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A compra de casas em Portugal retomou em 2024 à medida que os juros no crédito habitação foram caindo e a poupança das famílias foi aumentando, uma tendência que ganhou ainda mais força com a isenção de IMT para os jovens. Esta dinâmica no mercado habitacional português acabou por estimular a subida dos preços das casas, que voltou a acelerar. Até porque a oferta de habitação continuou a não acompanhar a evolução da procura, num ano em que as medidas do Governo da AD para incentivar a construção e reabilitação de casas chegaram a conta gotas e sem reflexo no curto prazo. É por tudo isto que são esperados novos aumentos dos preços das casas para comprar em 2025.
É caso para dizer que “há vida” no setor imobiliário além do segmento residencial. O ano de 2024 fica marcado por relatos de notícias animadoras, com vários negócios e/ou investimentos consumados ou em vias de ter luz verde. O retalho e a logística centraram atenções e o setor hoteleiro, alavancado pelo turismo e pela atratividade de Portugal enquanto destino de férias, também deu sinais de resiliência. Mais animado mostrou estar ainda o segmento de escritórios, que parece estar a ganhar uma segunda vida após o “fantasma” da pandemia. Passamos em revista o ano de 2024 no que diz respeito ao imobiliário comercial.
Donald Trump enfrenta o seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos a partir de 2025. O mundo inteiro aguarda as decisões que o seu novo Executivo tomará e o mercado imobiliário americano não ficará indiferente. De acordo com a análise da plataforma Realtor, as taxas de juro das hipotecas continuarão elevadas, enquanto os preços das casas voltarão a subir. As vendas aumentarão, embora longe dos valores pré-pandemia, e haverá uma maior oferta de casas para arrendar.
A cidade de Lisboa tem um novo projeto de habitação no segmento de luxo, chamado Andaluz 11. São cinco apartamentos, dois de tipologia T2, dois T3 duplex e um T4 com jardim e piscina. Todas as frações contam com um sistema de aquecimento/refrigeração central e arrecadações. As unidades T2 têm um lugar de garagem atribuído, as T3 dois lugares e o T4 tem direito a 3 lugares de garagem. Quanto às áreas, variam entre 118 e 237 metros quadrados (m2).
O Banco do Canadá anunciou esta quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2024, uma descida de 50 pontos base na sua taxa de juro, a segunda consecutiva, o que a deixa em 3,25%. É também a quinta vez que a autoridade monetária corta as taxas de juro desde junho, quando iniciou este ciclo, sendo a primeira economia do G7 a reduzir os juros após a pandemia.
Os preços das casas devem continuar a subir no panorama internacional no próximo ano, segundo dados recolhidos pela Bloomberg.
O mercado imobiliário premium em Portugal tem vivido fortes transformações ao longo dos anos. Seja pelo perfil e nacionalidades de quem deseja viver e investir no país, seja pelas localizações e respetiva atratividade. As grandes cidades continuam a dar cartas no segmento de gama alta, contudo, nos últimos anos, outras áreas têm revelado todo o seu potencial. É o caso da Comporta, destacada como um destino de luxo de eleição para investidores imobiliários, ganhando ímpeto como os “Novos Hamptons” de Portugal, segundo explica o fundador da HomeLovers, Miguel Tilli.
No design de interiores, o luxo deixou de ser sinónimo de ostentação e ganhou novos significados, refletindo mudanças sociais e a procura por conforto e funcionalidade.
A Catedral de Notre-Dame de Paris reabre ao público a partir de 8 de dezembro, após cinco anos do incêndio de 15 de abril de 2019, que causou danos significativos à estrutura do monumento com mais de 800 anos.
As fortunas mundiais superiores a mil milhões de dólares aumentaram 121% entre 2015 e 2024 e o número de multimilionários passou de 1.757 para 2.682, segundo o relatório anual sobre grandes patrimónios elaborado pelo banco UBS.
O Grupo Retail Mind, gestor e consultor ibérico fundado em 2012 e especialista em retalho, está a desenvolver quatro novos retail parks em Portugal, com inaugurações previstas até janeiro de 2027. Em causa estão espaços comerciais localizados em Felgueiras, Ponta Delgada, Póvoa de Varzim e Cantanhede que “representam um investimento global de mais de 150 milhões de euros e estarão na origem de cerca de 2.000 postos de trabalho diretos e indiretos”, adianta a empresa em comunicado.
A idade da reforma deverá subir para os 66 anos e nove meses em 2026, um aumento de dois meses face ao valor que será praticado em 2025, segundo os cálculos com base nos dados provisórios divulgados esta quinta-feira pelo INE.
A Reserva Federal (Fed) norte-americana decidiu cortar os juros em 25 pontos base na reunião de novembro, sendo esta a segunda redução após o corte de setembro, foi anunciado esta quinta-feira, dia 7 de novembro.A Fed sinaliza, no comunicado divulgado após a reunião de dois dias, que os indicadores
Quem está a construir habitação em Portugal sente uma constante mudança de políticas, uma instabilidade que acaba por travar a colocação de mais casas no mercado. E as mais recentes medidas que entraram em vigor, como é o caso da isenção de IMT para jovens, vêm estimular ainda mais a procura de casas, o que acaba por dar gás à subida de preços. E desengane-se quem acredita que a descida do IVA na construção para 6% vai trazer casas mais baratas no imediato. Esta visão de quem está no terreno é partilhada por Mariana Arrochella Lobo, Partner e CEO da ARC Homes Portugal, em entrevista ao idealista/news. “A descida do IVA na construção tem de ser gradual, para que evitar que haja concorrência entre produtos e choques nos preços das casas”, defende a responsável da promotora imobiliária nacional, de origem espanhola, que começou a desenvolver negócios no país há cerca de três anos e tem mais de 140 casas em construção no Porto (e novos projetos à espreita).
A pandemia da Covid-19 forçou as pessoas a ficarem em casa e a apostarem no comércio online, ou seja, a fazerem compras sem sair do sofá. Mas agora a tendência de encher centros comerciais parece estar de volta. E são mutos os portugueses que voltaram a fazer compras de forma física.
A proposta do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025) mantém o imposto adicional de solidariedade sobre a banca e ainda contribuição sobre o setor bancário, que juntos poderão representar um encaixe superior a 250 milhões de euros nos cofres públicos. Mas este imposto adicional sobre a banca tem sido contestado pelo setor bancário e já foi considerado inconstitucional pelo tribunal, podendo mesmo deixar de existir. A par de tudo isto, o Banco de Portugal quer ainda que instituições financeiras usem os seus lucros para gerar almofadas de capital numa altura de incerteza global.
A economia chinesa tem-se confrontado com a crise de dívida do setor imobiliário. E o país continua empenhado em resolvê-la. Depois de Pequim ter aprovado uma série de medidas para relançar a economia e estabilizar o imobiliário, os principais bancos chineses vão baixar as taxas de juro dos créditos habitação para aliviar a pressão sobre os proprietários de casas.
O Banco Central Europeu (BCE) iniciou um ciclo de descida das taxas de juro diretoras – têm impacto direto nas taxas Euribor e consequentemente nas prestações do crédito habitação – e Portugal tenta descobrir formas de dar resposta à crise na habitação. A instabilidade legislativa, por seu turno, tem sido encarada como um ponto negativo no que diz respeito à atratividade do país enquanto destino de investimento. Ainda assim, “Portugal tem um potencial único para crescimento imobiliário”. Em entrevista ao idealista/news, Pedro Torgo, Head of Country do BNP Paribas Real Estate Portugal, fala na necessidade de haver “uma vontade séria de implementar medidas que garantam um mercado equilibrado e sério para todos”. Até porque “agora é a altura certa, a janela de oportunidade”, avisa.
Os recentes choques económicos a nível mundial, como a crise financeira de 2008, a pandemia, a alta inflação e subida dos juros nos créditos habitação, fizeram com que os preços das casas caíssem a nível global na ordem dos 6%. Mas a habitação parece ter a capacidade de voltar a valorizar rapidamente após tempestades económicas. É o que se está a sentir agora e os analistas do The Economist admitem que há vários fatores que vão continuar a alimentar o ciclo de subida dos preços das casas no mundo.
Da Carolina do Norte ou do Sul ao deserto da Califórnia, existem milhares de casas de férias vazias cujos proprietários compraram assumindo que poderiam cobrar rendas altas para sustentar as hipotecas. No entanto, as receitas do arrendamento estão a cair e as casas à venda estão a acumular-se, ao mesmo tempo que as viagens domésticas diminuem.Perto do Walt Disney World, na Flórida, há filas e filas de casas turísticas decoradas com motivos de parques temáticos que atraem milhões de visitantes à região a cada ano. Mas muitas estão vazias.