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Lisboa e Porto entraram no ranking das 100 cidades com os maiores custos de construção do mundo, classificação liderada por Londres, Genebra e Oslo, segundo o último relatório 'International Construction Costs' (ICC), publicado pela Arcadis.
Nos últimos dois anos, o mercado residencial esteve ao rubro na Europa. A pandemia da Covid-19 veio reforçar o papel da casa na vida das famílias. E com o poder de compra em alta, a procura de casas no espaço europeu acelerou e superou – e muito – a oferta existente.
Há uma nova lei dos condomínios que entra em vigor no próximo domingo, dia 10 de abril de 2022, que vai alterar a vida dos condomínios e também as transações imobiliárias. Todas as vendas de casas passam a ter de incluir uma declaração do proprietário relativa ao condomínio para que se realize a escritura, à semelhança do que acontece com o certificado energético, por exemplo. As assembleias de condomínio têm novas regras de funcionamento e os administradores ganham novos poderes e obrigações. O novo diploma (Lei n.º 8/2022) também toca na constituição da propriedade horizontal. Para o presidente da direção da Associação Portuguesa das Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), há pontos positivos e pontos negativos nesta nova lei dos condomínios.
Um dos principais indicadores de ações de Wall Street e do mercado mundial é o S&P 500. E sua evolução tem uma curiosa correlação histórica com os balanços dos grandes bancos centrais internacionais, como a Reserva Federal dos EUA, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco do Japão, segu
O crescimento dos preços das casas no Reino Unido atingiu máximos de 2004 em março, de acordo com os dados da Nationwide. O preço médio da habitação atingiu um novo recorde de 265.312 libras, pouco mais de 316.000 euros, o que representa um aumento de 33.000 libras no último ano, quase 40.000 euros ao câmbio atual. Esse custo é 21% maior do que antes do surto da Covid-19 no início de 2020.
A secretária de Estado da Habitação considera que há em Portugal, em matéria de habitação, “um desajustamento enorme naquilo que são as respostas no mercado, as que existem e a escassez das respostas, face aos rendimentos das famílias”. Em declarações ao idealista/news, à margem da IX Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa (SRUL), Marina Gonçalves assegura que a “prioridade do Governo naquilo que é a promoção direta é o reforço do parque habitacional público”, algo que “cabe ao Estado” fazer. Um dos temas em destaque na sessão de abertura do evento – decorre até sexta-feira (8 de abril de 2022), no LX Factory – foi o atraso nos processos de licenciamento de obras. Sobre este (polémico) tema, Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), diz estar disposto a trazer “transparência total” aos procedimentos, de forma a agilizar todo o processo.
Portugal continua no radar dos investidores imobiliários. E nem a pandemia da Covid-19 fez com que as intenções dos investidores abrandassem. Prova disso é, por exemplo, a criação de mais uma joint-venture que pretende ser uma referência no mercado e que junta a Mota-Engil Real Estate e a empresa Solida Capital, com sede no Dubai e já presente na Europa Central.
No último trimestre de 2021, a taxa de poupança das famílias na Zona Euro recuou para 13,3% do rendimento disponível. Trata-se do valor mais baixo desde o último trimestre de 2019 (12,4%), ou seja, desde o período pré-pandemia Covid-19. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (5 de abril de 2022) pelo Eurostat.
Construir e renovar edifícios tendo em conta a sua eficiência energética é, hoje, uma prioridade cá dentro e lá fora.
A taxa de desemprego situou-se em 5,8% em fevereiro de 2022, pelo terceiro mês consecutivo, encontrando-se 1% abaixo dos 6,8% registados no mesmo mês do ano passado, segundo dados provisórios do INE divulgados esta quarta-feira (30 de março de 2022). Trata-se também de um valor inferior ao registado há dois anos, em fevereiro de 2020 (6,5%), ou seja, antes do aparecimento da pandemia da Covid-19. É, de resto, a taxa de desemprego mais baixa dos últimos 20 anos.
Depois de um ano de pausa e uma 6ª edição (2021) ainda condicionada pela pandemia da Covid-19, o Open House Porto (OHP) está de regresso para "celebrar a arquitetura e as cidades".
A prestação da casa, ou seja paga todos os meses pelos clientes ao banco pelo crédito habitação, vai subir em abril nos contratos indexados à Euribor a seis e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil eu
As tarifas da eletricidade e do gás natural aumentam 3% a partir desta sexta-feira (1 de abril de 2022) para os clientes domésticos no mercado regulado, que representam cerca de 6% e 2,2% do consumo total.
“No contexto da guerra contra a Ucrânia, o indicador de confiança dos consumidores diminuiu acentuadamente em março, após ter aumentado nos dois meses anteriores, verificando-se a segunda maior redução da série face ao mês anterior, apenas superada pela diminuição registada em abril de 2020 no início da pandemia”. Os dados divulgados esta quarta-feira (30 de março de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) revelam que o índice de confiança dos consumidores recuou de -14,5 pontos em fevereiro para -34,1 pontos em março, o que representa uma queda de 19,7 pontos.
O edifício da Cofidis, localizado no número 98 da Avenida 24 de Julho, em Lisboa, vai ficar, em breve, disponível no mercado de arrendamento de escritórios. É aqui que se encontra parte da equipa da Cofidis, que se vai mudar para outra sede na capital, para as Natura Towers.
Ismael Clemente, CEO da Merlin, marcou presença na IV edição da conferência Iberian REIT&Listed, em Madrid (Espanha) para debater o futuro do setor imobiliário após a pandemia da Covid-19 e num cenário em que a inflação dispara e a guerra na Ucrânia veio gerar um clima de incertez
A pandemia da Covid-19 deixou marcas no dia a dia das pessoas, que começaram, por exemplo, a passar (muito) mais tempo em casa, devido ao teletrabalho, ao confinamento etc. Muitos portugueses decidiram, também por isso, fazer obras em casa. Alguns até aproveitando os apoios dados pelo Estado para tornar as casas mais eficientes. Mas será que é possível fazer obras em casa sem pedir autorização à câmara? Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Teletrabalho. Confinamento. Ensino à distância. A pandemia da Covid-19 “obrigou” as pessoas a passar mais tempo em casa, o que despertou a necessidade de fazer obras de reabilitação e/ou manutenção. Segundo a Associação dos Industriais da Construção e Obras Públicas (AICCOPN), nos últimos três anos, o investimento acumulado na recuperação e conservação de edifícios habitacionais atingiu os 4.933 milhões de euros: a maior verba (3.451 milhões de euros) foi alocada entre 2020 e 2021.
A taxa de poupança das famílias caiu para 10,9% do rendimento disponível no quarto trimestre de 2021, uma redução de 0,8 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior, divulgou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). No final de 2021, por cada 100 euros disponíveis, as famílias poupavam cerca de 10,9 euros.
A promotora imobiliária belga Promiris comprou o primeiro projeto em Portugal em 2017. O antigo Hospital Particular, nas Avenidas Novas, em Lisboa, foi convertido em habitação e passou a chamar-se Bivart: tem 31 frações e está concluído e completamente vendido. Desde então foi sempre a somar. A empresa continuou a investir no segmento residencial em Lisboa e no Porto e entrou também no “mundo” das residenciais de estudantes e seniores. “Crescemos mais rapidamente que o previsto em Portugal”, diz Christian Terlinden, Managing Partner da Promiris. Entre os temas abordados na entrevista dada ao idealista/news está também o atraso nos processos de licenciamento, nomeadamente em Lisboa, o que faz com que Portugal esteja a perder “centenas de milhões de euros”, assegura.