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A ideia da habitação colaborativa, ou coliving, deixou de ser "uma moda importada" para entrar, em 2025 e 2026, no centro de um debate maior: a crise da habitação, mobilidade profissional, trabalho híbrido e até solidão urbana.
O vice-presidente da Câmara de Badalona, em Barcelona, Daniel Gracia, anunciou que a cidade vai proibir os apartamentos turísticos já em 2026, medida que o executivo municipal levará a aprovação antes da sessão de maio. O anúncio foi feito na sessão plenária de março, durante o debate de uma moção apresentada pelo PSC, ERC, Badalona em Comú e Guanyem Badalona. Daniel Gracia afirmou que a cidade “não podia ser uma ilha onde se permitissem apartamentos turísticos”, enquanto o resto da área metropolitana está a aplicar proibições semelhantes.
A redução do IVA para 6% na construção e reabilitação de habitação acessível está a gerar expectativa no setor imobiliário.
A nova lei do arrendamento urbano vai a Conselho de Ministros já em março, num momento em que o Governo da AD acelera a revisão de todo o enquadramento do mercado residencial, para tentar resolver a crise de acesso à habitação por parte das famílias e jovens.
O Governo da AD quer resultados rápidos do pacote legislativo para aumentar a oferta de habitação em Portugal e isso passa, inevitavelmente, pelas autarquias.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta segunda-feira (2 de março de 2026) dois diplomas da Assembleia da República (AR) sobre a habitação: um que autoriza o Governo a avançar com o chamado pacote fiscal e outro sobre a revisão do regime aplicável aos licenciamentos urbanísticos, visando a alteração do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) e o regime jurídico da reabilitação urbana.
A crise de acesso à habitação é um problema para o qual não há apenas uma solução, não bastando simplesmente construir mais casas para dar resposta à enorme procura existente. Sim, esse é um dos caminhos a seguir, sendo a redução do IVA de 23% para 6% – uma das medidas apresentadas pelo Governo – uma boa medida nesse sentido, mas é preciso mais, até porque esses imóveis só sairão do papel dentro de alguns anos. Ou seja, são necessárias medidas de curto prazo, como a promoção “do uso eficiente do stock existente”. Uma ideia deixada pela economista portuguesa Susana Peralta à margem de um debate que moderou recentemente no ISEG, em Lisboa, que juntou três investigadores (e académicos) europeus.
O conflito armado no Médio Oriente deixou o mundo económico e financeiro em alerta. Os ataques dos EUA e de Israel ao Irão no último fim de semana desencadearam tensões militares crescentes em todo o Golfo Pérsico. E a incerteza global disparou.
A nova construção tem vindo a dinamizar o mercado residencial em Portugal, uma tendência que mais do que duplicou a oferta de casas novas à venda nos últimos cinco anos, tal como mostram os dados mais recentes do idealista.
O Governo aprovou duas medidas para acelerar os pagamentos do Estado, com uma redução dos prazos definidos para os atrasos e com o cálculo dos juros de mora a partir do momento em que há um atraso.
A Associação de Alojamento Local dos Açores (ALA) considerou “extremamente preocupantes” os dados relativos à atividade turística de janeiro de 2026 e alertou para a necessidade de medidas urgentes e uma ação imediata.
Os registos do cadastro simplificado de terrenos vão manter-se gratuitos, pelo menos até 30 de junho deste ano. Em causa está um diploma aprovado em Conselho de Ministros que prolonga formalmente esta medida.
Foi no verão de 2024 que entrou em vigor a isenção do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e do Imposto de Selo (IS) destinada a apoiar jovens até aos 35 anos na compra da primeira casa. Até então, segundo o Governo, as ajudas já chegaram a mais de 77 mil jovens.
As tempestades que atingiram Portugal entre janeiro e fevereiro causaram estragos em 237 mil habitações, metade das quais sem seguro, revela segundo o estudo Impact Center for Climate Change da Fidelidade.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) recebeu, desde 28 de janeiro, cerca de mil pedidos de moratórias no valor de quase 100 milhões de euros devido aos efeitos do mau tempo, disse o presidente executivo, Paulo Macedo.
O presidente da Câmara de Leiria acusou o Governo de ter atirado para as autarquias as vistorias das candidaturas à reconstrução de habitações na sequência do mau tempo sem questionar se aquelas tinham condições.
O Governo apresentou uma proposta de lei que prevê uma descida do IRS dos atuais 25% para 10% para todos os senhorios com casas para arrendar até 2.300 euros.
O presidente do BCP disse ser "francamente favorável" à continuação da medida governamental que atribui garantia pública à compra de casa por jovens e que o banco pediu um reforço da quota para poder conceder mais empréstimos garantidos.
A compra de casa em Portugal continua bem dinâmica, acentuando o desequilíbrio entre alta procura e escassa oferta, e tornando a habitação mais cara. E isto acontece numa conjuntura de mercado em que há mais incentivos à aquisição de imóveis (como juros acessíveis, emprego estável, investidores estrangeiros e apoios aos jovens) do que à criação de stock residencial – os estímulos neste sentido estão previstos no pacote fiscal do Governo, que já foi teve luz verde no Parlamento, mas que ainda não está em vigor. Tudo isto reflete-se no preço das casas à venda no país, que subiu 12,2% em fevereiro face ao mesmo mês de 2025 (e 2,5% em termos trimestrais). Comprar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 3.076 euros/m2 no final de fevereiro, representando um novo máximo histórico alcançado pelo quarto mês consecutivo, revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter.
O Governo português já deu luz verde à criação da “Eurocidade do Minho”. Em causa está um Protocolo de Cooperação Transfronteiriça entre Melgaço e os municípios galegos de Arbo, As Neves, Crecente e A Cañiza.