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Portugal vive uma grave crise de acesso à habitação pautada por uma escassa oferta, sobretudo a preços acessíveis aos bolsos das famílias. Mas, agora, há sinais de mudança.
Um plano de habitação com 100 mil casas a preços controlados e uma nova intervenção no custo da energia. Estas são as duas primeiras medidas económicas anunciadas pela presidente do governo italiano, Giorgia Meloni, para 2026, ano em que pretende acelerar o crescimento, incluindo a disponibilidade para assinar “um novo pacto” com os parceiros sociais que não tenham “preconceitos” em trabalhar com o executivo.
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 4,9% em dezembro de 2025 face ao mesmo mês de 2024 e registaram uma variação média anual de 5,3% no conjunto do ano passado, divulgou esta terça-feira, dia 13 de janeiro de 2026, o Instituto Nacional de Estatística (INE).
As medidas de natureza fiscal aprovadas na sexta-feira, dia 9 de janeiro, no parlamento são “incapazes de travar a espiral em crescendo da crise da habitação em Portugal e que parece imparável”, considera em comunicado a Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL).
Aumentar a oferta de casas no mercado para a classe média é a solução apontada pelo Governo e pelos vários players do setor imobiliário para dar resposta à crise na habitação que se vive em Portugal, ou de acesso à habitação, como a ela se referem muitos especialistas. O Executivo, atento ao problema, viu ser aprovado no Parlamento, na generalidade, um pacote fiscal com medidas que prometem mudar o panorama residencial, como a descida do IVA para 6% na construção. Que impacto terão, afinal, as propostas anunciadas para o setor imobiliário? Damos resposta a esta e outras perguntas com a ajuda de especialistas.
A Câmara de Mafra abriu esta segunda-feira, dia 12 de janeiro, candidaturas para atribuir 155 habitações, 105 das quais em regime de arrendamento apoiado e 50 em regime de renda reduzida para habitação permanente.A decisão foi tomada por unanimidade na reunião de sexta-feira do executivo municipal,
É caso para dizer, atenção investidores. Falamos de um leilão eletrónico (online) de 21 apartamentos que estão na posse de um fundo imobiliário e que se encontram arrendados. As licitações podem ser feitas até esta quarta-feira (dia 14 de janeiro de 2026) e os imóveis localizam-se de norte a sul do país.
O ano de 2026 traz atualizações importantes para quem vive das rendas ou para quem arrenda a casa. O valor das rendas sofrerá um aumento baseado na inflação, conforme previsto no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), com o objetivo de ajustar os contratos ao custo de vida. Para os inquilinos, isto significa um planeamento orçamental mais cuidado, enquanto para os senhorios representa o direito de atualizar a renda de forma legal e segura.
Os deputados com assento na Assembleia da República discutiram e votaram uma série de propostas na área de habitação esta sexta-feira, dia 9 de janeiro. Mas só o pacote fiscal do Governo destinado a aumentar a oferta habitacional é que obteve luz verde.
O ambicioso pacote fiscal do Governo destinado a travar a crise de acesso à habitação em Portugal foi aprovado no Parlamento esta sexta-feira, dia 9 de janeiro, após uma discussão entre cores políticas que se limitou a uma manhã.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu quinta-feira que o Governo deve comprar 200 mil milhões de dólares (171 mil milhões de euros) em títulos hipotecários, uma medida que, segundo o republicano, ajudaria a reduzir as taxas de juro.
Uma das soluções para resolver a crise de acesso à habitação em Portugal passa por estimular o mercado de arrendamento, aumentando a oferta, tal como reconhece o Governo. E uma forma de o fazer passa por comprar casas e colocá-las a arrendar, um tipo de negócio que pode ser bem atrativo quer para investidores, quer para famílias com liquidez. Isto porque a compra de casa para arrendar em Portugal apresentou uma rentabilidade bruta de 6,5% no quarto trimestre de 2025, de acordo com os dados do idealista, editor desta newsletter. E este investimento na habitação apresenta menos riscos face ao final de 2024.
O número ainda não é oficial, representa uma estimativa, mas o pacote fiscal para a habitação apresentado pelo Governo em dezembro tendo em vista a colocação de mais casas no mercado deverá ter um impacto orçamental entre 200 e 300 milhões de euros, adiantou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.
O investidor francês Julien Jarjoura comprou o negócio da Clarie’s na Europa, travando o encerramento das 31 lojas desta marca de bijuteria em Portugal.
O ano de 2025 foi bastante positivo no que respeita a investimento imobiliário comercial de rendimento. Com mais investidores portugueses, o ano encerrou com um volume total de 2,82 mil milhões de euros, representando um crescimento de cerca de 22% em comparação com o ano anterior. Este crescimento consolida a recuperação já iniciada em 2024, quando chegou aos 2,3 milhões de euros.
A Jerónimo Martins vai encerrar as 18 lojas Hussel em Portugal, cadeia especializada na comercialização de chocolates, até 30 de abril de 2026, "após aturados esforços para viabilizar a empresa", informou o grupo esta terça-feira, dia 6 de janeiroEm comunicado, o grupo dono do Pingo Doce explica que
A OCDE afirmou esta terça-feira, dia 6 de janeiro de 2026 que o mercado de arrendamento em Portugal “continua subdesenvolvido e fragmentado”, com apenas 12% das famílias a declararem viver em casas arrendadas, e com os arrendamentos informais a poderem atingir até 60%.
Em 2026, os senhorios podem atualizar as rendas das casas até 2,24% nos contratos de arrendamento existentes há mais de um ano. Mas há casos que podem aumentar ainda mais.
O investimento em imobiliário comercial em 2025 aumentou 10% em relação ao ano anterior, atingindo cerca de 2.670 milhões de euros, com o capital estrangeiro a representar 60% do total aplicado, segundo a consultora Cushman & Wakefield (C&W). Na distribuição por setores, o retalho manteve a liderança, captando 29% do investimento, seguido pelos escritórios (26%) e pela hotelaria (20%).
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) identificou a existência, no ano passado, de 8.500 proprietários de imóveis com indícios de omissões ou divergências na declaração de rendimentos prediais, levantando suspeitas de fuga ao Fisco. Em causa está o controlo dos arrendamentos não declarados, um problema antigo que envolve o cruzamento de dados entre a AT e as empresas fornecedoras de água, energia e telecomunicações, através da declaração Modelo 2 do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).