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Regaste de certificados de aforro

Certificados de aforro com novas regras: como resgatar a poupança?

Há novas regras nos certificados de aforro em Portugal, como é o caso da duplicação do limite máximo de subscrição para 100 mil euros. Estas alterações aos produtos de poupança do Estado levadas a cabo pelo Governo de Montenegro entraram em vigor esta segunda-feira, dia 7 de outubro, e já estão a gerar uma nova corrida aos certificados de aforro. Neste artigo preparado pelo idealista/news, explicamos o que são certificados de aforro e como se pode resgatar dinheiro desta poupança no futuro.
eleições 2024

Como Harris e Trump querem resolver a crise da habitação nos EUA

Os Estados Unidos, como muitos outros países, estão a passar por uma situação em que os seus cidadãos estão a encontrar cada vez mais dificuldades no acesso à habitação (quer para comprar, quer para arrendar). Os preços em ambos os mercados não param de crescer face à escassez de oferta, entre a falta de novas construções e o facto de muitas pessoas pensarem duas vezes antes de colocar a casa à venda, dadas as atuais taxas de juro. As eleições presidenciais dos EUA a 5 de novembro estão a aproximar-se, e a habitação já entrou campanha presidencial.
Preço das casas à venda em Portugal

Comprar casa volta a ficar mais caro – preços sobem 9,8% num ano

A venda de casas em Portugal está a ganhar uma nova dinâmica este ano, depois de ter passado meses a cair. E por detrás desta evolução positiva está, nomeadamente, a descida dos juros nos créditos habitação, a par de uma maior poupança das famílias e o interesse reforçado dos estrangeiros em investir. Mas, como a oferta de habitação continua a ser escassa e a não acompanhar a procura, as casas voltaram a ficar mais caras. É isso que mostra o índice de preços do idealista (editor deste boletim): os preços das casas em Portugal subiram 9,8% em setembro face ao mesmo mês do ano anterior. Isto significa que comprar casa passou a ter um custo mediano de 2.735 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de setembro deste ano, no mercado nacional. Já em relação à variação trimestral, os preços das casas subiram 2%.
Arrendar casa em Portugal

Arrendamento ganha dinamismo: rendas sobem 11% e contratos 6,9%

O mercado de arrendamento continua bem dinâmico em Portugal, numa altura em que a compra de casa continua a estar fora do alcance de muitos, seja pelos elevados preços e juros, seja pela dificuldade em reunir poupanças. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) espelham bem esta realidade: o número de novos contratos de arrendamento subiu 6,9% num ano no segundo trimestre de 2024. E a alta procura para a escassa oferta de casas para arrendar gerou uma nova subida das rendas de 11,1%.
Casas de luxo em Lisboa

Preço das casas de luxo sobe no mundo - com Lisboa a liderar

O contexto económico global continua a apresentar desafios e incertezas. Mas o imobiliário de luxo continua a mostrar-se resiliente. Prova disso é que os preços das casas de luxo continuam a aumentar na maioria das grandes cidades do mundo, com Lisboa a liderar as subidas nos primeiros seis meses de 2024 (+4,2%). E as rendas das casas 'prime' estão a subir ainda mais. 
Comprar casa em Portugal

Arrendar é 21% mais caro que comprar casa- mas crédito exige poupanças

O acesso à habitação em Portugal está no centro do debate social e político. Tanto os preços das casas para comprar, como as rendas estão a subir a um ritmo superior aos rendimentos das famílias. A boa notícia é que, depois de uma temporada de juros altos, as taxas nos créditos habitação estão a descer há vários meses, reduzindo as prestações da casa nos novos contratos. E tanto assim é que arrendar uma casa com dois quartos acaba, atualmente, por sair 21% mais caro do que o custo da prestação mensal de um crédito habitação para adquirir a mesma casa. Mas a opção de compra de casa exige uma poupança de 32.585 euros, em termos medianos, de acordo com a análise publicada pelo idealista (editor deste boletim). Isto porque para se conseguir um empréstimo habitação, no atual contexto, é necessário ter um fundo de reserva para dar como entrada da casa nova.
Christine Lagarde

Incerteza económica: Lagarde pede "flexibilidade" na política monetária

A presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que é necessária "flexibilidade" numa altura de incerteza, bem como preparação para usar as ferramentas disponíveis. “A minha principal mensagem é que temos que estar preparados para mudanças e preparados para utilizar a flexibilidade das nossas ferramentas conforme necessário”, disse Christine Lagarde, na Palestra Anual Michel Camdessus, organizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Euribor a descer em 2024

A volta do dinheiro barato? Redução de juros pela Fed afeta Euribor

O mercado bancário mundial está interligado. As decisões de política monetária dos bancos centrais acabam por afetar as taxas de câmbio dos países e, por conseguinte, as trocas comerciais e os investimentos (imobiliário inclusive). É por isso mesmo que o Banco Central Europeu (BCE) continua bem atento às decisões da Reserva Federal dos EUA (Fed), entidade que decidiu cortar os juros em 50 pontos base na semana passada, pela primeira vez em quatro anos. Até porque a decisão da Fed logo se refletiu na valorização do euro face ao dólar e ainda mexeu com as taxas Euribor.
Venda de casas em Portugal

Venda de casas em Portugal sobe pela 1ª vez em 2 anos– e preço acelera

As recentes descidas dos juros dos créditos habitação e o maior poder de compra deram um novo ânimo ao mercado residencial português na primavera de 2024. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que foram transacionadas 37.125 habitações entre abril e junho de 2024, mais 10,4% face ao mesmo trimestre do ano passado. Trata-se mesmo do primeiro aumento do número de casas vendidas em Portugal em dois anos. Mas a retoma desta dinâmica teve consequências: os preços das casas aceleraram, tendo subido 7,8% neste período.
Juros no crédito habitação descem

Juros no crédito habitação voltam a cair em agosto para 4,417%

As taxas de juro no crédito habitação continuam a rota de descida, perante a queda da Euribor e de uma maior contratação de empréstimos a taxas mistas mais acessíveis. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira divulgados refletem isso mesmo: os juros implícitos no total de créditos da casa existentes no país caíram para 4,417% em agosto, reduzindo as prestações da casa para 404 euros. E nos créditos habitação mais recentes, os juros desceram para 3,665% nesse mês.