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Londres

Governo britânico impõe limite máximo às rendas pagas pelos terrenos

O governo trabalhista de Keir Starmer decidiu limitar a renda anual que os proprietários podem cobrar a 250 libras (cerca de 288 euros) para apartamentos construídos com base em contratos de “leasehold”, um sistema que fica a meio caminho entre arrendamento e propriedade. Este modelo, concede o direito de viver no apartamento por um período determinado – entre 99 e 999 anos – mas não a plena propriedade do imóvel. Cerca de 4 milhões de famílias em Inglaterra e no País de Gales pagam uma taxa anual pelo terreno onde os seus apartamentos estão construídos.
Cheias em Portugal

Tempestades: que prejuízos cobre o seguro da casa e como posso agir?

O mau tempo – chuvas intensas e ventos fortes – não está a dar tréguas em Portugal, estando o país a ser alvo de várias tempestades que estão a ter consequências graves no parque habitacional, e noutras infraestruturas, em várias regiões. Muitas pessoas, por causa das cheias, ficaram desalojadas e perderam os seus bens, tais como eletrodomésticos e artigos de mobiliário. Como devem agir nestas situações? Será que o seguro que têm da casa cobre estes danos/prejuízos? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Mau tempo Portugal

Estado de Calamidade em Portugal: significado e medidas do Governo

O país continua a enfrentar as consequências de condições meteorológicas excecionais, que causaram danos significativos em vários concelhos e afetaram centenas de pessoas.Perante esta situação, o Primeiro-Ministro manifestou o pesar do Governo pelas vítimas e prolongou o estado de calamidade até 15
Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII

Medidas para combater a crise na habitação “têm de avançar rapidamente”

A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) esteve presente, recentemente, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública da Assembleia da República, onde apresentou a sua posição sobre a Proposta de Lei n.º 47/XVII/1.ª, que autoriza o Governo a aprovar medidas de desagravamento fiscal com vista ao aumento da oferta de habitação. Para Hugo Santos Ferreira, presidente da associação, não se pode “perder mais tempo”, tendo as medidas de "avançar rapidamente, com regras simples, objetivas e um calendário claro”.
Casas pré-fabricadas em Leiria

Leiria compra casas pré-fabricadas para instalar desalojados

O município de Leiria vai comprar 13 casas pré-fabricadas para instalar desalojados, com um custo de cerca de meio milhão de euros, afirmou o presidente, Gonçalo Lopes, na quarta-feira, dia 4 de fevereiro.“Neste momento, temos em processo de contratação 13 casas, num montante aproximado de meio milh
Mau tempo em Portugal

Mau tempo: Governo pede ajuda aos emigrantes na reconstrução

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, apelou esta quinta-feira (5 de fevereiro de 2026) aos emigrantes portugueses que trabalhem na construção civil para regressarem a Portugal e ajudarem na reconstrução das infraestruturas danificadas pelas depressões Kristin e Leonardo. O Governo, paralelamente, admite a entrada de mais imigrantes no país para ajudarem nos trabalhos. Esclarece, no entanto, que não serão abertos novos canais de imigração para a contratação de trabalhadores após a depressão Kristin.
Observatório Imobiliário da Century 21

Crédito habitação continuará "forte" apesar do alto preço das casas

Nos últimos meses, a crise na habitação em Portugal tem gerado preocupação e análise constante por parte do Governo e dos especialistas do setor. Apesar do elevado preço das casas e do acesso cada vez mais difícil para comprar casa, os principais bancos antecipam que o crédito habitação continuará “forte” ao longo de 2026, apoiado pela estabilidade das taxas de juro – reforçadas pela decisão recente do Banco Central Europeu (BCE) de manter inalteradas as suas taxas diretoras –, pelo elevado nível de emprego e pela persistente escassez de oferta no mercado imobiliário.
Código da Construção

Código da Construção: "Objetivo é ter um diploma moderno”

O Governo revelou, no início de 2024, que estava a desenvolver, junto de outras entidades públicas, um novo Código da Construção, a ser elaborado durante três anos, esperando-se novidades sobre o tema em 2026. Em entrevista ao idealista/news, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz não ter dúvidas de que se trata de “um passo importante” para o setor. “Aliás, o objetivo é exatamente ter um diploma moderno e que permita a adaptação e a evolução”, explica.
Fundação da Construção

Falta de mão de obra na construção: “Nós, sem imigrantes, não vivemos”

A imigração está na ordem do dia em Portugal, nomeadamente a nível político, sendo um dos temas centrais de discussão durante a campanha para as eleições Presidenciais de 2026, cuja segunda volta se realiza este domingo (8 de fevereiro de 2026). A necessitar urgentemente de mão de obra, nomeadamente estrangeira, está o setor da construção civil, tendo em vista as várias obras em desenvolvimento (ou futuras) no país. À cabeça está, claro, a premência na construção e reabilitação de casas, de forma a dar resposta à crise habitacional. Sem rodeios, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz de sua justiça: “Nós, sem imigrantes, não vivemos. Não é só na construção, é em todas as áreas”.