A pesquisa encontrou 8978 resultados
Resultados da pesquisa
A tempestade Kristin causou prejuízos significativos em várias zonas do país, afetando habitações, empresas e o rendimento de muitas famílias.
O governo trabalhista de Keir Starmer decidiu limitar a renda anual que os proprietários podem cobrar a 250 libras (cerca de 288 euros) para apartamentos construídos com base em contratos de “leasehold”, um sistema que fica a meio caminho entre arrendamento e propriedade. Este modelo, concede o direito de viver no apartamento por um período determinado – entre 99 e 999 anos – mas não a plena propriedade do imóvel. Cerca de 4 milhões de famílias em Inglaterra e no País de Gales pagam uma taxa anual pelo terreno onde os seus apartamentos estão construídos.
Na noite de 8 de fevereiro de 2026, António José Seguro foi eleito Presidente da República, na segunda volta das eleições presidenciais, com cerca de 67,12% dos votos e derrotando o adversário, André Ventura, que ficou com aproximadamente 32,88%. Esta vitória do socialista marcou uma das maiore
Os proprietários vêm com bons olhos as medidas anunciadas pelo Governo para dar resposta à crise na habitação, como por exemplo a descida do IVA para 6% na construção e o desagravamento fiscal para incentivar o arrendamento. Igualmente otimista está o setor da construção, que abre a porta, no entanto, a algumas alterações no diploma.
Se estás a pensar trocar um fogão ou placa a gás por um equipamento elétrico com apoio do Programa E-Lar, convém teres atenção: as regras mudaram.
A plataforma solidária Mãos à Obra pretende recolher contactos de empresas e profissionais da área da construção civil e disponibilizá-los diretamente às câmaras municipais das regiões mais afetadas pelo mau tempo, indicaram na passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro de 2026, os criadores do projeto.
O decreto do Governo que fixa uma moratória de 90 dias no pagamento dos empréstimos das famílias e empresas afetadas pela depressão Kristin foi, na passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro de 2026, publicado em Diário da República, produzindo efeitos desde 28 de janeiro.
O mau tempo – chuvas intensas e ventos fortes – não está a dar tréguas em Portugal, estando o país a ser alvo de várias tempestades que estão a ter consequências graves no parque habitacional, e noutras infraestruturas, em várias regiões. Muitas pessoas, por causa das cheias, ficaram desalojadas e perderam os seus bens, tais como eletrodomésticos e artigos de mobiliário. Como devem agir nestas situações? Será que o seguro que têm da casa cobre estes danos/prejuízos? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
O país continua a enfrentar as consequências de condições meteorológicas excecionais, que causaram danos significativos em vários concelhos e afetaram centenas de pessoas.Perante esta situação, o Primeiro-Ministro manifestou o pesar do Governo pelas vítimas e prolongou o estado de calamidade até 15
A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) esteve presente, recentemente, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública da Assembleia da República, onde apresentou a sua posição sobre a Proposta de Lei n.º 47/XVII/1.ª, que autoriza o Governo a aprovar medidas de desagravamento fiscal com vista ao aumento da oferta de habitação. Para Hugo Santos Ferreira, presidente da associação, não se pode “perder mais tempo”, tendo as medidas de "avançar rapidamente, com regras simples, objetivas e um calendário claro”.
Na sequência das tempestades que têm assolado Portugal nos últimos dias, o Governo admitiu que tenciona criar um fundo para catástrofes naturais e sismos.
O município de Leiria vai comprar 13 casas pré-fabricadas para instalar desalojados, com um custo de cerca de meio milhão de euros, afirmou o presidente, Gonçalo Lopes, na quarta-feira, dia 4 de fevereiro.“Neste momento, temos em processo de contratação 13 casas, num montante aproximado de meio milh
Este domingo, dia 8 de fevereiro, os portugueses sempre vão ser chamados a votar naquela que é a segunda volta das eleições presidenciais de 2026, a qual vai colocar frente a frente António José Seguro e André Ventura que viram as suas campanhas dominadas pela tempestade Kristin.
O Governo admitiu esta quinta-feira, dia 5 de fevereiro, a possibilidade de libertar trabalhadores de obras públicas que, por sua vontade, estejam disponíveis para prestar serviço nas localidades mais afetadas pelo mau tempo.“O Estado dará também uma contribuição.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, apelou esta quinta-feira (5 de fevereiro de 2026) aos emigrantes portugueses que trabalhem na construção civil para regressarem a Portugal e ajudarem na reconstrução das infraestruturas danificadas pelas depressões Kristin e Leonardo. O Governo, paralelamente, admite a entrada de mais imigrantes no país para ajudarem nos trabalhos. Esclarece, no entanto, que não serão abertos novos canais de imigração para a contratação de trabalhadores após a depressão Kristin.
Nos últimos meses, a crise na habitação em Portugal tem gerado preocupação e análise constante por parte do Governo e dos especialistas do setor. Apesar do elevado preço das casas e do acesso cada vez mais difícil para comprar casa, os principais bancos antecipam que o crédito habitação continuará “forte” ao longo de 2026, apoiado pela estabilidade das taxas de juro – reforçadas pela decisão recente do Banco Central Europeu (BCE) de manter inalteradas as suas taxas diretoras –, pelo elevado nível de emprego e pela persistente escassez de oferta no mercado imobiliário.
O Governo revelou, no início de 2024, que estava a desenvolver, junto de outras entidades públicas, um novo Código da Construção, a ser elaborado durante três anos, esperando-se novidades sobre o tema em 2026. Em entrevista ao idealista/news, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz não ter dúvidas de que se trata de “um passo importante” para o setor. “Aliás, o objetivo é exatamente ter um diploma moderno e que permita a adaptação e a evolução”, explica.
A imigração está na ordem do dia em Portugal, nomeadamente a nível político, sendo um dos temas centrais de discussão durante a campanha para as eleições Presidenciais de 2026, cuja segunda volta se realiza este domingo (8 de fevereiro de 2026). A necessitar urgentemente de mão de obra, nomeadamente estrangeira, está o setor da construção civil, tendo em vista as várias obras em desenvolvimento (ou futuras) no país. À cabeça está, claro, a premência na construção e reabilitação de casas, de forma a dar resposta à crise habitacional. Sem rodeios, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz de sua justiça: “Nós, sem imigrantes, não vivemos. Não é só na construção, é em todas as áreas”.
O Governo admitiu esta quarta-feira (4 de fevereiro de 2026) clarificar as regras da descida do IVA de 23% para 6% na construção destinada à habitação, para os construtores não terem de regularizar o imposto se os compradores destinarem o imóvel para outros fins.
Os apoios concedidos pelo Estado, no âmbito dos estragos causados pela tempestade Kristin, de até 5.000 euros para a reconstrução de habitação e alojamento temporário dispensam auditoria e podem ser requeridos com fotografias.De acordo com uma resolução de Conselho de Ministros publicada em Diário d