Casas junto ao mar: onde é mais barato comprar e arrendar?
Comprar casa junto à praia é o desejo de muitos portugueses e estrangeiros. Este é um mercado que tem estado dinâmico mesmo durante a pandemia. A procura de casas na praia à venda cresceu em 45 dos 54 municípios situados na costa portuguesa, fazendo cair a oferta de casas na maioria dos concelhos e disparar os preços das casas. E o mesmo cenário se verifica no mercado de arrendamento de casas junto ao mar. Mas quais são os municípios que registam as casas na praia mais baratas para comprar? E para arrendar? O idealistas/news mergulhou nos dados e pintou o mapa da costa portuguesa com os preços das casas no litoral. Vem daí descobrir.
Vendem-se mais casas de luxo com regresso de investidores estrangeiros
O segmento residencial premium mostrou-se resiliente aquando da chegada da pandemia da Covid-19 e está também a dar boa resposta agora em tempos de guerra na Europa. Isso mesmo mostram os dados mais recentes da mediadora de luxo Engel & Völkers (E&V), que viu o negócio em Portugal crescer no primeiro semestre do ano. “Este crescimento exponencial explica-se pela forte procura interna, que já apresentava uma tendência de forte subida desde o ano passado, bem como pelo regresso ao mercado português dos investidores estrangeiros”, revela Juan-Galo Macià, presidente da E&V para Espanha, Portugal e Andorra.
Mediação imobiliária finta guerra e inflação: “2022 começou em força”
Se há setor que deu boa resposta à pandemia da Covid-19 foi o da mediação imobiliária. Os desafios atuais são muitos, nomeadamente tendo em conta o momento que se vive, de guerra na Europa, de inflação em alta e de juros a subir. Mas otimismo é a palavra de ordem, apesar da incerteza existente. No caso da ERA, “o ano de 2022 começou em força, mantendo a tendência de crescimento que se tem vindo a verificar no setor, apesar da conjuntura não ser a melhor”, diz em comunicado Rui Torgal, CEO da mediadora imobiliária.
Novos créditos habitação: taxa de juro sobe para máximos de 2018
Os bancos têm mostrado disponibilidade para emprestar dinheiro para a compra de casa, uma tendência que se manteve na pandemia e que continua a manter-se, mesmo em tempos de guerra na Europa, de inflação em alta e de taxas de juro a subir. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) confirmam isso mesmo: em junho, a taxa de juro média dos novos créditos habitação subiu para 1,47% (1,28% em maio), em linha com a subida das taxas Euribor. Trata-se do valor mais elevado desde março de 2018 (1,5%). Já o montante concedido e novos empréstimos recuou face a maio, para 1.399 milhões de euros.
Mais de um milhão de portugueses viviam em casas sobrelotadas em 2021
Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, 10,6% das pessoas viviam em condições de insuficiência do espaço habitacional em Portugal, sendo este o valor mais elevado dos últimos três anos: 9,6% em 2018, 9,5% em 2019 e 9,0% em 2020. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (2 de agosto de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Receitas do IMI e IMT engordam cofres do Estado
As receitas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e do Imposto Municipal sobre as Transações Onerosas de Imóveis (IMT) continuam a engordar os cofres do Estado, espelho do dinamismo que o mercado imobiliário português tem vivido nos últimos anos.
“Arrendamento começa a recuperar para valores pré-pandemia”
Com os preços das casas a subir, mesmo em tempos de pandemia e, agora, de guerra e de inflação em alta, estará o mercado de arrendamento a ganhar espaço em Portugal? Segundo Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal (C21 Portugal), este segmento “começa a recuperar para valores pré-pandemia, impulsionado pelo regresso do turismo e pelos muitos jovens que estão a optar por arrendar casa, tendo em conta a dificuldade de cumprir com todos os critérios e requisitos para acesso ao crédito à habitação”.
Banco de Portugal cancela registo de 91 intermediários de crédito
O Banco de Portugal (BdP) anunciou esta segunda-feira, dia 1 de agosto, que revogou a autorização e cancelou o registo de 91 intermediários de crédito pelo incumprimento dos requisitos de acesso à atividade.“Os intermediários de crédito devem cumprir em permanência os requisitos gerais de acess
PIB cresce 6,9% em termos homólogos mas cai 0,2% face ao 1º trimestre
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desacelerou para 6,9% no segundo trimestre face ao mesmo período do ano passado e contraiu 0,2% em cadeia, segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgada esta sexta-feira (29 de julho de 2022)
Receita fiscal dispara no primeiro semestre – é a maior da década
O Estado arrecadou, nos primeiros seis meses do ano, a maior receita fiscal, em termos semestrais, desde pelo menos 2010. Entre janeiro e junho de 2022, entraram nos cofres públicos quase 23,3 mil milhões de euros (corrigidos das medidas introduzidas durante a pandemia, como adiamentos), mais 30,4% que no mesmo período do ano anterior (17,7 mil milhões de euros). Em causa estão dados que constam na síntese de execução orçamental divulgada recentemente pela Direção-Geral de Orçamento (DGO).
Regime especial de expropriações prolongado – mas só para o PRR
O Governo prolongou até junho de 2026 o regime extraordinário que permite agilizar os processos de expropriação de imóveis e a constituição de servidões administrativas, tornando-os mais rápidos, mas mantendo o direito dos proprietários à justa indemnização e, caso tal se justifique, assegurando a manutenção do direito de reversão. Regras que apenas se aplicarão, no entanto, a intervenções no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). De referir que o regime em causa ia terminar este ano.
Guerra de spreads ganha força com subida dos juros
Nada parece afastar as famílias portuguesas de cumprir o sonho de uma vida: comprar casa (ou mudar para uma melhor). Mesmo com a incerteza gerada pela pandemia e pela guerra da Ucrânia, os preços das casas em alta, as taxas de juro a subir e a inflação a aumentar o custo de vida, os portug
Demissão de Draghi e subida de juros do BCE: como fica o imobiliário?
As últimas semanas foram repletas de acontecimentos: desde o aumento das taxas de juros diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 50 pontos base, à crise do governo italiano que levou à renúncia do governo de Draghi.
Amancio Ortega tem mais património imobiliário que antes da pandemia
A pandemia já faz “parte do passado” para o empresário espanhol Amancio Ortega. O grupo Pontegadea, conjunto de empresas com as quais o fundador da Zara gere a sua fortuna – é a pessoa mais rica de Espanha –, teve um lucro de 1.606 milhões de euros no ano passado, mais 141% que em 2020 (666 milhões). Um valor que ainda está, no entanto, um pouco abaixo do de 2019 (1.778 milhões). A recuperação do negócio têxtil da Inditex foi fundamental para os bons resultados, embora também seja de destacar a gestão do património imobiliário, que engordou face aos últimos dois anos: está agora avaliado em 15.264 milhões, com imóveis localizados em nove países, nomeadamente em Portugal.
Negócio residencial do ano: Round Hill Capital compra Smart Studios
Está consumado aquele que é o maior investimento residencial em Portugal este ano. Falamos da compra da portuguesa Smart Studios por parte da Round Hill Capital, um dos principais investidores, promotores e gestores imobiliários especializados a nível global. Em causa está, conforme já escrevemos, um negócio/investimento de aproximadamente 200 milhões de euros que contempla “nove residências nos setores de residências de estudantes (PBSA) e coliving, com um área total de 53.000 metros quadrados (m2)”, refere a Round Hill Capital em comunicado.
Oferta de casas à venda em Portugal desceu 25% num ano
Depois de uma queda registada devido à pandemia, os negócios das casas voltaram em força durante o ano passado, com a venda de casas em Portugal a disparar 19,4% entre 2020 e 2021, apontou o Eurostat. E o aumento das transações de casas registado no último ano provocou uma descida de 25% no stock de casas disponíveis para venda no segundo trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, aponta um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Arrendamento acessível no Porto: programa alargado a todos os imóveis
A Assembleia Municipal do Porto aprovou, com os votos contra do BE e da CDU, o alargamento do programa de arrendamento acessível Porto com Sentido a todos os imóveis da cidade, bem como o aumento do apoio à renda.



Esta caravana para viver e trabalhar onde quiseres custa 156.500 euros
Já te imaginaste a viver e teletrabalhar em qualquer lado? Com a caravana Quatro é possível. Esta pequena casa sobre rodas oferece um espaço compacto, mas com todo o conforto de um lar.
Portugueses precisam de 11,4 anos de salários para comprar casa
Comprar casa está cada vez mais caro. Mas os salários não acompanham esta evolução. E as consequências para este desequilíbrio são várias: este cenário tem aumentado as desigualdades sociais e económicas, afastando muitas famílias de comprar casa.
Mobiliário português: “Qualidade dos artesãos é verdadeiro património”
A casa saiu valorizada da pandemia da Covid-19. E, hoje, decorar a casa com mobiliário português é apostar na tradição, elegância e sustentabilidade. Estes móveis com selo Made In Portugal estão a dar cartas cá dentro e lá fora, tendo-se assistido a um aumento da procura em ambos os mercados. “A qualidade dos artesãos portugueses, passada de geração em geração, é um verdadeiro património e um incontornável fator de diferenciação a nível internacional”, revela Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA) em entrevista ao idealista/news.