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O Governo apresentou um novo modelo para calcular as bolsas de estudo do Ensino Superior.
O Governo quer reduzir a taxa de IRS de 25% para 10% em todos os contratos de arrendamento, novos e existentes, desde tenham rendas a preços moderados, ou seja, até 2.300 euros.
O mercado português deverá fechar o ano com o maior crescimento a nível de vendas a retalho no continente europeu, estimando-se uma subida de 4,8%, que supera o Luxemburgo (4,4%) e a República Checa (4,1%).
João Cília, que assumiu o cargo de CEO da mediadora imobiliária Porta da Frente Christie’s em março de 2023, diz ao idealista/news, sem rodeios, que “o mercado residencial de luxo em Portugal vive uma dinâmica de pressão crescente”, com a procura a ser elevada – “Há um interesse cada vez mais concentrado nos segmentos Affluent e Premium, ou seja, nos imóveis que se situam entre os 10% e os 2% mais caros do mercado” – e a oferta escassa, havendo “uma falta estrutural de imóveis”. Para o gestor não restam dúvidas de que “os compradores estão mais ativos e exigentes, enquanto a oferta continua limitada, mantendo os preços em subida e pressionando todos os segmentos”.
São muitas as medidas anunciadas pelo Governo recentemente relacionadas com o setor da habitação em Portugal. Depois de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, ter revelado que o Governo iria avançar com novas medidas sobre a regulação da mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas no início de 2026, é agora a vez do primeiro-ministro dar uma novidade, neste caso sobre o Fundo de Emergência para a Habitação: deverá ter luz verde, também, nos primeiros meses do próximo ano.
O Governo apresentou um pacote de medidas fiscais que impacta diretamente os setores da habitação, construção e investimento imobiliário em Portugal. Uma das novidades, tendo em vista o aumento da oferta de casas para arrendar, diz respeito à intenção de criar um regime de Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA), garantindo-se um “conjunto de benefícios fiscais, por um período de até 25 anos, ao investimento na construção, reabilitação ou aquisição de imóveis para arrendamento ou subarrendamento habitacional”.
“A habitação é essencial para a vida das pessoas e das famílias, para o desenvolvimento da economia e para a sustentabilidade e coesão da sociedade”.
O pacote fiscal que o Governo apresentou ao Parlamento para dar resposta à crise na habitação – ou de acesso a habitação, como a ela se referem vários players do setor – está a fazer correr muita tinta, havendo várias alterações em cima da mesa que ainda terão de ser aprovadas pelos deputados na Assembleia da República. As reações a algumas das medidas anunciadas já se fazem sentir, nomeadamente por parte das associações de inquilinos, proprietários e promotores e investidores imobiliários.
O Governo da AD apresentou, esta semana, à Assembleia da República uma proposta de lei que visa reformar o setor da habitação em Portugal, com especial impacto no arrendamento.
Se o pacote fiscal do Governo for aprovado no Parlamento, os senhorios que tenham casas para arrendar até 2.300 euros mensais vão ter um alívio fiscal significativo. Isto porque a proposta de lei prevê que a taxa de IRS desce dos atuais 25% para 10%.
Quem vender uma casa e reinvestir os ganhos na compra de outra habitação destinada ao arrendamento a preços moderados terá direito a isenção de IRS sobre as mais-valias. Esta é uma das várias novidades que o novo pacote fiscal do Governo traz em matéria de IRS.
Esta semana, o Governo de Montenegro apresentou ao Parlamento um vasto pacote fiscal para enfrentar a crise de acesso à habitação, com várias alterações desde a redução do IVA na construção de casas à revisão do simplex de licenciamentos urbanísticos. Mas promete não ficar por aqui. No início de 2026, vai trazer mais novidades e mudanças sobre a regulação da mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas, tal como revelou Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, esta quarta-feira, dia 3 de dezembro.
Numa era marcada pela acelerada transformação digital, Lisboa é 16ª cidade da Europa com maior resiliência face à Inteligência Artificial (IA) no mercado de escritórios, distinguindo-se pelo dinamismo dos seus polos empresariais e pela qualidade do talento tecnológico disponível.Segundo o estudo mai
A proposta de lei que deu esta terça-feira, dia 2 de dezembro, entrada na Assembleia da República para aumentar a oferta habitacional prevê incentivos no IRS para os proprietários colocarem casas no arrendamento com rendas mensais até 2.300 euros.As várias medidas estão elencadas no texto da autoriz
A proposta de lei destinada a incentivar a construção de habitação e o arrendamento, através de uma redução de impostos, foi aprovada na última reunião de Conselho de Ministros, segundo anunciou o ministro da Presidência. A proposta de lei, que vai seguir para o Parlamento, inclui uma autorizaç
O Conselho Consultivo Europeu para a Habitação defende que parte das mais-valias imobiliárias resultantes de heranças deve ser utilizada para financiar habitação a preços acessíveis, ao mesmo tempo que terrenos urbanizados devolutos ou desaproveitados devem enfrentar uma tributação agravada para travar a especulação. No relatório apresentado esta semana, os especialistas pedem uma mudança na forma como a habitação é encarada na Europa, lembrando que “a política de habitação não é apenas uma questão de números”.
O terceiro trimestre de 2025 ficou marcado por um abrandamento do volume de vendas de imobiliário de luxo.
Depois de uma larga discussão parlamentar, o Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) foi finalmente aprovado na votação final global na quinta-feira, dia 27 de novembro.
O Chiado, em centro de Lisboa, consolidou este ano a sua posição como principal zona de compras no país, permanecendo entre as 30 mais prestigiadas do mundo, no 30º lugar do ranking mundial das principais ruas de comércio.De acordo com a 35ª edição do relatório “Main Streets Across the World” da Cus
O mercado de escritórios no terceiro trimestre de 2025 apresentou sinais de estabilidade e crescimento moderado em Lisboa, enquanto o Porto acelerou no que respeita a preços de venda.Estes são os dados mais recentes do Iberia Property Market Report Q3 2025, estudo da MVGM sobre as tendências do