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A maratona do IRS está aí à porta e é fundamental estar atento a todos os prazos que é preciso cumprir.
As taxas de juro implícitas do crédito à habitação caíram em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, e atingiram o novo mínimo histórico de 0,897%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
As moratórias bancárias terminam em setembro de 2021, mas a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor tem em curso a elaboração de uma proposta com soluções que visam preparar os portugueses para o fim do regime, que permite, por exemplo, suspender o pagamento das prestações do crédito à habitação. Em cima da mesa está o adiamento do prazo do fim das moratórias ou a adoção de um sistema em que os clientes comecem a pagar apenas os juros dos empréstimos, entre outras soluções.
O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu, entre abril e dezembro de 2020, um total de 3.076 pedidos de apoio ao pagamento de renda habitacional, de 2.370 famílias.
As taxas de juro devem manter-se (muito) baixas mesmo num cenário de recuperação económica pós-pandemia-Covid-19. As expetativas apontam para que os bancos centrais mantenham as políticas de alívio monetário em 2021, o que é uma boa notícia, por exemplo, para os portugueses que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa.
Em virtude da evolução da pandemia, o Governo assumiu a necessidade de atualizar para 2021 um quadro de apoios extraordinários à economia, ao emprego e às famílias, para fazer face à crise e instabilidade instaladas.
A Dinamarca, o país com o histórico mais longo de taxas de juro negativas do banco central, está a oferecer crédito à habitação a 20 anos com taxas de juro a 0% através do Nordea Bank. Uma “política” que deverá ser seguida por outros bancos dinamarqueses.
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em janeiro de 2021 nos contratos indexados à Euribor a três e seis meses face às últimas revisões, segundo a simulação Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e, em dezembro de 2020, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,519% e a média da taxa a três meses de -0,538%.
Ano Novo, vida nova. Uma frase que para muitas pessoas poderá servir de inspiração para outra: Ano novo, casa nova. Mas esta é uma decisão que deve ser bem ponderada, já que a qualquer momento a vida pode mudar. Um bom exemplo disso mesmo foi o ano de 2020, marcado pela chegada da pandemia da Covid-19. No artigo da Deco Alerta de hoje, damos algumas dicas que valem ouro antes de dar o primeiro passo, que é como quem diz, antes de comprar casa.
Antes da pandemia da Covid-19 chegar, a concessão de crédito à habitação em Portugal estava ao rubro. Nos primeiros dois meses do ano, a banca emprestou perto de 2 mil milhões de euros para a compra de casa, naquele que foi considerado o melhor arranque desde 2008.
O mercado de arrendamento em Portugal tem estado, nos últimos anos, no centro das atenções. O ano de 2020 não foi exceção. Logo em janeiro, num cenário de pré-pandemia da Covid-19, ficámos a saber que o valor das rendas pedido pelos senhorios aos potenciais inquilinos tinha disparado: aumentou, em 2019, em média 3,2%, mais que no ano anterior (1,9%). O ano ficou também marcado, entre outras coisas, por uma dança de cadeiras na habitação em plena pandemia, com Marina Gonçalves a substituir Ana Pinho no cargo de secretária de Estado da Habitação. A política é, no entanto, de continuidade, tendo a dinamização do mercado de arrendamento no horizonte, conforme revelou ao idealista/news Marina Gonçalves.
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu 1,4 pontos base (p.b) para 0,918% em novembro – estava em 0,932% no mês anterior. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,914% em outubro para 0,857% em novembro. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 270 euros, fixando-se em 54.915 euros, e a prestação média subiu um euro para os 228 euros.
Afinal, qual foi o impacto da Covid-19 no mercado de crédito à habitação? E como se perspetiva o ano de 2021 e os seguintes, tendo em conta o atual contexto de crise social e económica devido à pandemia? Para responder a isto, e muito mais, entrevistámos o especialista Juan Villén. "O confinamento, numa primeira fase, implicou uma travagem no mercado imobiliário e, como consequência, no de crédito à habitação. Depois de a liberdade de movimentos ter sido permitida, ainda que de forma limitada, o mercado reativou-se e agora mesmo está a funcionar", começa por analisar o diretor do idealista/créditohabitação.
O Governo aprovou um novo pacote de apoio às empresas e ao emprego, em virtude da situação pandémica.
Os preços das residências habituais há muito que integram a lista de bens incluídos no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Nacional de Estatísticas da Alemanha. Não estão, no entanto, incluídos no IPC harmonizado, o que é decisivo para a política monetária do Banco Central Europeu (BCE). Um cenário que pode vir a mudar nos próximos tempos, já que o Governo alemão parece apoiar a inclusão das casas ocupadas pelos respetivos proprietários no IPC calculado para fins europeus.
A Corticeira Amorim concretizou na semana passada a sua primeira emissão de obrigações verdes, vinculadas a objetivos de sustentabilidade, no montante de 40 milhões de euros e com maturidade de cinco anos. A empresa revela que os investimentos foram feitos nos segmentos da gestão ambientalmente sustentável de recursos naturais vivos e uso da terra; produtos, tecnologias e processos de produção renováveis, baixos em carbono, ecoeficientes e/ou adaptados à economia circular; gestão de resíduos e eficiência da utilização de recursos; e energia renovável e conversão de resíduos em energia.
A Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) deu “luz verde” ao lançamento de uma nova vaga de moratórias bancárias, com o objetivo de aliviar o impacto da pandemia da Covid-19 a empresas e particulares – neste caso, a maioria das moratórias, em Portugal, é relativa a empréstimos para a compra de casa. A decisão foi tomada esta quarta-feira (2 de dezembro de 2020) e tem efeitos a partir de 1 de outubro até 31 de março de 2021. O Governo "congratulou-se", entretanto, com a decisão.
A prestação da casa paga pelos clientes aos bancos vai descer em dezembro nos contratos de crédito indexados a Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e a expectativa
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,932% em outubro, menos 3,4 pontos base que no mês anterior (0,966%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,966% em setembro para 0,914% em outubro. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (23 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Portugal vai continuar em estado de emergência por mais 15 dias, numa altura em que a situação epidemiológica do país continua a agravar-se.