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Um pouco por todos os lados deparamo-nos com o termo casa domótica, que se tem tornado cada vez mais familiar ao mercado imobiliário.
O Grupo Ageas Portugal estreou, no ano passado, dois novos edifícios sede no país: o Ageas Tejo, em Lisboa, e o ICON Douro, no Porto. A seguradora, com sede em Bruxelas (Bélgica), continua a ter Portugal na mira e a estar atenta a possíveis negócios imobiliários, tendo já investido “mais de 300 milhões de euros no país”, revela ao idealista/news Sylvie Vanhoenackere, nova responsável pela área imobiliária do Grupo Ageas Portugal. “Vamos continuar a investir”, adianta.
O novo cenário económico, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, já está a arrefecer a procura de casas à venda e o montante total concedido em empréstimos destinados à aquisição de habitação. Este cenário acaba por influenciar os preços das casas para comprar em Portugal, os quais se mantiveram estáveis em fevereiro face ao mês anterior. Mas este não é cenário visível em todo o país: segundo o índice de preços do idealista, as casas à venda ficaram mais caras em 12 capitais de distrito entre janeiro e fevereiro de 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (5,2%). Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 1,2% e no Porto mantiveram-se estáveis neste período.
A Câmara Municipal do Porto (CMP) comprou seis habitações de um prédio devoluto na Rua Central de Francos e vai agora proceder à sua reabilitação. O objetivo é que as casas estejam prontas a habitar até ao último trimestre deste ano, em regime de arrendamento acessível. Os imóveis em causa têm garagem e áreas que rondam os 100 m2, refere a autarquia. Trata-se de uma iniciativa que vai ao encontro dos objetivos do Governo traçados no pacote “Mais Habitação”. Recentemente, a CMP avançou com oito medidas que visam, sobretudo, baixar as rendas e aumentar a oferta de casas no mercado.
O Alojamento Local (AL) volta a estar no centro das atenções e envolto em polémica. O Governo anunciou alterações no arrendamento de casas de curta duração, com o programa “Mais Habitação” a prever, por exemplo, a proibição de emissão de novas licenças, com exceção dos alojamentos rurais em concelhos do interior do país. Dias antes de serem conhecidas as medidas, o idealista/news esteve à conversa com Eduardo Miranda, presidente da associação do setor, que revelou, entre outras coisas, que “a realidade do AL ainda é, e vai continuar a ser, de pequenos proprietários”.
A crise na habitação é uma realidade em Portugal, que se tem vindo a agudizar ao longo dos últimos anos. O Alojamento Local, os vistos gold e os residentes não habituais fazem, habitualmente, parte do discurso político, e também muitas vezes na sociedade, na hora de encontrar "culpados" para a subida dos preços das casas. Mas a economista Vera Gouveia Barros, reconhecendo que há "graves problemas por resolver na habitação" rejeita, no entanto, estas leituras mais simplistas e pede diagnósticos aprofundados, com base em dados e análises fundamentadas, em vez de "bodes expiatórios"
Faz esta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, um ano que a guerra na Ucrânia eclodiu em solo europeu. E tudo mudou. Instalou-se uma crise energética tal que fez disparar a inflação para máximos de 30 anos, um cenário que levou os bancos centrais a iniciar a subida dos juros de referência mais rápida de sempre. Os impactos do conflito também foram sentidos no imobiliário, refletindo-se na subida dos custos da construção, dos preços das casas à venda, assim como do crédito habitação. Mas quem sentiu mais os efeitos da guerra foram mesmo as famílias ucranianas, que viram os seus lares a serem destruídos. Muitas decidiram fazer-se à estrada para fugir do conflito e escolheram Portugal para se refugiar. Os dados do idealista espelham bem essa realidade: a procura de casa para arrendar desde a Ucrânia em setembro de 2022 foi seis vezes superior à registada no mesmo mês de 2021 (e desde a Rússia triplicou).
O Imobinvest - Salão do Imobiliário está de regresso para a sua 4ª edição. O evento terá novamente lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto e vai realizar-se entre 24 e 26 de março de 2023. Esta edição decorre uma vez mais em simultâneo com o Smart Home Show - Salão de Domótica, e a entrada é gratuita.
A ARCO Madrid é a feira internacional de arte contemporânea que, desde os anos 80, tem sido uma das principais plataformas do mercado artístico e uma peça essencial no circuito internacional dedicado à promoção e difusão da arte. Em 2023 celebra a sua 42ª edição, com o "Mediterrâneo: Um Mar Redondo" como tema central, e poderá ser visitada até dia 26 de fevereiro no IFEMA. São 185 galerias de mais de 30 países, com obras de mais de 1.300 artistas internacionais.
O edifício Campo Alegre, antiga sede da Ageas, no Porto, foi vendido à Osborne, promotora especializada no desenvolvimento de escritórios. A operação marca a conclusão da venda do portefólio Invictus – que incluía três ativos na cidade – que pertencia à seguradora. O valor do negócio não foi revelado.
Quatro dias depois de ter sido aprovado pelo Conselho de Ministros, o pacote de medidas “Mais Habitação” foi colocado em consulta pública não com propostas ou decretos de lei (como é costume), mas sim com as principais explicações de cada medida para “facilitar” a participação dos cidadãos, empresas e associações. Portanto, os detalhes concretos das medidas que visam aumentar a oferta de habitação no país não são ainda conhecidos. Mas este novo documento, que estará em discussão até 10 de março, adiantou, por exemplo, que quem tem casas devolutas terá um prazo para dar uso ao imóvel, que as casas construídas com apoios públicos têm de ficar 25 anos em arrendamento acessível e que as taxas de esforço vão determinar os apoios ao crédito habitação e o pagamento das rendas. Explicamos o que já se sabe.
O mês de fevereiro está prestes a terminar, mas não queremos perder a oportunidade de te ajudar a comprar uma casa de sonho em promoção.
O presidente da Câmara do Porto veio criticar o Governo por não ter ouvido as autarquias na elaboração das medidas do pacote de habitação, considerando haver neste uma “pulsão bolivariana autodestrutiva perfumada com um voluntarismo liberal de caráter fiscal”.
“Ao fim de sete anos de inação, de pro
O Governo de António Costa apresentou o pacote de medidas “Mais Habitação” na passada quinta-feira que caiu como uma bomba no setor imobiliário. A ideia do Executivo socialista passa por intervir diretamente no mercado para criar mais oferta de habitação e, assim, ajustar preços. Mas os promotores, investidores, autarcas e associações do mercado muito têm criticado o fim dos vistos gold e das novas licenças para Alojamento Local, assim como o novo mecanismo ao controlo das rendas. Há ainda medidas que são vistas com bons olhos, como é o caso da simplificação dos licenciamentos.
A Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) disse estar a analisar a eventual inconstitucionalidade de medidas do programa Mais Habitação, aprovado na quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023, pelo Governo, não excluindo a hipótese de ir para a rua em protesto.
De nome canino tipicamente português, Bobi tem feito história e (já) não passa despercebido. Falamos de um cão com 30 anos de vida (humanos) que, seguindo a regra de que um ano de cão equivale a cerca de sete anos humanos, terá cerca de 210 anos de cão, um verdadeiro marco histórico confirmado pelo Guiness World Records, conferindo-lhe assim o título do cão vivo mais velho do mundo e de todos os tempos.
Sem ter conseguido dar uma resposta efetiva à crise habitacional, que por vários motivos se tem vindo a agudizar em Portugal nos últimos anos, António Costa decidiu agora apresentar um novo plano de ataque, chamado "Mais Habitação". Com este novo programa, o Governo promete aumentar a oferta de casas no mercado e facilitar o acesso à habitação no médio prazo, mas também solucionar problemas mais imediatos para as famílias que necessitam de apoio, tanto no arrendamento como no crédito habitação. Para isso, o Governo de maioria absoluta optou agora por uma intervenção direta no mercado, com várias medidas que já estão a gerar polémica e contestação, como o fim dos vistos gold, a introdução de um limite ao aumento das rendas, a penalização ao Alojamento Local, a posse de casas vazias, assumindo o Estado um papel ambivalente de senhorio-inquilino.
Depois de ter ameaçado em novembro, e apesar dos pedidos do setor imobiliário para que apenas fossem feitos ajustes ao programa, António Costa vai mesmo colocar um ponto final nos vistos gold em Portugal. O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira, dia 16 de fevereiro, que este regime de autorização de residência a estrangeiros (ARI) vai deixar de vigorar, nas suas palavras, com o "objetivo de acabar com a especulação imobiliária". Em declarações aos jornalistas no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, após um Conselho de Ministros exclusivamente dedicado à habitação, o líder do Governo socialista, de maioria absoluta, esclareceu que em causa está o fim da “concessão de novos vistos gold".
Hoje, a falta de oferta de casas é uma “preocupação central” do país. E foi por isso mesmo que o Governo de António Costa criou várias medidas no novo pacote legislativo “Mais Habitação”, que visam aumentar o número de imóveis afetos a uso habitacional. Uma delas vem mesmo permitir que os imóveis autorizados para comércio e serviços possam ser convertidos em habitação, sem que para isso seja necessária qualquer licença. Outra medida passa por disponibilizar terrenos e edifícios públicos aos privados para a construção de habitação acessível.
O pacote do Governo para combater a crise habitacional no país é apresentado esta quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023. Ainda assim, as autarquias tentam, com as suas próprias ferramentas e estratégias, enfrentar as dificuldades vividas nas suas cidades. É o caso da Câmara Municipal do Porto, focada em criar mais oportunidades no mercado de arrendamento acessível.