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O Banco Popular da China (banco central) vai manter a sua taxa de juro de referência em 3%, após tê-la reduzido em maio passado, anunciou a instituição, atendendo assim às expectativas dos analistas, que não esperavam nenhuma alteração.Na atualização mensal divulgada no seu portal, a instituição ind
Assim que assumiu funções de CEO da ERA Portugal, no início de 2020, em vésperas da pandemia, Rui Torgal decidiu cancelar a convenção anual da rede imobiliária. Uma decisão que “causou convulsão”, mas que considera ter sido “corajosa”. Passaram mais de cinco anos e muita coisa mudou no setor da mediação imobiliária, desde logo com a chegada em força da tecnologia e da Inteligência Artificial (IA). “As pessoas estão e estarão sempre no centro daquilo que é a nossa visão para o negócio”, confidencia ao idealista/news, numa entrevista na qual aborda, entre outros temas, a necessidade de aumentar a oferta de casas no país, nomeadamente nas periferias de Lisboa e Porto. Uma solução de construção nova que só terá resultados melhorando a mobilidade: “Não podemos só olhar para uma sem olhar para a outra”.
Já imaginaste viver numa casa com jardim, rodeado por natureza, pagando menos do que um quarto nas grandes cidades? O interior de Portugal está cheio de oportunidades — mas será que vale mesmo a pena mudar de vida?
O Tribunal Constitucional (TC) declarou, em plenário, inconstitucional a norma do imposto adicional de solidariedade sobre o setor bancário sobre o cálculo do imposto relativo ao primeiro semestre de 2020, segundo o acórdão consultado pela Lusa."Nestes termos, pelos fundamentos expostos, decide-se d
As tensões comerciais entre os EUA e a União Europeia (UE) mantêm-se. A economia da zona euro permanece fraca, embora resiliente. E a inflação caiu mesmo para baixo de 2%, o objetivo do supervisor europeu.
Arrendar casa em Portugal continua a ser um desafio para milhares de famílias, apesar do recente aumento da oferta disponível. A escassez de imóveis para arrendar mantém a pressão sobre os preços, ainda que se tenha observado uma ligeira desaceleração no crescimento das rendas. O índice de preços do idealista - editor deste boletim - revela que, em maio, o preço das casas para arrendar subiu 4,4% face ao mesmo mês do ano passado (enquanto em abril havia subido 5,1% em termos anuais). Assim, o custo mediano de arrendar casa em Portugal fixou-se nos 16,8 euros por metro quadrado (euro/m2) no final de maio. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,4%.
O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) inaugurou na sexta-feira, dia 23 de maio, as obras de reabilitação do Edifício Abel Salazar, orçadas em 10 milhões de euros e que permitirão alargar a oferta formativa no Porto a partir de setembro.A obra foi cofinanciada pelo ICBAS e pela Reit
Agrada-te a ideia de fazer exercício, mas todo o processo de ter que ir para um ginásio acaba por desmotivar-te?
Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.
Em Paddington, um bairro central e antigo da classe trabalhadora da cidade de Sidney (Austrália), existe uma artéria chamada Selwyn Street, onde residiam 28 aposentados, dos quais 24 já tiveram que deixar as suas casas, porque o terreno foi adquirido em 2022 pela LFD Developments, uma promotora que
O arrendamento de casas continua a ser uma solução para milhares de famílias que vivem em Portugal. Apesar do aumento da oferta de casas para arrendar, continua a haver uma escassez de produto no mercado, o que tem impulsionado o aumento das rendas. O índice de preços do idealista (editor deste boletim) revela isso mesmo: os preços das casas para arrendar em Portugal aumentaram 5,1% em abril face ao mesmo mês no ano anterior. Assim, viver numa habitação arrendada passou a ter o custo mediano de 16,9 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,9%.
A Câmara de Lisboa aprovou esta quarta-feira a 8.ª edição do Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível (SMAA) para continuar a apoiar financeiramente inquilinos no mercado privado que despendem mais de 30% do seu rendimento com o pagamento da renda.“Toda a gente que precisa de ajuda a pagar a ren
Já passaram cinco anos desde o início da pandemia da Covid-19, um capítulo da história da humanidade que acabou por moldar a sociedade, a economia e o imobiliário. Em Portugal, o mercado de arrendamento de longa duração está mais dinâmico desde então, havendo mais casas para arrendar. Mas continuam não ser suficientes para responder à procura das famílias, que cresceu ainda mais, impulsionando o aumento das rendas das casas em 43% neste período, segundo uma análise aos dados do idealista (editor deste boletim).
As famílias portuguesas estão a comprar menos casas no nosso país face ao período pré-pandémico. Em 2024, quase 96 mil casas foram adquiridas por compradores com naturalidade portuguesa, menos 3,4% face a 2019.
Desde 2015, a China recebeu a maior quantidade de multimilionários a nível mundial, apesar das dificuldades económicas. Segue-se a Europa Ocidental, com fortes fluxos de entrada na Suíça. Por outro lado, a Europa de Leste teve a maior diminuição, com uma saída líquida de 29 multimilionários, provavelmente influenciada pela guerra na Ucrânia e pela pandemia da Covid-19, segundo a análise do UBS.
Portugal caiu cinco posições no Relatório sobre a Felicidade Mundial 2025, divulgado esta quinta-feira (20 de março), onde aparece na 60ª posição com 6.013 pontos, contra 6.030 no relatório anterior.
Os cidadãos europeus têm a expectativa de viver mais tempo. A esperança de vida ao nascer num dos 27 países da União Europeu (UE) fixou-se em 81,4 anos em 2023, tendo ultrapassado o valor registado antes da pandemia da Covid-19.
Os investidores estrangeiros foram vendedores líquidos, no segmento do imobiliário comercial da China, pelo quarto ano consecutivo, em 2024, acelerando a sua retirada face à prolongada crise no setor e taxas de juro mais elevadas.
Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.
A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.