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Foi há cerca de 10 anos que arrancou o movimento de reabilitação urbana do centro do Porto, uma tendência que reforçou a identidade arquitetónica da cidade. Hoje, quem caminha pelo centro histórico do Porto continua a ver várias obras de reabilitação em marcha. E há uma, em particular, que não deixa ninguém indiferente: o Palácio Bijou está a ganhar nova vida e vai dar lugar a 32 casas e 2 lojas, num investimento estimado de 13 milhões de euros. O idealista/news falou com os responsáveis pela reabilitação e comercialização deste edifício histórico do Porto e descobriu os seus segredos.
Decorar a casa para o Natal é uma das tarefas preferidas de muitas famílias. Seja seguindo a tradição de decorar a casa no feriado do 1 de dezembro, seja decorando mais cedo (ou mais tarde). Mas o importante é estar atento às diferentes tendências que surgem a cada ano, e adaptar consoante os materiais decorativos que temos em casa, em prol da sustentabilidade. Em colaboração com a habitissimo, plataforma especializada em obras de remodelação, deixamos-te sugestões de decoração de Natal que são tendência em 2022.
A subida da Euribor mês após mês tem-se refletido – e muito – nos bolsos das famílias portuguesas, já que a maioria dos contratos de crédito habitação continuam a ser de taxa variável e indexados a esta taxa de referência. É por isso mesmo que a taxa de juro média dos novos empréstimos habitação tem assumido uma trajetória ascendente: passou de 2,23% em setembro, para 2,86% em outubro, dando assim o maior salto de sempre num só mês (+0,63 pontos percentuais), sublinha o Banco de Portugal (BdP). Esta é a maior taxa de juro média desde 2015.
Para garantir o bem estar, conforto e tranquilidade no seio familiar, há quem procure uma casa para comprar. Adquirir aquela que vai ser a primeira casa é um passo importante na vida dos portugueses, já que muitos precisam de recorrer ao financiamento bancário, representando, assim, um investimento de longo prazo. Há também quem procure uma segunda casa para comprar, seja para passar férias ou numa perspetiva de investimento. Mas o clima atual, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, traz novos desafios para as famílias, que se somam aos impostos a pagar.
A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra viu aprovado o projeto “Espaço Cowork na Região de Coimbra”, que permite a criação de espaços de cowork em Cantanhede, Mealhada e Mira.
As alterações na contratação pública foram publicadas em Diário da República no passado dia 7 de novembro. E têm em vista simplificar procedimentos administrativos e criar um regime de conceção-construção especial mais rápido e eficaz. Será já no próximo dia 2 de dezembro que estas novas regras sobre a contração pública vão entrar em vigor, aplicando-se aos procedimentos de formação de contratos públicos iniciados após essa data.
Hoje, vive-se um momento em que incerteza é a palavra de ordem, dentro e fora do país. Ninguém sabe ao certo quando se vai atingir o pico da inflação, até que patamar os juros podem subir, como vai evoluir a crise energética ou até onde a guerra da Ucrânia poderá escalar. A somar a este contexto, juntou-se uma nova variável de instabilidade no plano nacional: uma polémica revisão constitucional, 17 anos depois de se realizar a última em 2005. Lançado pelo Chega, o processo conta com propostas de alteração à Constituição Portuguesa de todos os oito partidos com assento parlamentar.
A confiança dos consumidores diminuiu “marginalmente” em novembro, para um valor próximo do registado no início da pandemia da Covid-19. Já o indicador de clima económico aumentou, após ter recuado entre agosto e outubro. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (29 de novembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
As obras licenciadas pelas autarquias para habitação estabilizaram nos primeiros nove meses deste ano em termos homólogos, enquanto os fogos novos licenciados aumentaram 2,8% e o consumo de cimento subiu 1,9%, divulgou esta segunda-feira (28 de novembro de 2022) a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Junto à Calçada Marquês de Abrantes, em Lisboa, está a nascer um novo empreendimento de luxo. Chama-se HorizOn Tejo, e será composto por apartamentos de tipologias T1 a T5 e áreas entre 38 e 245 metros quadrados (m2), com amplos terraços, piscina privativa, vistas para o rio e ainda salas voltadas a sul com muita luz natural.
Casas pré-fabricadas sustentáveis e expansíveis a partir de 21.950 euros, assim são as casas modulares Minimal, a proposta do estúdio de arquitetura metro7 com a qual pretende oferecer uma casa ecológica adaptável a todas as fases da vida. O idealista/news teve a oportunidade de falar com José Bailach, responsável pela empresa.
Muito mudou em dez anos, sobretudo, o modo de viver em Portugal. Agora, há mais 18% de pessoas que vivem sozinhas nas suas casas, mostram os dados dos Census 2021 publicados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O aumento de famílias constituídas por só uma pessoa incentiva o mercado residencial a adaptar a sua oferta, colocando mais casas no mercado com apenas um quarto ou estúdios, por exemplo. Mas quais são as principais tendências na habitação identificadas em 2021? O idealista/news explorou os dados definitivos dos Census 2021 e explica tudo.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou esta terça-feira (22 de novembro de 2022) uma recomendação da Iniciativa Liberal (IL) para que a câmara proceda à suspensão automática do agravamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) sobre prédios devolutos em ruínas que aguardam resposta ao pedido de licenciamento de obra.
Quando uma criança desenha uma casa ou um prédio, o padrão geral é usar linhas retas e formas retangulares.
Chama-se Dom Hugo e vai trazer à cidade do Porto 16 apartamentos de tipologias T0 a T1 duplex destinados jovens. Os preços começam nos 225.000 euros.
O combate à pobreza energética é uma dimensão que estará presente na primeira Carta Municipal de Habitação de Lisboa, segundo informou a vereadora da Habitação da capital, Filipa Roseta. Dados recentes da monitorização feita pela Agência de Ambiente e Energia de Lisboa, Lisboa-E-Nova, revelam que a pobreza energética no município se concentra no centro histórico e nas freguesias onde existem mais bairros sociais, zonas em que o número de beneficiários da tarifa social de energia é mais expressivo.
A empresa municipal responsável pelas obras de reabilitação urbana da cidade de Lisboa prevê uma taxa de execução para este ano de 88%, apesar dos condicionalismos originados pela inflação, segundo foi divulgado, numa audição da administração da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) na Assembleia M
A falta de habitação é uma questão bem presente na Grande Lisboa. Com a subida dos preços das casas, cerca de 62% das famílias que vivem na Área Metropolitana de Lisboa (AML) têm de despender mais de 40% do seu rendimento para conseguir arrendar ou comprar casa. Mas, apesar da elevada procura e de haver vários incentivos à reabilitação de imóveis, há ainda cerca de 160.000 casas vazias na Grande Lisboa. “Não há, de facto, razão nem desculpa para estes imóveis estarem vazios”, sublinha Ana Pinho, ex-secretária de Estado da Habitação, em entrevista ao idealista/news.
A RedCollectors, a principal plataforma de arte digital em Espanha, apresentará a visita completa online das exposições do Lisbon Art Weekend até dezembro. Durante um mês e com o apoio do idealista, este projeto permitirá visitar as exposições e obras que serão apresentadas por galerias de arte, espaços geridos por artistas, museus de arte, espaços artísticos sem fins lucrativos ou coletivos artísticos com espaço físico.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que é tutelado pelo Ministério da Habitação, vai avançar com a construção de 24 habitações de renda acessível em Alcaniça, Monte da Caparica (na Margem Sul de Lisboa), num investimento de cerca de quatro milhões de euros. Esta será a primeira fase do Plano Integrado de Almada (PIA), que prevê ainda a construção de 28 habitações na Quinta do Olho de Vidro e 156 em Alfazina. Serão construídas, desta forma, 208 casas, num investimento de 31,1 milhões de euros financiados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).