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Aumentar a oferta de casas no mercado para a classe média é a solução apontada pelo Governo e pelos vários players do setor imobiliário para dar resposta à crise na habitação que se vive em Portugal, ou de acesso à habitação, como a ela se referem muitos especialistas. O Executivo, atento ao problema, viu ser aprovado no Parlamento, na generalidade, um pacote fiscal com medidas que prometem mudar o panorama residencial, como a descida do IVA para 6% na construção. Que impacto terão, afinal, as propostas anunciadas para o setor imobiliário? Damos resposta a esta e outras perguntas com a ajuda de especialistas.
Os portugueses vão às urnas este domingo, dia 18 de janeiro, para votar nas eleições presidenciais de 2026. Há 11 candidatos à Presidência da República, que têm uma preocupação comum: resolver a crise de acesso à habitação em Portugal. Mas defendem formas diferentes de solucionar este problema.
Os carros registados ou matriculados ao longo de 2028 vão passar a beneficiar de um desconto no Imposto Único de Circulação (IUC) no primeiro ano, pagando os proprietários apenas o valor proporcional aos meses entre a data da matrícula e o final do ano civil. A medida faz parte da proposta de alteração ao Código do IUC entregue pelo Governo no Parlamento e insere-se numa reforma mais ampla que pretende uniformizar o período de tributação, fazendo-o coincidir com o ano civil e acabando com o pagamento do imposto no mês de aniversário da matrícula.
O setor da habitação é uma das prioridades do Banco Português de Fomento (BPF). A garantia é dada pelo CEO da instituição estatal, Gonçalo Regalado, que centra atenções, por exemplo, no financiamento das cooperativas de habitação, funcionando como braço financeiro do Estado para potenciar a construção e reabilitação de habitação a custos acessíveis.
Um esquema de fraude imobiliária em Palmela deixou mais de 120 famílias sem casa e provocou prejuízos superiores a 26 milhões de euros. O caso, agora investigado pelo DIAP de Setúbal, expõe falhas graves na lei da habitação e do urbanismo, incluindo lacunas no Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE). O suspeito detido em dezembro de 2025 foi entretanto libertado pelo tribunal.
O ano de 2026 traz atualizações importantes para quem vive das rendas ou para quem arrenda a casa. O valor das rendas sofrerá um aumento baseado na inflação, conforme previsto no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), com o objetivo de ajustar os contratos ao custo de vida. Para os inquilinos, isto significa um planeamento orçamental mais cuidado, enquanto para os senhorios representa o direito de atualizar a renda de forma legal e segura.
O líder da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, anunciou que o banco central enfrenta uma ação judicial por não cortar a taxa de juro, algo exigido pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.Num comunicado divulgado no domingo (dia 11 de janeiro), Jerome Powell disse que a instituiç
Os deputados com assento na Assembleia da República discutiram e votaram uma série de propostas na área de habitação esta sexta-feira, dia 9 de janeiro. Mas só o pacote fiscal do Governo destinado a aumentar a oferta habitacional é que obteve luz verde.
O Governo aprovou esta sexta-feira, dia 9 de janeiro de 2026, a construção do Hospital Central do Algarve, um investimento de mais de 420 milhões de euros a realizar em modalidade de Parceria Público-Privada, anunciou o ministro da Presidência.
O ambicioso pacote fiscal do Governo destinado a travar a crise de acesso à habitação em Portugal foi aprovado no Parlamento esta sexta-feira, dia 9 de janeiro, após uma discussão entre cores políticas que se limitou a uma manhã.
Portugal enfrenta uma escassez significativa no setor imobiliário, que perdurará, pelos menos, até à próxima década. Segundo o Centro Comum de Investigação (JRC, na sigla inglesa) da União Europeia (UE), serão necessárias pelo menos mais 176,6 mil casas, além das 289 mil previstas, totalizando cerca de 465 mil fogos até 2035. O estudo aponta para uma necessidade crescente, motivada por fatores demográficos, turísticos e pela deterioração do parque habitacional existente, e prevê que o investimento necessário para satisfazer esta procura seja da ordem de 1,68 biliões de euros na próxima década.
Numa altura em que a compra de casa com crédito habitação está em alta, Álvaro Santos Pereira, governador do Banco de Portugal (BdP) alerta que as instituições bancárias estão a esticar os prazos dos novos contratos além dos limites recomendados, o que permite elevar os montantes emprestados.
O Ministério das Finanças anunciou esta sexta-feira, dia 9 de janeiro de 2026, que entregou, na quinta-feira, ao presidente do Eurogrupo a candidatura do ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno à vice-presidência do Banco Central Europeu (BCE). Com o prazo das candidaturas quase a terminar, juntam-se a esta corrida outros cinco "adversários", como o finlandês Olli Rehn e candidatos de países bálticos e da Croácia, todos à procura de reforçar a representação dos Estados-membros mais recentes na instituição.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, defende que o Governo deve comprar 200 mil milhões de dólares (171 mil milhões de euros) em títulos hipotecários, uma medida que, segundo o republicano, ajudaria a reduzir as taxas de juro.
O mercado obrigacionista da zona do euro sofreu grandes mudanças em 2025. Os juros das obrigações dos países tenderam a subir, com destaque para França que deu o salto para 3,56% no final do ano passado - o maior valor registado entre os países da zona euro. Portugal também entra neste grupo, com os rendimentos das obrigações a aumentar para 3,16%. Já Itália foi o único país a registar uma queda.
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, revelou recentemente que a garantia pública para a compra de casa por jovens até aos 35 anos abrangeu 23 mil pessoas, tendo o Governo, entretanto, aprovado o reforço da iniciativa à CGD e ao Banco CTT. Os números indicam, de resto, que quase todo o dinheiro disponibilizado para o efeito já está na posse dos bancos, faltando distribuir menos de 90 milhões de euros. E só há registo, até à data, de um caso de ativação da garantia pública, na CGD.
Uma das soluções para resolver a crise de acesso à habitação em Portugal passa por estimular o mercado de arrendamento, aumentando a oferta, tal como reconhece o Governo. E uma forma de o fazer passa por comprar casas e colocá-las a arrendar, um tipo de negócio que pode ser bem atrativo quer para investidores, quer para famílias com liquidez. Isto porque a compra de casa para arrendar em Portugal apresentou uma rentabilidade bruta de 6,5% no quarto trimestre de 2025, de acordo com os dados do idealista, editor desta newsletter. E este investimento na habitação apresenta menos riscos face ao final de 2024.
O novo pacote de medidas do Governo destinado a travar a crise habitacional é debatido e votado esta sexta-feira (9 de janeiro de 2026) no Parlamento, numa altura em que os preços das casas crescem ininterruptamente há seis trimestres consecutivos, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A proposta de lei do Governo para alterar o modo de pagamento do IUC deu esta quarta-feira, dia 7 de janeiro de 2026 entrada no parlamento, prevendo que o futuro modelo se aplique a partir de 2028, já que há um regime transitório em 2027.
O Governo quer que, aquando de uma transação imobiliária – compras e vendas de terrenos para construção ou de imóveis já construídos ou em construção –, seja obrigatório incluir no contrato se existe ou não "título urbanístico". Se tal não se verificar, os negócios podem cair por terra, ou seja, ser anulados, ficando sem validade. O objetivo é dar mais “segurança jurídica” aos negócios imobiliários, em prol da transparência, sendo esta uma medida incluída na nova versão do simplex dos licenciamentos urbanísticos. Uma proposta que deverá ser debatida esta sexta-feira (9 de janeiro de 2026) no Parlamento.