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Em que áreas de Lisboa e Porto é mais atraente e / ou rentável para os proprietários alugar suas casas ? Um estudo recente, "Investir no Mercado de Arrendamento", realizado pela consultora imobiliária JLL, procura responder a essas e outras perguntas.
A abertura dos centros comerciais na grande Lisboa voltou a ser adiada pelo Governo, devido ao aumento do número de infetados com Covid-19 na região. A nova data apontada é 15 de junho de 2020, mas a decisão só será tomada esta terça-feira, 9 de junho, na reunião de Conselho de Ministros.
A Comissão Europeia diz estar "razoavelmente otimista" sobre uma "rápida recuperação" económica de Portugal após a crise gerada pela Covid-19 e considera que a forma como o país "controlou" a pandemia beneficiará a retoma do turismo este verão. Nicolas Schmit, comissário europeu do Emprego
O primeiro-ministro afirmou, esta quarta-feira (3 de junho de 2020), que o Programa de Estabilização Económico e Social do Governo terá medidas para reforçar a ação social escolar, incluindo o Ensino Superior, e para aumentar o acesso dos jovens ao emprego e habitação. Neste campo, a aposta passa, segundo António Costa, pela aumento da oferta de casas no mercado de arrendamento acessível de longa duração, sobretudo direcionado aos jovens.
Celebra-se esta segunda-feira (1 de junho de 2020) o Dia Mundial da Criança. Uma efeméride que este ano será festejada de forma diferente por muitas pessoas, devido à pandemia do novo coronavírus. Em tempos de aulas online, de videochamadas por Zoom e de telescola, tecnologia e acesso à internet passaram a ser palavras de ordem.
A Câmara Municipal de Matosinhos (CMM) e a MatosinhosHabit, que tem como objeto social a gestão patrimonial, social e financeira dos empreendimentos e outros fogos património do município, estão a investir 16 milhões de euros na requalificação do parque habitacional do concelho, o que permitirá melhorar as condições de habitabilidade e aumentar a oferta de habitações municipais disponíveis.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que os jovens serão os mais afetados pela crise gerada com a pandemia do novo coronavírus. Segundo um relatório da agência das Nações Unidas, mais do que um em cada seis jovens em todo o mundo deixou de trabalhar desde o início da pandemia, havendo um impacto desigual da crise, já que as mulheres são mais afetadas que os homens.
Em que zonas de Lisboa e Porto é mais apelativo e/ou rentável para os proprietários colocarem as suas casas a arrendar? O estudo “Investir no Mercado de Arrendamento”, realizado pela consultora imobiliária JLL, procura responder a estas e outras questões. “A habitação como investimento é uma tendência que vai ganhar força nos próximos anos, pois não só o imobiliário é um ativo de crescente atratividade pela boa relação retorno/risco que tem face a outras aplicações financeiras ou investimentos em bolsa, como o segmento residencial, em concreto, se tem mostrado muito resiliente, incluindo em tempos de crise”, diz Patrícia Barão, Head of Residential da JLL, em comunicado.
As candidaturas ao Programa Renda Segura (PRS), que foi apresentado esta segunda-feira (18 de maio), já abriram: decorrem até 30 de junho e, numa primeira fase, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) quer arrendar 300 casas, para subarrendar a preços acessíveis aos jovens e famílias da classe média, através do programa Renda Acessível. A colocação de imóveis desocupados ou prédios livres, ou em regime de Alojamento Local (AL), no mercado de arrendamento, é um dos objetivos do PRS, refere a autarquia. Preparámos um guia que ajuda a perceber como funciona o programa.
A crise global gerada pela pandemia está a ter reflexos na vida em particular de muitas famílias em Portugal. Com quebras de rendimentos, muitos são os que começam a sentir dificuldades para honrar compromissos, nomeadamente, o pagamento da renda da casa.
Portugal entra esta segunda-feira, 18 de maio de 2020, na segunda fase do plano de desconfinamento definido pelo Governo. Mais um passo no levantamento lento e gradual das suspensões e restrições, para prevenir e conter a pandemia da Covid-19, sem colocar em causa a evolução da situação epidemiológica no país. A partir de hoje, escolas, creches, restaurantes, cafés e algumas lojas abrem de novo as suas portas, mas com várias regras.
Mais de cinco milhões de portugueses consomem uma a duas peças de fruta por dia, o que representa 58,6% dos residentes no continente com 15 e mais anos. Um em cada cinco portugueses diz consumir três peças de fruta diariamente e 11,6% mais que três. Há, no entanto, outro número que salta à vista: 749 mil indivíduos dizem não consumir nenhuma peça de fruta ao longo de um dia, o que equivale a 8,8% do total.
Está a decorrer até às 17h do dia 25 de maio mais um período de candidaturas ao Programa Porta 65 Jovem, que apoia o arrendamento de habitações para residência, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal. Quem pode concorrer? Jovens isolados ou em coabitação com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos ou, tratando-se de um casal, um dos elementos pode ter 36 anos e o outro 34 anos, no máximo.
A volta à rotina anterior à chegada da pandemia da Covid-19 começou mais cedo na China do que no resto do mundo. O foco do início desta crise de saúde internacional, que se transformou em crise económica e financeira, deu passos de reabertura antes do resto dos países, depois de controlar a propagação do coronavírus, segundo as autoridades chinesas. Esse retorno à normalidade está a ter refletir-se numa subida do interesse dos investidores e famílias chinesas em encontrar imóveis para comprar no estrangeiro, como investimento ou mesmo para morar.
A pandemia da Covid-19 já está e irá provocar efeitos sem precedentes na economia mundial, com impacto negativo não só na situação financeira das empresas, como das famílias.
O conforto do sofá é ótimo para ver séries e filmes, e igualmente um bom pretexto para fazer uma coisa que, muito provavelmente, andas a adiar há semanas ou meses: pôr a leitura em dia. Eis as sugestões de Rita Fazenda, Editora e Publisher no Grupo Leya, para o idealista/news.
Os números são cruéis. São estimativas, é certo, mas se se confirmarem significa que haverá (muito) menos pessoas a viver em Portugal dentro de 60 anos. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a população residente poderá passar dos atuais 10,3 milhões para 8,2 milhões em 2080, ou seja, o país terá menos 2,1 milhões de residentes.
Viver na condição de proprietário, mesmo que isso implique ter de pedir um crédito à habitação para comprar casa, ou de inquilino, o que é melhor? É uma pergunta de difícil resposta, já que há vários cenários em cima da mesa que têm de ser bem analisados. Um deles diz respeito à mobilidade. Explicamos-te tudo sobre este tema com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Atualmente os nossos dias parecem uma montanha russa de emoções, numa oscilação constante entre o otimismo e a tristeza, agudizada pela distância de familiares e amigos. Mas uma coisa é certa: esta espera, por mais longa que seja, vai acabar.
Na terça-feira, dia 24 de março de 2020, havia na Alemanha mais de 25.000 pesssoas infetadas com o novo coronavírus, o quinto maior número de casos no mundo. A taxa de mortalidade da Alemanha era, no entanto, de apenas 0,4%, bem menos que em Itália e Espanha, por exemplo. A justificação para o facto do Covid-19 ser menos mortal na Alemanha é a existência de muitos pacientes jovens.