palavras? O polémico programa do Governo foi anunciado no início do ano e depois de avanços e recuos foi aprovado e já está em vigor: contempla, por exemplo, o fim dos vistos gold e o início do arrendamento coercivo. Antes, logo a abrir 2023, o Executivo de António Costa anunciou a criação do Ministério da Habitação, mostrando estar atento à crise habitacional na qual se vê mergulhado o país. Na reta final do ano, no entanto, nova polémica: o primeiro-ministro, que tinha tomado posse dia 26 de novembro de 2015, demitiu-se do cargo quase oito anos depois, no dia 7 de novembro de 2023. Caberá agora ao próximo Executivo – as eleições legislativas estão marcadas para dia 10 de março – dar continuidade ao Mais Habitação, uma herança pesada deixada pelo Governo socialista.
O município de Oeiras vai construir “aproximadamente 770 casas” na antiga Estação Radionaval de Algés, para disponibilizar a rendas acessíveis, em parceria com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), num investimento de 185 milhões de euros.
Com o objetivo de reforçar o parque hab
Durante os últimos anos, Portugal atraiu estrangeiros ricos com vários incentivos ao investimento. Mas resolveu por um ponto final ao programa vistos gold para investimento imobiliário e quer ainda acabar com o regime de residentes não habituais (RNH) em 2024. Isto porque, segundo justificou o Governo socialista, a chegada de estrangeiros ao país está a contribuir para a escalada de preços das casas, principalmente em grandes cidades como Lisboa, Porto, Faro e o Funchal. Mas tudo indica que os esforços governamentais para controlar a procura estrangeira estão a ter pouco impacto nos preços das casas em Lisboa, que continuam a subir mais que nas principais cidades europeias.
A construção de casas novas na Madeira tem seguido a bom ritmo nos últimos anos, assim como as vendas. E há novos projetos residenciais a surgir nesta região para sustentar a elevada procura a que se assiste. Acontece que muitos destes novos empreendimentos têm um público-alvo bem concreto: o segmento médio, médio alto e até de luxo, tendo como “alvo principal” o mercado estrangeiro, apontam os especialistas em imobiliário ouvidos pelo idealista/news. Isto significa que os jovens e as famílias com rendimentos mais baixos ficam de fora, pelo que construir habitação pública e a preços acessíveis torna-se ainda mais importante. E o Mais Habitação, apesar de para já não ter impacto na Madeira, deverá dar um contributo para aumentar o número de casas a preços acessíveis na região.
A cadeia NH Hoteles anunciou esta segunda-feira, 18 de dezembro de 2023, a compra de uma carteira de cinco hotéis em Portugal ao seu acionista maioritário, o Thai Minor Group, por 133,2 milhões de euros.
Rodeada pelo oceano Atlântico, a região da Madeira tem-se destacado como um local ideal para visitar e também para viver. A beleza natural, clima ameno, segurança e qualidade de vida que a Madeira oferece tem agarrado os madeirenses às suas origens e tem também encantado cada vez mais nómadas digitais e estrangeiros. Mas nem tudo corre bem nestas ilhas portuguesas: o acesso à habitação para os residentes locais tornou-se mais desafiante, devido à crescente procura por cidadãos internacionais, a par do elevado custo de vida e dos juros no crédito habitação. Como os estrangeiros têm maior poder de compra, acabam por impulsionar a procura, elevando os preços das casas, que ficam menos acessíveis aos bolsos dos madeirenses. É precisamente isto que dizem os especialistas ouvidos pelo idealista/news, nesta reportagem que aborda o estado da habitação na Madeira.
Todas as casas são únicas. E talvez por isso seja tão difícil definir o conceito de ambiente de luxo, que depende sempre das necessidades e filosofia de vida cada um. Como em tudo, o luxo é subjetivo - uma casa premium pode ser muita coisa.
A governadora do Banco Central da Turquia, Hafize Gaye Erkan, decidiu mudar-se com a família para a casa dos pais, face ao elevado preço dos imóveis em Istambul, noticiou o diário turco Hürriyet. "Não conseguimos encontrar uma casa em Istambul. Tudo é muito caro.
Conseguir criar empatia, valorizar as pessoas, apostar na marca pessoal, saber tirar o máximo proveito possível da tecnologia, nomeadamente da Inteligência Artificial (IA), ser profissional e nunca descurar a ética. Estas foram algumas das ideias deixadas pelos profissionais que participaram na conferência “Mediação Imobiliária à Prova de Futuro!", que se realizou dia 15 de dezembro de 2023 no Art's Business e Hotel Centre, em Lisboa (no Parque das Nações). Um evento organizado pela mediadora imobiliária Principal Star, que em 2024 se passará a chamar Capital Star – o idealista foi media partner.
As famílias portuguesas preferem ser proprietárias da sua residência. Mas nem todas têm capacidade financeira para ter uma casa própria, sobretudo as mais jovens. Já em 2020, dois em cada três jovens arrendatários admitiram que preferiam comprar casa, mas não tinham condições financeiras para o fazer. E, hoje, tudo indica que o acesso à habitação para comprar por parte dos jovens terá piorado, um momento em que o poder de compra diminuiu, as casas à venda continuam caras e os juros no crédito habitação estão bem mais elevados.
Ter um animal de estimação é um ato de nobreza do ser humano, pois está a oferecer um lar, condições de saúde e carinho a um ser vivo que não tem nada mais a dar em troca a não ser amor.
Contudo, como tutor de um animal deves respeitar várias regras.
Entre as medidas anunciadas no pacote Mais Habitação, há um apoio destinado aos inquilinos com contrato de arrendamento habitacional e taxa de esforço elevada. Estas pessoas podem receber um apoio mensal ao arrendamento. O valor do apoio pode chegar aos 200 euros.
É fundamental aprender a realizar um orçamento mensal familiar, de modo a preparar o futuro da melhor forma. Uma gestão adequada do orçamento só se consegue com uma gestão sensata e racional dos valores que entram e saem da conta familiar.
A atividade de investimento imobiliário a nível global deverá aumentar em 2024, atingindo um pico no terceiro trimestre, antecipa o Savills World Research. Segundo o mais recente relatório da consultora imobiliária, Portugal “estará entre os destinos mais procurados para investimento devido ao seu potencial turístico”.
Entre o Natal e a passagem de ano abrimos das portas da nossa casa a amigos e família para almoços e jantares de convívio. A sala de jantar torna-se o centro da casa, em torno do qual gravitam todos os tipos de iguarias, conversas e trocas de presentes.
O ano de 2023 deixará saudades no setor imobiliário? E o que esperar de 2024, que ficará desde já marcado por um virar de página no Governo, com a realização de eleições legislativas no dia 10 de março? Cautela, esperar para ver, instabilidade política e turbulência económico-financeira – taxas de inflação altas, embora estejam a descer, e taxas de juro elevadas – são expressões usadas ao longo do ano passado para caracterizar o estado da nação do setor imobiliário. A tudo isto junta-se uma crise na habitação, sendo urgente aumentar a oferta de casas a preços “ajustados”. Haverá, ainda assim, motivos para estar otimista? O idealista/news tenta dar respostas a estas e outras perguntas com a ajuda das principais consultoras imobiliárias a operar em Portugal.
O mercado de arrendamento continua dinâmico no mundo, dada a flexibilidade contratual que apresenta e ao agravamento dos custos de comprar casa, por via dos preços e dos juros.