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O ano de 2025 veio acentuar tendências já visíveis no mercado da habitação em Portugal. A venda de casas, que já estava a retomar, seguiu de vento em popa ao longo do ano. E o preço da habitação, que muito tem subido nos últimos anos, atingiu mesmo aumentos recorde.
O ano de 2025 foi muito positivo para o mercado imobiliário português, prevendo-se que o investimento comercial chegue aos 2.800 milhões de euros até final do ano, o que representa um crescimento de cerca de 25% relativamente ao ano anterior, superando a atividade média anual dos últimos anos.De aco
Aumentar a oferta de casas à venda e dinamizar o arrendamento. Esta é, em resumo, a grande solução para dar resposta à crise de acesso à habitação instalada em Portugal, tal como reconhece o próprio Governo. Um problema, no entanto, não apenas nacional, tocando também vários países europeus. Para ajudar a resolver a questão, o Executivo de Montenegro pretende, por exemplo, agilizar os licenciamentos – reduzindo a burocracia – e baixar o IVA na construção para 6%. Passamos em revista o que de mais importante se passou no país em 2025 no setor imobiliário.
Faltam casas em Portugal. Mas não só. Este é um problema que se vive, de forma geral, um pouco por toda a União Europeia (UE), e com graves impactos para as famílias a nível económico e social.
A Câmara Municipal de Madrid está a oferecer aos proprietários de imóveis desocupados a oportunidade de renová-los sem custos iniciais, adiantando até 45.000 euros destinados integralmente à sua reabilitação.
A chegada a Portugal da mediadora imobiliária de luxo norte-americana Corcoran Atlantic é mais um sinal de que o segmento residencial premium continua na mira dos investidores. E depois de celebridades como John Malkovich, Monica Belluci, Michael Fassbender, Eric Cantona, Christian Louboutin, Madonna e Nicole Kidman, para citar algumas, terem investido em imobiliário em território nacional, haverá mais figuras públicas em vias de o fazer. Em entrevista ao idealista/news, Hugo Santos Ferreira, CEO da Corcoran Atlantic, confirma que o país “continua a ser muito atrativo e a merecer muito interesse por várias figuras públicas internacionais”. Os nomes não saem do baú, claro, por motivos de confidencialidade. “Mais uma razão para não poder fazer esse ‘disclosure’ ou avançar com nomes é porque estas pessoas procuram paz no nosso país”.
O Governo apresentou um novo modelo para calcular as bolsas de estudo do Ensino Superior.
O Governo quer reduzir a taxa de IRS de 25% para 10% em todos os contratos de arrendamento, novos e existentes, desde tenham rendas a preços moderados, ou seja, até 2.300 euros.
O mercado português deverá fechar o ano com o maior crescimento a nível de vendas a retalho no continente europeu, estimando-se uma subida de 4,8%, que supera o Luxemburgo (4,4%) e a República Checa (4,1%).
João Cília, que assumiu o cargo de CEO da mediadora imobiliária Porta da Frente Christie’s em março de 2023, diz ao idealista/news, sem rodeios, que “o mercado residencial de luxo em Portugal vive uma dinâmica de pressão crescente”, com a procura a ser elevada – “Há um interesse cada vez mais concentrado nos segmentos Affluent e Premium, ou seja, nos imóveis que se situam entre os 10% e os 2% mais caros do mercado” – e a oferta escassa, havendo “uma falta estrutural de imóveis”. Para o gestor não restam dúvidas de que “os compradores estão mais ativos e exigentes, enquanto a oferta continua limitada, mantendo os preços em subida e pressionando todos os segmentos”.
São muitas as medidas anunciadas pelo Governo recentemente relacionadas com o setor da habitação em Portugal. Depois de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, ter revelado que o Governo iria avançar com novas medidas sobre a regulação da mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas no início de 2026, é agora a vez do primeiro-ministro dar uma novidade, neste caso sobre o Fundo de Emergência para a Habitação: deverá ter luz verde, também, nos primeiros meses do próximo ano.
O Governo apresentou um pacote de medidas fiscais que impacta diretamente os setores da habitação, construção e investimento imobiliário em Portugal. Uma das novidades, tendo em vista o aumento da oferta de casas para arrendar, diz respeito à intenção de criar um regime de Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA), garantindo-se um “conjunto de benefícios fiscais, por um período de até 25 anos, ao investimento na construção, reabilitação ou aquisição de imóveis para arrendamento ou subarrendamento habitacional”.
“A habitação é essencial para a vida das pessoas e das famílias, para o desenvolvimento da economia e para a sustentabilidade e coesão da sociedade”.
O pacote fiscal que o Governo apresentou ao Parlamento para dar resposta à crise na habitação – ou de acesso a habitação, como a ela se referem vários players do setor – está a fazer correr muita tinta, havendo várias alterações em cima da mesa que ainda terão de ser aprovadas pelos deputados na Assembleia da República. As reações a algumas das medidas anunciadas já se fazem sentir, nomeadamente por parte das associações de inquilinos, proprietários e promotores e investidores imobiliários.
O Governo da AD apresentou, esta semana, à Assembleia da República uma proposta de lei que visa reformar o setor da habitação em Portugal, com especial impacto no arrendamento.
Se o pacote fiscal do Governo for aprovado no Parlamento, os senhorios que tenham casas para arrendar até 2.300 euros mensais vão ter um alívio fiscal significativo. Isto porque a proposta de lei prevê que a taxa de IRS desce dos atuais 25% para 10%.
Quem vender uma casa e reinvestir os ganhos na compra de outra habitação destinada ao arrendamento a preços moderados terá direito a isenção de IRS sobre as mais-valias. Esta é uma das várias novidades que o novo pacote fiscal do Governo traz em matéria de IRS.
Esta semana, o Governo de Montenegro apresentou ao Parlamento um vasto pacote fiscal para enfrentar a crise de acesso à habitação, com várias alterações desde a redução do IVA na construção de casas à revisão do simplex de licenciamentos urbanísticos. Mas promete não ficar por aqui. No início de 2026, vai trazer mais novidades e mudanças sobre a regulação da mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas, tal como revelou Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, esta quarta-feira, dia 3 de dezembro.
Numa era marcada pela acelerada transformação digital, Lisboa é 16ª cidade da Europa com maior resiliência face à Inteligência Artificial (IA) no mercado de escritórios, distinguindo-se pelo dinamismo dos seus polos empresariais e pela qualidade do talento tecnológico disponível.Segundo o estudo mai
A proposta de lei que deu esta terça-feira, dia 2 de dezembro, entrada na Assembleia da República para aumentar a oferta habitacional prevê incentivos no IRS para os proprietários colocarem casas no arrendamento com rendas mensais até 2.300 euros.As várias medidas estão elencadas no texto da autoriz