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A pandemia tirou-nos um dos maiores prazeres da vida: viajar. Ficámos sem aviões ou viagens, e condenados a ver durante um ano inteiro, todos os dias, as mesmas paisagens e edifícios. No entanto, o ser humano é ousado por natureza.
Portugal está confinado por causa do agravar da pandemia e o funcionamento das atividades económicas sujeitas a regras diferentes e mais apertadas. Mas isso não significa deixar de trabalhar e de fazer (ou preparar) negócios.
Este 2021 começou com a ressaca vivida em 2020, protagonizada pela pandemia do coronavírus, e à qual se juntou um novo confinamento geral para os portugueses, numa tentativa de travar o pico de contágios pela Covid-19.
Muitos portgueses sentiram, e estão a sentir, os danos colaterais da pandemia da Covid-19, como por exemplo o aumento do desemprego. A renda da casa, no caso dos inquilinos, pode ser uma das “despesas” das famílias que ficam por pagar, entrando as mesmas em incumprimento com os respetivos senhorios. Há, no entanto, um regime excecional de proteção aos arrendatários, que foi alargado até final do primeiro semestre de 2021. Fica a saber tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
Portugal é o país do mundo com mais novos casos de infeção de Covid-19 por milhão de habitantes, na média dos últimos sete dias. É, de resto, o único país do planeta com mais de mil casos – 1.018, segundo dados do site Our World in Data, da Universidade de Oxford, com datos atualizados no domingo (17 de janeiro de 2021).
A construção foi um dos cinco setores que aumentou a faturação durante a pandemia da Covid-19, mais concretamente entre março e novembro de 2020, face ao período homólogo. Em causa está um crescimento de 4%, segundo dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com base na informação da plataforma e-fatura, da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
O presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima, diz que o setor está absolutamente solidário com as ações do Governo para tentar travar a pandemia e compreende a necessidade de um novo confinamento geral, na sequência da pandemia da Covid-19, mas defende que o acesso à habitação é essencial aos cidadãos e à sobrevivência do imobiliário. Nesse contexto, pede ao Executivo de António Costa que seja revista a possibilidade de se fazerem visitas a imóveis com marcação prévia.
Os supermercados e hipermercados vão ficar impedidos de vender artigos não alimentares, como roupa, livros e objetos de decoração a partir desta segunda-feira, 18 de janeiro de 2021. Em causa está o facto de poder haver uma "concorrência desleal" face a outros estabelecimentos que têm de fechar portas no novo confinamento geral.
O Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou que o estado de emergência vai estender-se até ao fim deste seu mandato presidencial, que termina em 9 de março, com três renovações. "A próxima renovação do estado de emergência será, em princípio, no dia 29 deste mês, e depois haverá várias renovações mesmo até ao fim do atual mandato presidencial, haverá três", disse aos jornalistas, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Portugal vai ter uma “fábrica de vacinas em massa”. A primeira unidade de produção industrial de vacinas do país vai nascer em Paredes de Coura, anunciou a Zendal, empresa de biotecnologia sediada em O Porriño, na Galiza (Espanha). A construção do novo pólo de produção no concelho é “de importância estratégica para o país”, adiantou Vítor Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, não descartando a possibilidade de vir a existir uma vacina para a Covid-19 produzida em solo nacional.
A pandemia da Covid-19 tem estado a despertar um novo interesse pelas zonas menos densificadas.
De supermercados a estabelecimentos de ensino, há um conjunto de 52 tipos de atividade que podem continuar a funcionar durante o novo confinamento geral devido à Covid-19, de acordo com o diploma do Governo.
A construção foi um dos poucos setores que não parou durante a pandemia, dando sinais de resiliência mesmo durante os meses do primeiro confinamento em março e abril do ano passado. Em 2020, aliás, o salário mensal médio na construção ultrapassou os mil euros pela primeira vez, e conseguiu atingir a média de 1.010 euros em julho. Este valor, registado numa altura em que várias empresas do país estavam paradas, representa um crescimento de 3,7% face a igual período de 2019.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) defendeu, na semana passada, que é necessário melhorar a proteção de quem trabalha em casa, dado que a pandemia da Covid-19 fez aumentar substancialmente o número de trabalhadores domiciliários, muitos sem condições laborais. A partir de hoje, em Portugal, o teletrabalho volta a ser obrigatório para todas as funções compatíveis, independentemente da vontade do empregador ou do trabalhador, não sendo necessário haver acordo entre as partes, no âmbito do novo mês de recolhimento obrigatório decretado pelo Governo socialista de António Costa.
O teletrabalho voltou a estar na ordem do dia com o novo confinamento. É obrigatório para todas as funções compatíveis e desafia, mais uma vez, a capacidade de resposta das empresas à mudança.
Com o confinamento a decorrer, desde o passado dia 15 de janeiro de 2021, e conhecidas as regras de funcionamento da sociedade e da economia em geral, no país, para este período de recolhimento domiciliário, são várias as dúvidas que surgem associadas ao dia-a-dia de cada atividade.
O Governo reforçou o valor das ajudas às empresas e trabalhadores, em virtude do novo confinamento – e espera que cheguem mais depressa ao “bolso” de quem precisa. Decidiu conceder o acesso ao lay-off simplificado de forma automática às empresas que são obrigadas a encerrar, mas também às lojas que apenas possam fazer vendas à porta. Reabriu ainda a linha de crédito com garantia pública de 400 milhões e fortaleceu o Apoiar.pt, o programa de subsídios a fundo perdido. O idealista/news preparou um guia explicativo com todos os apoios disponíveis para resistir e enfrentar a crise.
O uso de máscara obrigatório em Portugal foi sendo reforçado desde abril de 2020, passando a aplicar-se desde os trasportes públicos, recintos de espetáculos, espaços comerciais, vias públicas até aos locais de trabalho.
Num ano em que a pandemia pôs um travão à criação de novas empresas, as atividades imobiliárias e construção deram o tudo por tudo para fintar a crise, resistir aos efeitos do primeiro confinamento e da degradação económica ao longo de 2020, e manter-se de portas abertas, mesmo q
O Ministério da Saúde emitiu uma ordem de concentração máxima de esforço das unidades hospitalares na área dos cuidados intensivos.