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Resultados da pesquisa
O arrendamento de casas continua a ser uma solução para milhares de famílias que vivem em Portugal. Apesar do aumento da oferta de casas para arrendar, continua a haver uma escassez de produto no mercado, o que tem impulsionado o aumento das rendas. O índice de preços do idealista (editor deste boletim) revela isso mesmo: os preços das casas para arrendar em Portugal aumentaram 5,1% em abril face ao mesmo mês no ano anterior. Assim, viver numa habitação arrendada passou a ter o custo mediano de 16,9 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,9%.
A Câmara de Lisboa aprovou esta quarta-feira a 8.ª edição do Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível (SMAA) para continuar a apoiar financeiramente inquilinos no mercado privado que despendem mais de 30% do seu rendimento com o pagamento da renda.“Toda a gente que precisa de ajuda a pagar a ren
Já passaram cinco anos desde o início da pandemia da Covid-19, um capítulo da história da humanidade que acabou por moldar a sociedade, a economia e o imobiliário. Em Portugal, o mercado de arrendamento de longa duração está mais dinâmico desde então, havendo mais casas para arrendar. Mas continuam não ser suficientes para responder à procura das famílias, que cresceu ainda mais, impulsionando o aumento das rendas das casas em 43% neste período, segundo uma análise aos dados do idealista (editor deste boletim).
As famílias portuguesas estão a comprar menos casas no nosso país face ao período pré-pandémico. Em 2024, quase 96 mil casas foram adquiridas por compradores com naturalidade portuguesa, menos 3,4% face a 2019.
Desde 2015, a China recebeu a maior quantidade de multimilionários a nível mundial, apesar das dificuldades económicas. Segue-se a Europa Ocidental, com fortes fluxos de entrada na Suíça. Por outro lado, a Europa de Leste teve a maior diminuição, com uma saída líquida de 29 multimilionários, provavelmente influenciada pela guerra na Ucrânia e pela pandemia da Covid-19, segundo a análise do UBS.
Portugal caiu cinco posições no Relatório sobre a Felicidade Mundial 2025, divulgado esta quinta-feira (20 de março), onde aparece na 60ª posição com 6.013 pontos, contra 6.030 no relatório anterior.
Os cidadãos europeus têm a expectativa de viver mais tempo. A esperança de vida ao nascer num dos 27 países da União Europeu (UE) fixou-se em 81,4 anos em 2023, tendo ultrapassado o valor registado antes da pandemia da Covid-19.
Os investidores estrangeiros foram vendedores líquidos, no segmento do imobiliário comercial da China, pelo quarto ano consecutivo, em 2024, acelerando a sua retirada face à prolongada crise no setor e taxas de juro mais elevadas.
Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.
A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.
O banco central da Coreia do Sul reduziu as taxas de juro em 0,25 pontos percentuais, para 2,75%, um mês depois de ter revisto em baixa a previsão para o crescimento económico.
A inflação na zona euro subiu ligeiramente entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, passando de 2,4% para 2,5%.
O imobiliário residencial de gama alta continua a atrair muitos investidores e/ou compradores em Portugal, sendo que a oferta, à semelhança do que acontece no setor em geral, mantém-se inferior à procura. Um mercado (de gama alta) que se pode dividir em três segmentos: Affluent, Premium e Luxo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “O Mercado Residencial de Gama Alta em Portugal – Impacto e Tendências”, preparado pela NOVA SBE para a Porta da Frente Christie's, com base em dados (também) do idealista e apresentado esta terça-feira (25 de fevereiro de 2025).
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) declarou esta segunda-feira (10 de fevereiro de 2025) prescrita a contraordenação de 225 milhões de euros aplicada aos bancos condenados no caso que ficou conhecido como cartel da banca, tendo decidido arquivar o processo. A Autoridade da Concorrência (AdC) já "respondeu", anunciando que vai recorrer da decisão.
O Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 13,25% ao ano, sendo este o quarto aumento consecutivo na tentativa de conter a inflação.
Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.
Quando estalou a pandemia, em 2020, foram vendidas 822 mil casas nos EUA, o valor mais elevado desde 2006 (altura em que foram adquiridas mais de 1 milhão de habitações), segundo revelam os dados da Statista. Agora, um estudo da agência imobiliária Bright MLS revela que um em cada três norte-americanos que compraram casa desde o início da pandemia, planeia vendê-la em 2025.
Os serviços de saúde enfrentam atualmente desafios em várias frentes.
O Grupo Hoti Hotéis estima investir cerca de 300 milhões de euros até 2028, dos quais 250 milhões na hotelaria e os restantes com a entrada no segmento residencial, cujas obras no Porto e em Aveiro arrancam este ano.
O Grupo Alves Ribeiro é o vencedor do concurso internacional para a construção de um hotel de luxo, apartamentos turísticos e lojas no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.